Em março de 2010, o Ministério de Ciência e
Tecnologia – ou MCT, como é mais conhecido na comunidade científica brasileira
– completou 25 anos de existência. Sua criação, oficializada em 15 de março de
1985, com a investidura de Renato Archer (1922-1996) como seu primeiro
dirigente máximo, representou a concretização de um sonho antigo, iniciado,
pelo menos, 27 anos antes, quando um grupo de cientistas e políticos tentou
mudar as bases sobre as quais o Estado nacional apoiava a ciência e a
tecnologia no Brasil. A proposta daquele grupo era criar um órgão
especificamente dedicado à C&T, porque este seria um dos elementos
necessários para mostrar que nosso país compreendia que, sem uma base forte em
educação, ciência e tecnologia, nós não nos tornaríamos senhores de nosso
próprio destino. Afinal, como disse no início da década de 1960 um antigo e
influente político fluminense, o ex-senador Amaral Peixoto (1905-1989), nossa
época fizera-se conhecer pelos seguintes qualificativos: era atômica, era
nuclear ou ainda era espacial. Em suma, uma época em que a ciência e a
tecnologia não poderiam permanecer em segundo plano.
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