
Nos dias 24 e 25 de Outubro de 2003 reuniram-se na UBI cerca de cinquenta pessoas, entre conferencistas e participantes, a fim de aprofundarem as relações entre a fé e a comunicação. No que aos conferencistas se refere – mas esta observação pode ser generalizada aos participantes –, como se constata pelo índice, o que os caracteriza é, desde logo, a sua diversidade e pluralidade: em termos de formações e de especialidades – a teologia, a filosofia, as ciências da comunicação, as ciências da religião, a sociologia, a antropologia; em termos das Universidades de proveniência – a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a Universidade Nova de Lisboa, a Universidade Católica Portuguesa, a Universidade da Beira Interior; em termos, finalmente, dos seus pessoais percursos e experiências de vida. Não é que sejamos pela diversidade e pela pluralidade em si mesmas – até porque elas são, muitas vezes, confundidas ou com a mera ausência de princípios ou com uma “tolerância” que tolera as maiores barbaridades –, mas a diversidade e a pluralidade, assentes na defesa de posições firmes e reflectidas, revelam-se como condições indispensáveis à abordagem de uma realidade complexa e caleidoscópica, como é a das relações entre fé e comunicação. O confronto de perspectivas, verificado nas Jornadas, exigiu de cada um dos conferencistas um confronto prévio, íntimo e silencioso, com a proposta de trabalho que os organizadores lhe apresentaram, e que a seguir se descreve de forma mais pormenorizada.
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