O problema geral do livro
remete para o exame do poder constitutivo da mediação em seis momentos
fundamentais: teológico, filosófico, gramatológico, representacional,
técnico-científico e digital. Na contemporaneidade assinala-se para este exame
a importância do paradigma mediológico de Mcluhan. Este paradigma identifica
o medium técnico como segundo corpo. Esta perspectiva sobre
o mediumtécnico abre para a pressão física que obriga o humano a
exteriorizar-se ou a prolongar-se. Dir-se-á que em Mcluhan
o medium designa a manifestação de uma ligação, que é equivalente a
uma libertação - domeio e para o meio. Segue-se pois a extensão
do medium como uma mobilização viva da constiuição. Para Debray, que
escreveu Cours de Médiologie Générale e Manifestes Médiologiques, depois
de Mcluhan,o medium técnico trata-se do liame que nos faz viver em
conjunto. Vem colocar em evidência fundamentalmente a conexão que forma a vida.
Para este autor o saber mediológico é simples procura da estrutura da
experiência. Como ela permanece entre o que muda.
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