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domingo, 27 de novembro de 2016

Pablo Bereciartua & Marcio De Miranda Santos (Edits.) - Desafios Dos Sistemas Nacionais De Inovação: Inovação Para O Crescimento Socioeconômico E O Desenvolvimento Sustentável














A publicação trata do Seminário Binacional Argentina – Brasil sobre “Desafios dos Sistemas Nacionais de Inovação (SNI): Inovação para o Crescimento Socioeconômico e o Desenvolvimento Sustentável”,  realizado nos dias 20 e 21 de abril de 2006, no Instituto Tecnológico de Buenos Aires (ITBA). O evento foi realizado pelo CGEE  em parceria com o Centro de Estudos Estratégicos para o Desenvolvimento Sustentável (CEEDS), da Argentina. O propósito do evento foi analisar conjuntamente a situação dos SNI nos dois países...

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Luís Augusto Barbosa Cortez (Coord.) - Plano De Voo Para Biocombustíveis De Aviação No Brasil: Plano De Ação














A indústria da aviação estabeleceu metas ambiciosas para reduzir as emissões de dióxido de carbono e crescer numa base sustentável. Apesar dos avanços possíveis na eficiência de uso de combustíveis, para alcançar as metas de redução de emissões da indústria serão precisos biocombustíveis produzidos de maneira sustentável que atendam às necessidades técnicas da aviação. Nos próximos 20 a 40 anos, a indústria fará uma transição para o uso de biocombustíveis sustentáveis em substituição aos combustíveis de aviação baseados em petróleo. O uso de biocombustíveis na aviação deverá ser eficaz, eficiente e vantajoso dos pontos de vista ambiental, social e econômico.

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Marcio De Miranda Santos (Sup.) - Apoio À Inovação: Desenvolvimento E Implementação Dos Novos Instrumentos














Trata-se de atividade voltada à lei de inovação e de propriedade intelectual, em especial para a elaboração de normativos, no que se refere à geração de subsídios técnicos na complementação de instrumentos de apoio à subvenção econômica, incentivos fiscais para ciência e tecnologia.

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sábado, 26 de novembro de 2016

Jean Drèze & Amartya Sen - Glória Incerta: A Índia E Suas Contradições














Combinando economia, política, história e direito, Jean Drèze e Amartya Sen - dois dos maiores economistas da Índia - apresentam as transformações que aconteceram na economia e sociedade do país após a independência, em 1947, que deu fim a dois séculos de subjugação colonial britânica. A Índia adotou um sistema político democrático, com vários partidos, liberdade de expressão e amplos direitos políticos, e alcançou um crescimento econômico bem acelerado nas últimas três décadas, tornando-se uma das economias que crescem com maior velocidade no mundo. Ocorreram, porém, grandes falhas, tanto na promoção de um crescimento participativo quanto na aplicação dos recursos públicos gerados pelo crescimento econômico para melhorar as condições de vida dos indianos. Os autores mostram que os principais problemas do país encontram-se na falta de atenção às necessidades essenciais da população, especialmente dos pobres e das mulheres. Estatísticas consistentes e comparações com outros países, como China, Brasil e Rússia, apontam que o governo não investiu na expansão da infraestrutura física e social da Índia e, como consequência, há uma inadequação continuada dos serviços sociais, como a educação, a assistência médica e a imunização, bem como do fornecimento de água potável, energia elétrica, transporte e saneamento.

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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Fabio Giambiagi & Octavio De Barros - Brasil Globalizado: O Brasil Em Um Mundo Surpreendente














Esta obra apresenta abordagens distintas, mas que partem de uma base comum: a plena certeza de que o Brasil pode aprofundar o seu amadurecimento em um futuro próximo e ocupar um merecido espaço no cenário econômico mundial.

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Maria Chaves Jardim & Márcio Rogério Silva - Programa De Aceleração Do Crescimento (PAC): Neodesenvolvimentismo?














Fugindo de leituras ideologizantes e abstratas, este livro aborda as novas relações entre Estado e mercado no Brasil contemporâneo, principalmente durante o governo Lula, tendo como objeto empírico o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e suas diversas nuanças, como o papel do PAC durante a crise de 2008, a geração de novos postos de trabalho, a inclusão social pelas finanças e a introdução de infraestrutura e serviços por meio de parcerias entre entidades públicas e privadas.

