Se na era dourada do capital
as cidades eram lugares relativamente à parte do processo produtivo direto,
invólucros deste processo, hoje, tornaram-se espaços de estoque de mercadorias
em trânsito, receptáculos não só das indústrias, mas também de verdadeiras
esteiras fordistas estendidas enytre fábricas. Ao contrário de serem cidades sóbrias,
limpas ou de serviços, são cidades fabricalizadas que acolhem atividades
laborativas de todo tipo como extensões urbanas da própria fábrica.
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