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Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Jaime Franklin Vidal Araujo & Outros (Coords.) - Vocabulário Básico De Recursos Naturais E Meio Ambiente
















Esta nova edição do Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente, segue tanto no seu aspecto estrutural como no âmbito conceitual, os mesmos princípios que nortearam a edição anterior, isto é, verbetes ordenados em ordem alfabética, submetidos a definições diretas e mais objetivas possíveis, contemplando um amplo espectro das ciências naturais e ambientais. Para não ficar apenas restrita a uma simples reedição, foi efetuada uma vigorosa revisão, que permitiu serem alguns conceitos total ou parcialmente reformulados, segundo os ditames de aspectos científicos mais atualizados. Seu conteúdo, aparentemente estático em si, foi dinamizado através da inclusão de mais de três centenas de novos verbetes, em especial nos domínios da Biologia, da Zoologia, da Paleontologia e dos Indicadores Ambientais. A inclusão de novos termos e a diversificação das ciências presentes, amplia ainda mais a abrangência do Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente, merecendo ser ainda ressaltado que o melhor entendimento de inúmeros vocábulos, foi conseguido através de definições por vezes bem mais generosas, porém, sem fugir aos princípios estabelecidos para a caracterização de cada verbete. Certamente, esta edição, longe de ser definitiva em seu conteúdo, traz impressa os mais atualizados conceitos que permeiam o pensamento científico atual, no fascinante campo dos Recursos Naturais e do Meio Ambiente.

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terça-feira, 7 de junho de 2016

IBGE - Manual Técnico Da Vegetação Brasileira














Esta obra está dividida em quatro capítulos: sistema fitogeográfico, inventário das formações florestais e campestres, técnicas e manejo de coleções botânicas e procedimentos para mapeamento da vegetação em escala regional. Nesses capítulos, estão descritos os conceitos, as etapas e os procedimentos metodológicos utilizados pela equipe de estudos de vegetação do IBGE para análise, caracterização, classificação e mapeamento da vegetação brasileira. Os capítulos e tópicos foram organizados de forma a permitir que os usuários, tanto no gabinete como no campo, tenham uma visão de conjunto do trabalho com vegetação realizado no IBGE.

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Isabel De Fátima Teixeira Silva (Coord.) - Noções Básica De Cartografia Vol. I














Com o advento da Modernização da Cartografia, a Diretoria de Geociência do IBGE, motivada pela revitalização dos trabalhos cartográficos no âmbito do Departamento de Cartografia, deu início ao processo de descentralização da produção cartográfica nas Unidades Regionais e Estaduais, o que demandou um grande investimento em treinamento em conceitos básicos da ciência cartográfica, de modo a agilizar a atualização da Base Territorial. Assim, a presente publicação, visando alcançar leitores com diversas necessidades no âmbito do conhecimento cartográfico, aborda os diversos temas de forma objetiva e clara. Esta publicação trata, de forma concisa e abrangente , dos vários campos de atividades relacionadas à cartografia, abrangendo os levantamentos geodésicos, representação cartográfica, tipos de projeções, classificação das carta e mapas, noções de sensoriamento remoto, além dos procedimentos envolvidos na concepção, produção e interpretação do processo cartográfico.

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Cêurio De Oliveira - Curso De Cartografia Moderna














A presente obra Curso de Cartografia Moderna desenvolvida pelo Professor Cêurio de Oliveira, apresentada à Comunidade Cartográfica na década de 80, objetivava colocar à disposição de técnicos e profis· sionais da área temas que abordavam assuntos espe· cíficos de interesse de quem se utiliza da Ciência Cartográfica. A enorme aceitação dos conhecimentos difundidos pelo autor superou as expectativas iniciais pela procu· ra da publicação. O IBGE, no intuito de atender à crescente demanda pela obra, entendeu que sua reimpressão, certamente, continuará merecendo referências muito elogiosas pelo público usuário da área de Cartografia.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

IBGE - Glossário Dos Termos Genéricos Dos Nomes Geográficos Utilizados No Mapeamento Sistemático Do Brasil Vol. I














É intenção neste glossário colaborar na conceituação dos termos genéricos dos nomes geográficos utilizados no mapeamento sistemático do Brasil, a partir de estudos prévios realizados por estudiosos e por pesquisadores das áreas de Geociências do IBGE, assim como definir determinadas variações regionais dos mesmos elementos geográfi cos, como cursos de água que possuem denominações específicas, dependendo da região brasileira de sua ocorrência. Procurou-se, assim, neste estudo, suprir algumas lacunas na diferenciação de termos genéricos, como, por exemplo, entre: rio, riacho, córrego, arroio, água, aguinha, corguinho, ribeirão, sanga, corixo, igarapé, dentre outras ocorrências.

