Neste livro, nada menos do que 12 países são alcançados, muitos deles pela primeira vez. Na Europa, revelam-se como produtores de contos a Suíça alemã, a Noruega, a Holanda e a Tcheco-Eslováquia.1 Conquanto nem todos possuidores de costa marítima, são todos atingidos por essa corrente de imaginação brotada do fundo dos tempos. Recolhemos histórias oriundas de grandes áreas culturais, como a França, a Itália, a Espanha, a Alemanha, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, até a América do Sul; mais precisamente, o Brasil e, a título de exemplo, o Equador. Os contos deste livro vão de 1845 a 1885, período em que o romantismo é substituído pelo realismo em seus países de origem e atinge pleno desenvolvimento de suas variantes nos demais. Difícil traçar linhas demarcatórias. Em um mesmo contista podem coexistir as tendências romântica e realista, como se vê nos dois contos do tcheco Jan Neruda. Por outro lado, para aquilatar as diferenças possíveis entre os representantes da escola realista, basta comparar Flaubert, Daudet e Maupassant, tão diversos, embora compatriotas e contemporâneos.
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