Postagem em destaque

Estamos Em Uma "Casa" Nova

Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

Mostrando postagens com marcador Geografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Geografia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Maria Clélia Lustosa Costa & Eustógio Wanderley Correia Dantas (Orgs.) - Vulnerabilidade Socioambiental Na Região Metropolitana De Fortaleza














Transformações sociais e econômicas de grande intensidade têm alterado sensivelmente a qualidade de vida nas metrópoles brasileiras. A expansão da malha metropolitana para as cidades do entorno e o crescimento populacional têm ampliado e tornado mais visíveis as desigualdades socioespaciais. Neste processo, a apropriação de espaços públicos e áreas de preservação ambiental por grupos sociais diferenciados, ricos e pobres, tem degradado as condições de vida da população. Políticas públicas, elaboradas com base em teorias de desenvolvimento econômico, desenvolvimento econômico social, desenvolvimento sustentável e desenvolvimento humano, foram aplicadas, visando superar o chamado “subdesenvolvimento” de alguns países e as desigualdades sociais e econômicas internas. Este enfoque passa por mudanças a partir da década de 1970, com a realização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em Estocolmo, cujos debates resultaram na elaboração de convenções e tratados internacionais voltados à mitigação/redução dos impactos socioambientais em escala local e global.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Eustógio Wanderley Correia Dantas - Maritimidade Nos Trópicos














Desde o último quartel do século XX, a geografia e ciências afins vivenciam reflexão em torno das representações da sociedade em relação ao mar e ao marítimo, convencionada de maritimidade, “ [...] maneira cômoda de designar conjunto de relações de uma população com o mar – aquelas inseridas no plano das preferências, das imagens e das representações coletivas em particular.” O mar e o marítimo tomam corpo e denotam, na atualidade, um verdadeiro fenômeno de sociedade. Marco da força adquirida por esta temática foi a Exposição Internacional de Lisboa, realizada em 1998 e intitulada Os Oceanos, um Patrimônio Para o Futuro. Nela a maritimidade adquire conotação especial, dado explícito em seus quatro sub-temas: conhecimento dos mares, recursos dos oceanos; os oceanos e o equilíbrio planetário; os oceanos e os lazeres; os oceanos, fonte de inspiração artística, sobretudo nos dois últimos.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Eustógio Wanderley Correia Dantas & Outros - De Cidade A Metrópole














Nos últimos decênios produziu-se largamente sobre a cidade de Fortaleza. Obras clássicas, datadas e representativas de suas épocas constituem um acervo rico, mas lamentavelmente com disponibilidade reduzida, principalmente quando se referem a resultados de trabalhos de pesquisa não veiculados em livros e periódicos. A necessidade de compreensão da cidade na atualidade impõe considerar estas fontes, elucidativas de uma época e indicadoras das tendências postas à política de modernização empreendida na cidade e de constituição da metrópole. De Cidade A Metrópole foi construído a partir
da associação estabelecida entre três professores-pesquisadores associados ao Observatório das Metrópoles, Eustógio Wanderley Correia Dantas, Maria Clélia Lustosa Costa e José Borzacchiello da Silva e da colaboração de professora-pesquisadora Maria Salete de Souza, a disponibilizar texto clássico da área.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Marcos A.Timbó - Elementos De Cartografia














O material visa dar suporte à aulas de cartografia de forma que ao término da exposição dos conteúdos do curso o estudante seja capaz de entender os elementos e conceitos fundamentais de cartografia, ler e interpretar mapas, cartas e plantas topográficas, elaborar mapas e plantas simplificadas, atualizar e complementar esses produtos cartográficos. Alguns itens citados no sumário são: Conceitos e campos de aplicação da cartografia, ciência e tecnologia de suporte, representação cartográfica do planeta Terra, etapas de produção de mapas topográficos, interpretação de mapas topográficos, precisão cartográfica, entre outros.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Paola Verri De Santana - Ecoturismo: Uma Industria Sem Chaminé?














