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sábado, 2 de julho de 2016

Antônio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - Rede De Inovação Tecnológica Para O Setor Madeireiro Da Amazônia Legal














As florestas existentes no mundo somam cerca de quatro bilhões de hectares (ha), cobrindo aproximadamente 30% da superfície terrestre do globo. A distribuição dessa cobertura florestal está concentrada em diversos países, entretanto, cinco apresentam mais da metade da área florestal mundial – a Rússia, Brasil, Canadá, Estados Unidos e China (FAO, 2009). No Brasil, existem aproximadamente 480 milhões de ha de cobertura florestal, ou seja, 56% de seu território, sendo a segunda maior área de florestas do mundo, atrás apenas da Rússia (MMA, 2007) e a maior floresta tropical do mundo. A distribuição da cobertura florestal nativa não é uniforme pelas unidades da Federação, sendo que 50,89% das florestas nativas do Brasil estão situadas no bioma Amazônia; 24,62% estão no Cerrado; 1,82% no Pantanal; 9,93%, na Caatinga; e 12,74%, na Mata Atlântica (MMA, s.d.). As florestas plantadas, por seu turno, ocupam apenas 0,77% do território nacional, somam 6.583.074 milhões de ha, sendo 4,3 milhões de ha com espécies do gênero Eucalyptus; 1,87 milhão de ha com o gênero Pinus; e 457 mil ha de outras espécies (ABRAF, 2009). O setor de base florestal possui importância significativa em termos socioeconômicos para o país. Segundo a Abimci (2009), em 2008, a indústria de base florestal brasileira foi responsável gerar riquezas da ordem de US$ 44,6 bilhões, o que corresponde a 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Empregou o correspondente a 9% da população economicamente ativa (PEA), o que representa 8,6 milhões de empregos diretos. Contribuiu com 1,5% do total da arrecadação de impostos nacionais, em valor, US$ 7,2 bilhões, e gerou US$ 8,8 bilhões em receitas de exportações, que é 5,5% do total das exportações nacionais, com um superávit de U$ 7,4 bilhões.

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - Populações E Políticas Sociais No Brasil: Os Desafios Da Transição Demográfica E Das Migrações Internacionais














A transição demográfica e as migrações internacionais constituem dois dos principais desafios para a formação de políticas sociais e para a governabilidade no Brasil. Segundo as estimativas, haverá um acréscimo de 90 milhões de habitantes à população brasileira nessa primeira metade do século 21. Será, ainda, um crescimento expressivo, porém significativamente menor que aquele que se esperava poucas décadas atrás. Já no início deste século, em 2005, a taxa de fecundidade total se encontrava em torno de 2,1, o que correspondia ao nível de reposição da população. No entanto, o crescimento populacional em torno de zero só será alcançado dentro de 40 ou 50 anos, primeira grande questão demográfica a ser considerada para a formulação de políticas.

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Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - Mar E Ambientes Costeiros














O Brasil possui cerca de 8 mil km de litoral e pode chegar a ter controle jurisdicional sobre uma área marinha de 4,5milhões de km², ou mais da metade da área do território brasileiro emerso, que é de 8,5 milhões km². Assim, o componente mar e ambientes costeiros deve necessariamente ser parte integrante de qualquer estudo que envolva a dimensão territorial brasileira e o aproveitamento sustentável dos seus recursos naturais. A interação entre o homem e o mar no território nacional proporciona um grande número de oportunidades econômicas, sociais e de integração, o que, em contrapartida, acarreta uma quantidade considerável de problemas ambientais. As características geográficas e de ocupação territorial conferem ao Brasil uma posição estratégica privilegiada em termos de explotação sustentável dos recursos do mar, incluindo não só a pesca, o transporte, o lazer e a segurança, mas também a exploração mineral.

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - A Drylands Call For Action: Declaration Of Fortaleza (Inglês)














The Second International Conference on Climate, Sustainability and Development in Semi-arid Regions, the ICID+18, was held in Fortaleza, state of Ceará, Brazil, from 16th to 20th August, 2010. It was organized by the Center for Strategic Studies and Management (CGEE), a social organization linked to the Brazilian Ministry of Science and Technology, at that time presided by Mrs. Lucia Carvalho Pinto de Melo, who supervised CGEE's initiative. ICID resulted from an ample effort that involved the sponsorship of the Government of the State of Ceará, the Ministry of Environment, the Ministry of Science and Technology, the Ministry of National Integration and the Bank of the Northeast of Brazil, and the support from numerous organizations, national and international, such as the DfID, the IRD, the World Bank, the IADB, the National Confederation of Industries (CNI/FIEC), the University of Illinois (SDEP) and many others. ICID+18 involved the participation of scientists and policymakers from governments, international organizations, civil society, academia and the private sector from 80 countries representing all continents and dryland regions of the world. It took two years for its organization and involved the partnership of many institutions, government and non-government, around the world.

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Alberto Lourenço & Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sups.) - REDD In Brazil: A Focus On The Amazon (Inglês)














Brazil is the world’s leading nation in both committing to and achieving greenhouse gas reductions. In Copenhagen, Brazil announced its offi cial goal of reducing GHG emissions 36 to 39% by 2020 as it reported a 64% reduction in Amazon deforestation its major source of emissions. Th ere is now an important opportunity for consolidating the policies, market trends, and deforestation reductions that have been achieved over the last few years. Over the past few decades, the conversion of forests to agriculture and ranching in the Amazon has been the most important national source of GHG. Around half of the gross emissions of GHG come from the incorporation of new areas into ranching, the large majority in the Amazon. Since the 1970's, the Amazon region has been quickly integrated into the national economy. Successive waves of migration have driven expansion of the agricultural and ranching frontier, and attracted migrants and capital from other regions. Th is economic integration, however, has followed a logic based on the extraction of raw materials and extensive ranching, resulting in natural resource depletion, social inequalities and poverty.

