Fruto de uma pesquisa de doutorado defendida na Faculdade de Arquitetura
e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA), esta publicação
apresenta o viés mercadológico das festas privadas, de “camisa”, que,
por vezes, é contrabalançado pelo espaço festivo – ainda que residual –
dos terreiros frontais das casas ou das trilhas rurais, ao tempo que as
festas nos espaços públicos, como em praças, são também espaços de
expressão para manifestações culturais de caráter local e regional.
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