O enfoque desenvolvido na Geografia Humana onde o espaço geográfico é produzido pelo homem através de um processo histórico de transformação da natureza orienta a discussão e a compreensão do objeto de estudo. É neste sentido que o espaço geográfico é produzido pelo homem através de um processo histórico de transformação da natureza. Quando entendido como espaço social é especialmente para testemunho de que é produto das relações sociais de produção, além de ser nele onde elas se realizam. O espaço, enquanto uma dimensão da sociedade, é homem e natureza e manifesta-se como espaço físico e social das relações objetivas entre sujeito e objeto que o faz humanizado. Isso não implica em concluir que o homem seja puramente o sujeito, porque este não se separa da natureza inclusive porque para se fazer como tal também sofre relação objetiva. Isto é, um ser indissociavelmente dotado sujeito e objeto. Contudo, o homem se diferencia nestas relações dialéticas quando de posse de sua liberdade de ter a consciência de sua ação, trabalho e busca pela satisfação de suas reais necessidades. Dialéticas porque o homem se impõe como sujeito se também for um ser objetivo, até mesmo nas relações entre homens. O momento marca o processo em que o homem passa a fazer sua própria história e deixa de pertencer simplesmente a uma história da natureza, da Terra, do universo. Assim o homem não é só parte da natureza, se a natureza é julgada socializada, ela torna-se para a consciência humana sua própria extensão.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

César Ricardo Simoni Santos - Brasília: Do Projeto Hegeliano Ao Espaço Da Acumulação














Na primeira parte, a construção de Brasília é analisada do ponto de vista da racionalidade que fundamenta o plano urbanístico, o projeto de transferência da capital e o programa de modernização do Estado no Brasil. Nesse momento são postos em destaque os planos de identidade que essa racionalidade mantém com a filosofia e o pensamento hegelianos. É nesse plano que a teleologia hegeliana transforma-se em projeto de finalização da história, tendo o espaço urbano de Brasília como símbolo maior, produto e condição de realização desse projeto (sempre incompleto). Trata-se, pois, de um projeto de constituição de uma hegemonia estatista que se consolida no domínio efetivo do espaço (e do território). A imposição dessa racionalidade tem, portanto, na produção e na organização do espaço um de seus elementos estruturantes. A produção de um espaço racional, lógico e “higiênico” faz parte da “lisibilidade” das normas e da ordem que são próprias da dominação do Estado. Ao mesmo tempo, a promoção dessa ordem é avessa ao diferente e às contradições e somente se realiza a partir da aniquilação dos diversos conteúdos sociais e históricos que não se coadunam ao projeto. É nesses termos que o esforço de finalização da história carrega consigo um elevado teor de violência e aniquila os conteúdos do espaço social. Esse esvaziamento advém de um esforço de substituição da história pela lógica, de um esforço de superação que essa racionalidade executa sobre o movimento contraditório da história. O espaço “quase pura lógica” de Brasília carrega esse sentido.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Lívia Maschio Fioravanti - Da Periferia À Centralidade: Reestruturação Do Espaço E Valorização Imobiliária No Bairro Do Jaguaré, São Paulo














Durante os últimos quarenta anos o distrito do Jaguaré, na zona oeste do município de São Paulo, tem sofrido intensas transformações sócio-espaciais: deixou de ser periférico e essencialmente industrial para se tomar espaço privilegiado para a construção de empreendimentos imobiliários e estratégico ponto de passagem para outros bairros e cidades próximas à medida que avenidas foram construídas. O distrito passa por forte valorização imobiliária devido à sua grande acessibilidade para outros pontos da cidade - está próximo de municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo, é delimitado pela Marginal do Rio Pinheiros e apresenta fácil acesso para rodovias que conectam a capital com o interior paulista - e à concentração de áreas verdes em seu entorno, representadas principalmente pelo Parque Villa Lobos e pela Cidade Universitária. O Jaguaré consolida-se como uma nova centralidade na cidade de São Paulo, reiterada com as intervenções urbanísticas previstas pela Operação Urbana Vila Leopoldina-Jaguaré. Por meio de levantamento bibliográfico e da realização de trabalhos de campo, pretende-se analisar a produção do espaço do Jaguaré a partir da passagem do capital industrial para o capital financeiro, atualmente articulado ao setor imobiliário. A partir do distrito do Jaguaré, será investigado como os interesses econômicos do capital se relacionam com os interesses políticos do Estado e fundamentam a apropriação privada do espaço e a fragmentação e valorização do solo urbano.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Marcelo Lopes De Souza - ABC Do Desenvolvimento Urbano