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Fabio Giambiagi & Paulo Tafner - Demografia: A Ameaça Invisível: O Dilema Previdenciário Que O Brasil Se Recusa A Encarar














Quem lê este livro vê como a segurança que a Previdência Social traz ao país pode se transformar em um sério problema para o desenvolvimento, se esse seguro social não se beneficiar de alguns ajustes nos próximos anos. Os autores mostram com riqueza de detalhes, mas sem perder a leveza de estilo, que é desejável que se aumentem os anos de contribuição em relação aos de aposentadoria, para não correr o risco, daqui a algumas décadas, de ter que diminuir o valor da aposentadoria; Essa é uma aritmética ao alcance do povo, quando apresentada com a honestidade como fazem Tafner e Giambiagi; Os autores ainda dão razões irrefutáveis para encararmos esse desafio não como um sacrifício, mas como uma oportunidade provavelmente menos dolorosa do que parece e cujos resultados serão usufruídos por todos os brasileiros por muitos anos.

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Fabio Giambiagi & Alexandre Schwartsman - Complacência














O objetivo da obra é atualizar de forma organizada para o contexto do final de 2014 a crítica que os autores têm feito nas suas respectivas atuações profissionais à ausência de medidas mais incisivas por parte do Governo em relação aos determinantes de crescimento da economia brasileira, em um contexto em que o espaço para crescimento a partir de estímulos à demanda tende a se esgotar. A crítica se direciona à falta de medidas mais profundas nos últimos anos relacionadas com a necessidade de melhorar a educação, estimular os investimentos em infraestrutura, elevar a poupança doméstica e melhorar os indicadores de produtividade.

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Michael Lewis - Bumerangue














Para entender as causas da atual crise econômica e seus desdobramentos, o jornalista Michael Lewis embarcou com seu agudo senso de curiosidade para a Europa, onde foi examinar de perto a situação enfrentada em alguns países. Sua marca registrada é contar histórias importantes por meio de pessoas extraordinárias e, neste livro, ele conversa com políticos conhecidos e poderosos, financistas visionários, acadêmicos notáveis e também com figuras menos ilustres porém igualmente surpreendentes. Na Grécia, Lewis visitou um monge que descobriu como explorar o capitalismo grego para salvar seu mosteiro falido. Na Islândia, falou com o primeiro-ministro e investigou como pescadores deixaram seu ofício e foram se meter em operações cambiais milionárias. Na Irlanda, conversou com o professor de economia que foi o primeiro a alertar sobre o perigo da bolha imobiliária local. Na Alemanha, teve acesso ao gabinete do vice-ministro das Finanças e procurou entender como os alemães, que ignoraram a oferta de crédito fácil e que são tão avessos ao risco, usaram seu dinheiro para permitir que estrangeiros cometessem loucuras.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Daniel De Pinho Barreiros - Os Debates Sobre A Transição: Ideias E Intelectuais Na Controvérsia Sobre A Origem Do Capitalismo














Os debates sobre a transição são, sem dúvida, algumas das mais belas páginas da moderna historiografia do Ocidente. Com a força de sua originalidade e abrangência, influenciaram, ao longo de décadas, diversas gerações de historiadores e membros das demais ciências sociais. Nesse percurso, contribuíram para colocar a pesquisa histórica em um novo patamar de excelência e rigor, ao apontar para a necessidade de explorar fontes inéditas e desafiadoras como recurso fundamental do trabalho historiográfico. Seu ponto de partida foi a obra de Karl Marx, sobretudo os capítulos históricos apresentados nos vários volumes de O capital, cuja potencialidade como hipóteses de trabalho não tinha sido ainda explorada com toda a intensidade por aqueles que se interessavam pela origem do capitalismo como questão histórica. Principalmente no capítulo sobre a acumulação primitiva do capital, Marx delineou os aspectos elementares do processo histórico que originou aquilo que de fato, segundo sua visão, caracteriza o capitalismo — as suas relações sociais. Ao elaborar com clareza as instâncias fundamentais do modo de produção capitalista, Marx realçou a natureza das relações sociais no capitalismo, marcadas, de modo decisivo, pelo encontro entre dois tipos distintos de possuidores de mercadorias: de um lado, os proprietários dos meios de produção, de outro, os vendedores da própria força de trabalho. A origem histórica do capitalismo, assim, como sugerido por Marx, trata do processo que resultou nessa polarização social fundamental. Compreender o nascimento do capitalismo, portanto, significa compreender os mecanismos por meio dos quais forjaram-se as relações sociais capitalistas.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

João Sicsú - Dez Anos Que Abalaram O Brasil. E O Futuro?














