Abordamos no presente trabalho a dinâmica da articulação entre as transformações da estrutura agrária, o cooperativismo empresarialmente desenvolvido e sua inserção no padrão de acumulação e dominação social. Procuramos explicitar a dinâmica social e política da qual as cooperativas agrícolas, em especial as vinculadas à produção de trigo e soja no Sul do Brasil, fazem parte. Como não se trata de enfocar as cooperativas em si, mas o contexto social de que resultam e onde se integram e atuam, torna-se central neste trabalho a especificidade da expansão do capitalismo na agricultura, nas condições históricas em questão.

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