O que faz, afinal, de uma cidade uma cidade? O que tem sido comum a todas as cidades através dos tempos? Será que a causa básica dos graves problemas das maiores cidades brasileiras é o seu tamanho, como teima o senso comum em insistir7 Como podem esses problemas ser adequadamente enfrentados? Oferecer respostas para essas e outras perguntas, de forma não simplista, mas, ao mesmo tempo, acessível a um público leigo, é o objetivo deste livro. Ao nos debruçarmos mais detidamente sobre certas questões que envolvem as causas dos problemas urbanos e as maneiras de superá-los, verificamos que as respostas que muitos, no quotidiano, têm na ponta da língua são apenas enganadoramente "óbvias" e, com freqüência, incompletas ou equivocadas. Não que aqueles que não são pesquisadores do urbano não devam se pronunciar sobre as causas e as soluções para aquilo que os aflige em seus espaços de moradia, trabalho, circulação e lazer - longe disso! Eles podem e devem fazê-lo, pois têm o direito de tomar parte nas decisões sobre o futuro de suas cidades. No entanto, não seria mais proveitoso se eles pudessem participar de debates e deliberações públicos tendo travado algum tipo de contato prévio com o acervo de conhecimentos técnico-científicos que, ha decadds, vem sendo produzido sobre as cidades brasileiras ou sobre as cidades em geral?

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Maisa Cardoso (Edit.) - Desertificação, Degradação Da Terra E Secas No Brasil














O Estudo Desertificação, degradação da terra e secas no Brasil reúne contribuições de vários pesquisadores brasileiros sobre o tema Desertificação, degradação de terras e secas (DLDD, na sigla em inglês) tendo como foco a situação particular do Semiárido brasileiro, uma região tradicionalmente sujeita a secas e a processos de degradação da terra e desertificação. O trabalho é pioneiro na área. A expectativa é que essa iniciativa dê início a uma série de estudos semelhantes em outras áreas e países da América Latina e Caribe e que, dentro de algum tempo, se possa ter um quadro consolidado da situação de DLDD em toda a região.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
Baixe a versão em inglês aqui.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Patricia Elizabeth Polo Almeida - Modos De Vida: Una Categoría Esencial En Geografía Y Salud (Espanhol)














De la literatura revisada dentro de las áreas de Ecología Política y Salud Colectiva Latinoamericana, se observa que modos de vida ha sido tratado como un concepto, principio metodológico y espacio/territorio de intervención o de posibilidades de construcción. Se resalta diferencias sustanciales en cuanto al desarrollo de modos de vida al contrastar las propuestas latinoamericanas y anglosajonas, estas divergencias incluso existen al interior de cada una de estas dos propuestas teóricas. Se concluye la importancia de explicitar categorías de análisis y operativización, para construir inclusivamente teoría y relaciones sociales desde el encuentro.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Ruth E. Nogueira (Org.) - Geografia E Inclusão Escolar: Teoria E Práticas














Esta coletânea criteriosamente organizada tem a finalidade de abordar a temática da inclusão escolar no ensino de geografia, e colaborar para a necessária aproximação entre a academia e a escola enquanto entrelaça teorias e práticas. A organização é pautada em três vertentes: nas palestras de convidados que colaboraram na disciplina de Ensino de Geografia e Inclusão Educacional ministrada no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSC (PPGG); nas pesquisas e orientações de dissertações desenvolvidas pela organizadora no âmbito PPGG; nos trabalhos apresentados e discutidos pelos alunos (alguns deles professores na escola pública) nas aulas da pós-graduação.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Aloysio Marthins De Araujo Junior & Carlos José Espíndola - Geografia Econômica: Pesquisa E Ensino Na Ação Docente