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Nelson De Castro Senra (Org.) - Veredas De Brasília: As Expedições Geográficas Em Busca De Um Sonho











Brasília tornou-se Capital Federal em 21 de abril de 1960. Foi inaugurada solenemente, com toda pompa e circunstância, pelo Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. Como Meta-Síntese vitoriosa, coroava de sucesso seu ousado Plano de Metas, pelo qual o Brasil devia crescer 50 anos em 5, o tempo do mandato presidencial. Desde então, em seus 50 anos, avançou e se firmou como Capital; nesse tempo, fez e viveu história; hoje, goste-se dela, ou não, pouco importa, é impossível ficar indiferente à sua beleza urbanística e arquitetônica; ela tem charme, sem dúvida nenhuma. Durante todo esse período, o IBGE esteve presente na trajetória de Brasília, já que sempre a relevou e a revelou em suas pesquisas estatísticas e geocientíficas, mas não será disso que trataremos nesta publicação. O foco deste livro é outro, é de caráter histórico, e é anterior à inauguração. Antes mesmo da construção, quer-se tratar da questão da definição da localização, numa sucessão de comissões, com diversas expedições geográficas, bem assim, já ao tempo da construção, quer-se mostrar algumas atividades realizadas (censo, mapa, estudos). Eis, então, as duas partes deste livro: 1) O local da capital, com quatro textos, dos quais, o primeiro introduz a temática das três comissões que, pouco a pouco, definiram o melhor local da nova capital, e 2) O início da capital, com dois textos, relatando atividades ibgeanas ao tempo da construção. E mais quatro textos em anexo, dos quais, três são de autoria de Teixeira de Freitas (escritos ao calor da hora)1, e o último de autoria (recente) de Alain Ruellan (filho de Francis Ruellan), em que procura recuperar a importância das expedições geográficas de 1947, saídas do IBGE.

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IBGE - Atlas Escolar Digital











O Atlas Escolar Digital é uma ferramenta simples e didática, com uma interface gráfica atraente, para encontrar ilustrações animadas sobre geografia e cartografia, além de consultar mapas do Brasil e do Mundo. Temas como formação dos continentes e origem no universo são representados em uma série de animações repletas de figuras e textos. A Geografia do Mundo e do Brasil também são contempladas através de mapas, são mais de 70 ilustrações.

Acesse o mapa aqui.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Virlei Álvaro De Oliveira (Coord.) - Manual Técnico De Pedologia














A presente publicação, elaborada com a colaboração de técnicos do Centro Nacional de Pesquisa de Solos da Embrapa - Embrapa Solos, constitui uma atualização do Manual técnico de pedologia, lançado em 1995. Discorre sobre os avanços verificados na ciência do solo no Brasil, em especial, na área de Pedologia, incorporando atualização de conceitos, critérios e normas e inovações constantes no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Apresenta concisa abordagem das modificações e evoluções na área de gênese e classificação de solos, mediante enfoque de aspectos histórico, descritivo, conceitual e taxonômico. Apresenta, ainda, parâmetros para descrição e classificação de solos, bem como sucinta caracterização dos vários tipos de levantamentos pedológicos. Ao reunir a mais completa fonte de informações sobre o tema no Brasil, fornece preciosa contribuição aos órgãos governamentais e à sociedade brasileira para a compreensão do desenvolvimento de novos e o recrudescimento de antigos problemas ambientais decorrentes do uso predatório do solo, oferecendo subsídios para a formulação e implementação de políticas atenuantes ou compensatórias, com vistas à promoção do desenvolvimento sustentável.
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terça-feira, 30 de junho de 2015

IBGE - Meu 1º Atlas














Era uma vez um mapa. Ele é pequeno. Mas também pode ser grande. Tem linhas mais tortas do que retas que fazem seu contorno. No meio, mais linhas e também pontos que marcam onde ficam as estradas, ferrovias, rios, animais em extinção, cidades, estados e até o país. Isso mesmo. Um mapa pode representar tudo isso e muito mais. Com ele, podemos descobrir um mundo fascinante de informações. Que tal começar agora? Embarque no Meu primeiro Atlas com a Júlia e o Bebeto e veja que construir um mapa pode ser simples e divertido.