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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - A Questão Da Água No Nordeste














Este livro é fruto de trabalho colaborativo entre a Agência Nacional de Água (ANA) e o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), e visa colocar à disposição da sociedade brasileira uma série de informações sobre a dinâmica dos recursos hídricos no Nordeste, seus avanços, fragilidades e desafios, de forma a subsidiar análises e processos decisórios pertinentes. O livro destina-se a todos aqueles que têm interesse na questão da água no Semiárido e no desenvolvimento regional nordestino. O trabalho teve início com uma série de debates em 2008 sobre “A Questão da Água no Nordeste”, e contou com a participação de especialistas, técnicos de governos, tanto federal como estaduais, e também representantes de organizações da sociedade civil (os resultados encontram-se publicados em CD-Rom, e disponíveis em www.cgee.org.br e www.ana.gov.br). Numa segunda fase, com base nessas discussões, um grupo de especialistas elaborou Notas Técnicas sobre os principais temas considerados estratégicos – tais como clima, balanço hídrico, qualidade da água, gestão integrada de recursos hídricos e integração de bacias hidrográficas – que agora subsidiam os capítulos seguintes desta publicação. A gestão das águas no Nordeste representa um desafio a ser enfrentado. É preciso que, tratando-se de fator escasso na Região, a água seja administrada de forma eficiente e eficaz. Assegurar que a água esteja disponível para as diferentes formas de consumo implica viabilizar investimentos de distintas naturezas e, sobretudo, gerenciar cuidadosamente sua oferta e o uso. Isso se torna mais complexo diante da realidade climática da Região e dos vários interesses que envolvem desde as instâncias de governo até as diversas categorias de usuários.

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Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - Padrões De Desenvolvimento Econômico (1950-2008) Vol. 1: América Latina, Ásia E Rússia














O presente livro sintetiza os resultados de um estudo realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o escritório brasileiro da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, das Nações Unidas (Cepal), sobre o desenvolvimento econômico de um conjunto de países latinoamericanos e asiáticos, além da Rússia, no período 1950-2008. O trabalho foi organizado e coordenado tecnicamente tecnicamente pelo consultor Ricardo Bielschowsky, idealizador da pesquisa. Representa uma valiosa contribuição para a compreensão do desenvolvimento econômico como um processo de fortalecimento e acumulação de competências que permitem diversificar progressivamente a estrutura produtiva na direção de bens e serviços com maior incorporação de conhecimento e de valor agregado. A mudança estrutural gera crescimento acelerado da renda e permite atingir níveis de bem-estar comparáveis aos dos países avançados.

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Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - Padrões De Desenvolvimento Econômico (1950-2008) Vol. 2: América Latina, Ásia E Rússia














Este livro apresenta um estudo dedicado à análise do desenvolvimento econômico de 13 países no período 1950-2008. Por praticidade “Padrões de desenvolvimento econômico (1950-2008): América Latina, Ásia e Rússia” foi divido em dois livros.O primeiro livro se refere a seis países latino-americanos. Este segundo, aos seis países asiáticos, mais a Rússia. No primeiro livro são analisadas as seis maiores economias da América Latina e do Caribe – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela. Neste segundo as seis entre as maiores economias em desenvolvimento da Ásia – China, Coreia do Sul, Filipinas, Índia, Indonésia e Tailândia; e a Rússia. Faz, também, um exercício de síntese comparativa dessas experiências. Aos seis latino-americanos correspondem 72% da população e 87% do PIB da América Latina e do Caribe como um todo e, aos seis asiáticos, 76% da população e 40% do PIB da Ásia, incluindo o Japão. Depois de mais de uma década de pronunciado declínio na atenção à questão do desenvolvimento econômico e a estudos comparativos sobre crescimento entre diferentes países, houve, desde o fim dos anos 1980, uma ressurgência no interesse por esses temas. A renovação se deve a várias causas, que vão desde o surgimento de inovações analíticas (teoria do crescimento endógeno, análise neoschumpeteriana de economias em desenvolvimento) e maior disponibilidade de dados (especialmente o Penn World Table) até o interesse despertado pelo desempenho das economias em desenvolvimento e pela implementação de amplos e pouco exitosos programas de reformas neoliberais em circunstâncias de divergência e posterior convergência na renda per capita entre países ricos e pobres.

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Antonio Carlos Filgueira Galvão (Sup.) - Cooperação Internacional Na Era Do Conhecimento
















O livro reflete algumas das idéias apresentadas e discutidas no workshop internacional “A Cooperação Internacional na Era do Conhecimento”, realizado em novembro de 2008 pelo CGEE, por demanda da Assessoria de Cooperação Internacional do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). O seminário congregou especialistas do Brasil e do exterior, bem como tomadores de decisão na área, para traçar um panorama amplo sobre temas emergentes e formas inovadoras de promover a cooperação internacional em C&T, dentro de uma perspectiva estratégica, debatendo diretrizes e perspectivas das políticas e ações, a partir do entendimento do cenário atual e dos desafios futuros aí colocados.

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