O livro é composto de duas partes que podem ser lidas de forma independente, ambas com grande riqueza teórica e exemplos empíricos, o que facilita o entendimento da abordagem dos autores sobre o assunto. É possível também fazer uma leitura conjunta, na qual as duas partes do livro se complementam, mostrando como o ensino e a pesquisa se inter-relacionam e como é possível o uso de estudos comparativos na explicação de temas ligados à Geografia Econômica. Na primeira parte a discussão sobre os sistemas de ensino no Brasil e na Espanha dão a base para se tratar da especificidade do ensino da Geografia Econômica. Partindo-se desta discussão e da evolução do pensamento geográfico chega-se a uma interessante proposta metodológica para o ensino desta disciplina, algo muito útil para professores universitários e do ensino básico. A segunda parte do livro trata de um estudo de caso, o da cadeia produtiva da carne suína, na qual conceitos importantes como industrialização, tecnologia, ciclos, estratégias empresariais e inovação são tratados como base explicativa da dinâmica do setor analisado no Brasil e na Espanha. O uso da ideia de gênese e desenvolvimento de um setor econômico mostra a lei do movimento e identifica as principais questões que explicam a dinâmica espacial ligada à atividade econômica.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Arthur Leandro & Outros (Orgs.) - Por Uma Cartografia Crítica Da Amazônia














Em agosto/setembro de 2011 estivemos juntos em encontros promovidos pela iniciativa Networked Hacklab em sua versão amazônica - que buscou inverter o caminho usual do espetáculo para privilegiar um grupo pensante que buscasse refletir pontos críticos da Amazônia, debatendo e analisando também formas de mapeamento e processos cartográficos radicais. Esses encontros favoreceram trocas e circulação de informação sobre uma realidade amazônica, evidenciando seus processos em rede e assuntos convergentes sobre um território político historicamente complexo. A iniciativa ao norte juntou uma rede de pesquisadores, artistas, ativistas e organizações a fim de ampliar um debate sobre arte e tecnologia, de acordo com as perspectivas e reflexões sobre a relação entre poder e espaço geográfico na região amazônica. Para promover o diálogo em rede, experimentamos o cruzamento com iniciativas de outras regiões - incluindo as bordas com a América Latina, buscando compartilhar soluções para uso de tecnologias sociais em diálogo com as novas tecnologias de informação. Depois de 6 meses analisando e reunindo arquivos (artigos, relatos, entrevistas, imagens fotográficas, áudios, vídeos), o projeto é retomado em 2012 para a produção de um Dossiê, uma coleção de documentos semeados durante um processo, e divididos em fascículos baseados na sumarização do álbum finalizado após as imersivas de Belém e Santarém - http://hacklab.comumlab.org/photos. O objetivo do dossiê é apresentar uma documentação em série, perfazendo um mapeamento que evidencia qual o recorte, pontos geográficos e quais as interações possíveis foram identificadas em torno da arte e as tecnologias na região.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

domingo, 2 de outubro de 2016

Antonio Carlos Robert Moraes & Wanderley Messias Da Costa - Geografia Crítica: A Valorização Do Espaço














A valorização do espaço é o primeiro de dois volumes destinados a delinear uma proposta crítica para a Geografia da Sociedade. Uma proposta com uma clara definição metodológica, fundamentada no Materialismo Histórico e Dialético, mas sem uma leitura dogmática do Marxismo. A relação sociedade-espaço estará no centro da discussão, que retoma o debate da Economia Política clássica sobre a origem do valor. Os autores buscam estabelecer os pressupostos de uma análise marxista do temário específico da Geografia Humana.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Milton Santos - Por Uma Geografia Nova














Milton Santos, geógrafo brasileiro de fama internacional, contribuiu com este trabalho, ´Por uma Geografia Nova´, para uma análise acurada dessa ciência, seguida de uma fecunda síntese, que apontava o caminho do futuro, ao mostrar que, se ´o espaço é a casa do homem e também a sua prisão´, devem os geógrafos, ao lado de outros cientistas sociais, lutar por um espaço verdadeiramente humano, mais amplo, ´que una os homens por e para o seu trabalho´.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Milton Santos, Maria Adélia De Souza & María Laura Silveira (Orgs.) - Território, Globalização E Fragmentação














