Para o autor deste livro, Carlos André dos Santos, a democratização da
informação está ligada à tomada da palavra verdadeira e do fazer
político rebelde. Seu trabalho é uma contribuição à sociologia da
juventude ao expor como uma parte das novas gerações de ativistas tem se
apropriado dos meios técnicos (leia-se mídia) para construir sua
trajetória, suas formas de sociabilidade e de ação política. O sujeito
de pesquisa utilizado aqui é a rede do Centro de Mídia Independente
(CMI) no Brasil, que ao lado de outras formas de apropriação de meios de
comunicação pelos movimentos de contestação, constitui-se a partir da
necessidade social e política do livre acesso à troca de informações, à
produção cultural e à livre associação, sobretudo para construir
soluções contra o monopólio dos meios de comunicação de massa. De acordo com a profa. dra. Valéria Silva, que prefacia a obra, “o texto
põe sob questão nada menos do que a propriedade intelectual, o trabalho
do especialista, além do domínio da comunicação convencional e da
propriedade privada”.
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