Leitura recomendada para aqueles que desejam compreender a grande mudança que ocorreu no País no decênio 2003 -2012. Os governos dos presidentes Lula e Dilma fizeram história para o povo brasileiro. Não é possível analisar esses dez anos sem falar do povo, do trabalhador, da redução do desemprego e da distribuição da renda. O livro de João Sicsú traz análises e números que retiram o debate do campo ideológico, mostra a realidade como ela é. Mostra os avanços, as dificuldades e os desafios. É livro para ser lido e consultado de forma permanente.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Amélia Luisa Damiani (Coord.) - O Futuro Do Trabalho: Elementos Para Discussão Das Taxas De Mais-Valia E De Lucro














Este texto é parte de um processo de debate sobre os Grundrisse de Karl Marx, realizado no Laboratório de Geografia Urbana - LABUR - do Departamento de Geografia, da Universidade de São Paulo. Ele tem como finalidade encontrar elementos para o estudo de nossa sociedade, neste momento em que ela demonstra uma crise do trabalho. Trata-se de um texto provisório, de uma discussão em andamento. Num primeiro momento, para nós, esta crise apareceu como crise do emprego. Assim, fomos debater a extensão do desemprego na mundialidade. Foi esta porta de entrada que nos levou a estender o sentido de nossa observação: o desemprego é real e, ao mesmo tempo, aparência, de um fenômeno ainda mais amplo, a crise do trabalho, de modo geral. Trata-se de uma crise de emprego reveladora de que o processo do capital inclui, junto com a necessidade do trabalho, a sua destituição, negação. Para compreender essa crise foi preciso tentar aprofundar os estudos da dinâmica do capitalismo, focalizando a relação capital-trabalho. Chegamos à consideração de que a consciência do processo como um todo envolvia o conhecimento da relação e da diferença entre a mais-valia e o lucro e nosso esforço aqui é começar a explicá-los. Através destas categorias de análise do capitalismo, revelar mais profundamente qual é a nossa situação social.

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Michel Beaud - História Do Capitalismo














Da crescente hegemonia espanhola, financiada graças à pilhagem do ouro das Américas, até a Revolução Industrial inglesa. Do colonialismo imperialista do século XIX, até a atual supremacia norte-americana e as crises capitalistas no século XX. 500 anos de História, 500 anos de capitalismo como o modo de produção dominante em nível mundial. De 1500 a 1980, Michel Beaud reconstitui, analisa e discute o significado econômico das guerras e conquistas, o significado sociológico da confrontação de classes e a contraposição da doutrina liberal capitalista à comunista.

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Paola Verri De Santana - Ecoturismo: Uma Industria Sem Chaminé?














O enfoque desenvolvido na Geografia Humana onde o espaço geográfico é produzido pelo homem através de um processo histórico de transformação da natureza orienta a discussão e a compreensão do objeto de estudo. É neste sentido que o espaço geográfico é produzido pelo homem através de um processo histórico de transformação da natureza. Quando entendido como espaço social é especialmente para testemunho de que é produto das relações sociais de produção, além de ser nele onde elas se realizam. O espaço, enquanto uma dimensão da sociedade, é homem e natureza e manifesta-se como espaço físico e social das relações objetivas entre sujeito e objeto que o faz humanizado. Isso não implica em concluir que o homem seja puramente o sujeito, porque este não se separa da natureza inclusive porque para se fazer como tal também sofre relação objetiva. Isto é, um ser indissociavelmente dotado sujeito e objeto. Contudo, o homem se diferencia nestas relações dialéticas quando de posse de sua liberdade de ter a consciência de sua ação, trabalho e busca pela satisfação de suas reais necessidades. Dialéticas porque o homem se impõe como sujeito se também for um ser objetivo, até mesmo nas relações entre homens. O momento marca o processo em que o homem passa a fazer sua própria história e deixa de pertencer simplesmente a uma história da natureza, da Terra, do universo. Assim o homem não é só parte da natureza, se a natureza é julgada socializada, ela torna-se para a consciência humana sua própria extensão.