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segunda-feira, 29 de junho de 2015

IBGE - Indicadores De Desenvolvimento Sustentável: Brasil 2015














A construção de indicadores de desenvolvimento sustentável no Brasil integra-se ao conjunto de esforços internacionais para concretização das ideias e princípios formulados na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, no que diz respeito à relação entre meio ambiente, sociedade, desenvolvimento e informações para a tomada de decisões. Com a presente publicação, o IBGE dá continuidade à série iniciada em 2002, reafirmando, mais uma vez, seu compromisso de disponibilizar à sociedade um conjunto de informações sobre a realidade brasileira, em suas dimensões ambiental, social, econômica e institucional. O CD-ROM que a acompanha contém, além das informações do volume impresso, tabelas utilizadas para a elaboração dos gráficos e dos mapas apresentados. Essas informações também estão disponíveis no portal do IBGE na Internet. Valiosas para a compreensão dos temas relevantes para o desenvolvimento do País, permitem não só estabelecer comparações, conhecer a orientação e o ritmo de seus vários elementos, como também fazer uma apreciação integrada de diferentes enfoques e dimensões, fundamental à adequada formulação e avaliação de políticas na perspectiva do desenvolvimento sustentável.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui e o CD-ROM aqui.

José Luis Petruccelli & Ana Lucia Saboia (Orgs.) - Características Étnico-Raciais Da População: Classificações E Identidades














Esta publicação traz análises de conteúdo da Pesquisa das Características Étnico-raciais da População - PCERP 2008, que teve por propósito compreender melhor o atual sistema de classificação da cor ou raça nas pesquisas domiciliares realizadas pelo IBGE e contribuir para o seu aprimoramento. Seus resultados, divulgados em volume específico, têm como referência as pessoas de 15 anos ou mais de idade residentes em domicílios particulares permanentes localizados nas seis Unidades da Federação selecionadas – Amazonas, Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Distrito Federal – e contemplam aspectos da identificação de origens étnica e geográfica da população e da percepção da influência da cor ou raça em alguns espaços da vida social. Os capítulos que compõem a presente publicação se organizam em torno de três eixos temáticos: primeiramente, um esboço de aproximação teórica da noção de raça; em segundo lugar, em torno das formas de classificação do próprio entrevistado, de modo espontâneo, escolhendo categorias de identificação, ou por heteroclassificação atribuída pelo entrevistador; e, finalmente, o tema da mobilidade intergeracional por categorias de classificação. As análises foram efetuadas por especialistas externos e pesquisadores do IBGE, com liberdade para escolha de temas e tabulações especiais dos resultados. O CD-ROM que acompanha a publicação reproduz o conteúdo impresso e traz, adicionalmente, todo o conjunto de informações divulgadas no volume de resultados (publicado em 2011, intitulado Características étnico-raciais da população: um estudo das categorias de classificação de cor ou raça 2008), incluindo as tabelas em Excel, em números absolutos e relativos, seus coeficientes de variação, e o instrumento de coleta da PCERP 2008. O conjunto dessas informações também se encontra disponível no portal do IBGE na Internet.

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Nelson De Castro Senra - O Censo Entra Em Campo: O IBGE E A História Dos Recenseamentos Agropecuários














Conhecer o Brasil. Ter um olhar brasileiro sobre a nossa terra, a nossa gente; sua vitalidade no presente, os desafios seculares que cobram do futuro a sua reinvenção no presente. O primeiro passo dessa engrenagem é conhecer a estatística exata e isenta dentro da qual pulsa a sociedade que somos e aquela que queremos ser. As estatísticas agropecuárias brasileiras, em especial os Censos Agropecuários do IBGE, instituto criado em 1936 por Getúlio Vargas, figuram como um pedaço precioso desse ponto de partida que documenta e ordena as escolhas da nossa história. Nas estatísticas do IBGE, falam os brasileiros que têm voz e rosto, mas também aqueles anônimos, como os pequenos agricultores que antes do sol nascer lavram e colhem uma fatia substancial da dieta brasileira. A vigília do IBGE sobre as nossas estruturas agrária e agrícola, iniciada nos anos 1940, guarda sintonia com as boas práticas censitárias recomendadas pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (Food and Agriculture Organization of the United Nations - FAO) e, sobretudo, compõe um mirante democrático. A partir dele, a sociedade brasileira enxerga melhor o seu percurso e pode escolher com maior segurança o passo seguinte do seu desenvolvimento.