Os ensaios que formam este livro constituem a versão original ou ligeiramente modificada de alguns dos textos apresentados durante o Seminário Internacional homônimo, de 1993, organizado pela Associação Nacional de Pós-Graduação em Estudos Rurais e Urbanos e pelo Departamento de Geografia da USP. Indispensável para se entender a reorganização dos territórios em tempos de globalização.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

sábado, 1 de outubro de 2016

Antonio A. Arantes (Org.) - O Espaço Da Diferença














Este volume foi organizado com um duplo objetivo que, sem dúvida alguma, se realiza plenamente: o de servir de referencial didático para alunos da área de antropologia urbana e o de provocar discussões profundas e produtivas entre pesquisadores de diversas áreas que se ocupam com questões pertinentes às cidades, suas configurações urbanas do social, das relações entre sujeitos e espaços vividos. São estudos, pois, que contemplam a tão almejada interdisciplinaridade, sem no entanto - e esse é sem dúvida um dos grandes méritos do conjunto deste volume -, produzir um amálgama de disciplinas sem referenciais teóricos e metodológicos. Importa ainda localizar sua concepção: o livro (constituindo-se de 12 ensaios e 13 autores) foi organizado a partir dos trabalhos de ensino e pesquisa no interior da área Espaço e Poder do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, através dos projetos Construindo a Democracia: cidadania, nação e a experiência urbana contemporânea (financiado pela Fundação Rockefeller) e Identidades: reconfigurações de cultura e política (apoiado pelo programa nacional Pronex/Finep). Livro composto por estudos de questões brasileiras e internacionais, os autores que dele participam (de diversas nacionalidades) têm em comum a necessidade de dar visibilidade a práticas sociais que se caracterizam hoje, fortemente, nas palavras de seu organizador, pela presença de "informações, princípios éticos e argumentos construídos em espaços sociais mundializados". Espaços sociais que, no enredamento das atuações da academia e dos profissionais que se voltam para esta questão, como as atuações do mercado de bens culturais e das instituições de comunicação, têm ganhado novos sentidos que deslocam suas relações com o espaço urbano, com o espaço vivido. É importante chamar a atenção para o fato de que não é o acaso que leva o organizador a falar em espaços sociais mundializados. Os diversos estudos presentes no volume bem demonstram o esvaziamento de sentidos e sua banalização produzidos pelo emprego do termo 'globalização', massiva e largamente utilizado, sobretudo pela mídia em geral.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Manuel Correia De Andrade - Geografia: Ciência Da Sociedade














O livro expõe de maneira didática e interessante os períodos pelos quais a Ciência da Geografia e o pensamente geográfico passaram até chegar aos dias atuais e os desafios que ainda enfrentam. Bem interessante para os simpatizantes das Ciências como um todo.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Andrea Wulf - A Invenção Da Natureza: A Vida E As Descobertas De Alexander Von Humboldt














A invenção da natureza revela a extraordinária vida do explorador, geógrafo e naturalista alemão Alexander von Humboldt (1769-1859), o cientista mais conhecido de seu tempo. Com suas descobertas, fruto de expedições pelo mundo afora (escalando os vulcões mais altos do mundo, cruzando a Sibéria em plena epidemia de praga, navegando pela então ameaçadora Amazônia), gerou inveja em Napoleão Bonaparte, inspirou Simón Bolívar em sua revolução e Darwin a zarpar com seu navio Beagle. Sua história é contada neste livro de forma saborosa e profunda, partindo de uma ampla pesquisa sobre o homem que concebeu a maneira como vemos a natureza hoje. Best-seller nos Estados Unidos e na Inglaterra, e com os direitos vendidos a mais de 20 países, A invenção da natureza foi aclamado pela crítica e ganhou prêmios como o Costa Biography Award e o Los Angeles Times Book Prize de 2016.

Baixe o arquivo no formato epub aqui.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Claudio J. B. De Carvalho & Eduardo Almeida (Orgs.) - Biogeografia Da América Do Sul: Padrões & Processos














A megadiversidade e a exuberância da América do Sul sempre despertaram a curiosidade e o empenho em pesquisas de inúmeros cientistas. Contudo aliteratura especializada carecia de um bom texto em português quedivulgasse ideias novas e simplificasse o entendimento da Biogeografia uma ciência dinâmica e de contínua evolução.Biogeografia da Américado Sul - Padrões e Processos é o livro que oferece os mais novosconceitos desenvolvidos por 26 autores com experiência nos diversosmétodos biogeográficos em texto fluente e abrangente acompanhado deglossário e pranchas coloridas.É uma referência fundamental paraprofessores estudantes e profissionais das áreas de Biogeografia Biologia da Conservação Botânica Ecologia Geografia Geologia Zoologia e outras.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.