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IBGE - Caracteristicas Etnico-Raciais Da População: Um Estudo Das Categorias De Classificação De Cor Ou Raça














Com a presente publicação, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE apresenta os resultados da Pesquisa das Características Étnico-raciais da População - Pcerp, realizada, pela primeira vez, em 2008, com o propósito de compreender melhor o atual sistema de classificação da cor ou raça nas pesquisas domiciliares realizadas pela Instituição e contribuir para seu aprimoramento. A publicação traz notas técnicas sobre a pesquisa, com o histórico da investigação sobre o tema em outros levantamentos domiciliares e considerações sobre a metodologia utilizada. Os resultados, apresentados em um conjunto de 65 tabelas, têm como referência as pessoas de 15 anos ou mais de idade residentes em domicílios particulares permanentes localizados nas seis Unidades da Federação selecionadas – Amazonas, Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Distrito Federal – com cruzamentos das variáveis por sexo, idade, escolaridade e rendimento domiciliar. Em acréscimo a esse conjunto de informações, são fornecidos, para algumas tabelas, os coeficientes de variação associados às estimativas apresentadas.

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

IBGE - As Fundações Privadas E Associações Sem Fins Lucrativos No Brasil














O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA divulgam, nesta publicação, estudo sobre as Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Brasil - Fasfil, relativo ao ano de 2010. Este estudo foi realizado em parceria com a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais - Abong e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas - GIFE. Este trabalho conjunto foi realizado, pela primeira vez, para o ano de 2002 e teve continuidade para o ano de 2005 com o objetivo de mapear o universo associativo e fundacional, no que tange à sua finalidade de atuação e sua distribuição espacial. Esta edição do estudo contou também com a participação da Secretaria-Geral da Presidência da República. A metodologia do estudo passou por uma reformulação para incorporar novos critérios para seleção de unidades ativas no Cempre, banco de dados utilizado como base do estudo, e, ainda, absorver as mudanças introduzidas com a implementação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0, que contribui na determinação da finalidade das entidades.

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domingo, 2 de novembro de 2014

IBGE - Censo Agropecuário 2006
















O Atlas do Espaço Rural Brasileiro, lançado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que a agricultura familiar abrange 84,4% dos estabelecimentos agropecuários do País (4,4 milhões), mas cobre apenas 24,3% da área (80 milhões de hectares). A área média dos estabelecimentos com agricultura familiar é de 18,3 hectares, enquanto a dos com agricultura não familiar era de 330 hectares. O Nordeste tinha cerca de 50% do total de estabelecimentos com agricultura familiar, além da maior área, cerca de 35% do total do País. O atlas integra dados do Censo Agropecuário 2006 e das pesquisas populacionais, sociais, econômicas e ambientais do Instituto, oferecendo uma dimensão espacial, com o objetivo de retratar a complexa realidade territorial do campo brasileiro. A pesquisa mostra que, embora as máquinas e insumos agrícolas marcaram a modernização da agricultura, a atual fase do processo está baseada no consumo intensivo de capital intelectual, que congrega uma série de conhecimentos, bancos de dados e técnicas, como irrigação, sementes certificadas e transgênicas, assistência técnica, plantio direto, transferência de embriões, confinamento e inseminação e rações industriais.

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IBGE - Brasil Em Números
















O material é organizado com dados atuais e abrange informações sobre a área territorial do Brasil, assim como detalhamentos por estados. Temas como educação, saúde, economia, turismo, ciência e tecnologia, agropecuária, organização política, entre outros, são abordados em dados, além de comparações sobre cenários nacionais feitas ao longo dos anos. A linguagem é acessível e permite ao leitor realizar pesquisas e se informar sobre diversos assuntos relativos ao Brasil. Alguns aspectos culturais como obras de artistas e escritores são demonstrados de forma paralela à leitura, valorizando a história do Brasil. Um dos pontos de destaque da publicação é a demonstração da realidade energética do País. Há, ainda, tópicos sobre o crescimento na área de influência da economia brasileira. Por meio de gráficos, o material apresenta também a produção de petróleo e a oferta interna por países selecionados. Repasses do governo federal para estados e instituições são apresentados, assim como, os investimentos em educação, saúde e agricultura familiar.

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