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Daron Acemoglu & James Robinson - Por Que As Nações Fracassam: As Origens Do Poder, Da Prosperidade E Da Pobreza














Por meio de um texto instigante, Por que as nações fracassam responde à pergunta que há séculos instiga diversos estudiosos: por que algumas nações são ricas e outras são pobres, divididas por riqueza e pobreza, saúde e doença, comida e fome? Neste livro, Daron Acemoglu e James Robinson tratam das diferenças abissais de receita e padrão de vida que separam os países ricos do mundo, como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, dos pobres, como os da África subsaariana, América Central e do Sul da Ásia. Os autores fazem uma demonstração cabal de que são as instituições políticas e econômicas que estão por trás do êxito econômico (ou da falta dele). De maneira convincente, Acemoglu e Robinson afirmam que os países só escapam à pobreza quando dispõem de instituições econômicas adequadas, sobretudo a propriedade privada e a concorrência. Eles defendem, ainda, a tese original de que a probabilidade de os países desenvolverem instituições de forma acertada é maior quando eles contam com um sistema político pluralista e aberto, com disputa de cargos políticos, eleitorado amplo e espaço para a emergência de novos líderes políticos. Trata-se de uma leitura que oferece um vastíssimo leque de exemplos históricos para demonstrar como mudanças podem contribuir para instituições favoráveis, inovações progressistas e êxito econômico ou, ao contrário, para instituições repressoras e, em última instância, decadência ou estagnação.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Tiago Bernardon De Oliveira - Trabalho E Trabalhadores No Nordeste: Análises E Perspectivas De Pesquisas Históricas Em Alagoas, Pernambuco E Paraíba














Ao longo das últimas quatro décadas, a história social do trabalho se tornou um dos mais consolidados ramos da historiografia brasileira. Seus temas, objetos, temporalidades e enfoques teórico-metodológicos se diversificaram, permitindo confrontar distorções e ampliar questões acerca da história da classe trabalhadora do Brasil e de suas relações com as outras classes e com o Estado. Parte dessa diversidade encontra-se reunida neste livro, composto por capítulos que tratam de balanços historiográficos e de aspectos das experiências históricas de classe de trabalhadores e trabalhadoras escravizados, libertos, “livres”, urbanos, rurais, sindicalizados ou não, de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Trata-se de uma contribuição coletiva, que almeja servir tanto ao público acadêmico, em especial a estudantes de graduação e de pós-graduação, quanto aos trabalhadores e trabalhadoras, agentes de sua própria história.

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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Evaldo Cabral De Mello - O Bagaço Da Cana: Os Engenhos De Açúcar Do Brasil Holandês














Depois de O Brasil holandês, em que Evaldo Cabral de Mello contextualiza trechos dos documentos mais importantes sobre a presença batava no Nordeste, o autor publica obra sobre os engenhos de açúcar na região, que complementa o livro anterior e constitui um instrumento valioso para o estudo da história socioeconômica do período. Em O bagaço da cana, o autor analisa aspectos da atividade canavieira nordestina entre o início da colonização portuguesa e a definitiva retirada dos holandeses, e defende que, mesmo no momento da sua maior expansão durante os anos do governo Nassau, o cultivo açucareiro não chegou a alcançar o patamar da fase anterior a 1630. O bagaço da cana é fruto de uma pesquisa exaustiva baseada em documentações de origem neerlandesa e luso-brasileira, e uma obra essencial para entender o primeiro boom econômico do Brasil Colônia.

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Slavoj Žižek - Problema No Paraíso: Do Fim Da História Ao Fim Do Capitalismo














As coisas não vão bem no paraíso capitalista global. Mas, apesar de vivermos em crise permanente, parece que ainda aceitamos a ideia de que o capitalismo representa o melhor de todos os mundos possíveis. Essa é a premissa inicial de Slavoj Zizek em Problema no paraíso. Zizek argumenta que, alternativas como maior igualdade, democracia e solidariedade são consideradas ultrapassadas e fantasiosas - ou, pior, nos levariam a uma sociedade cinzenta e supercontrolada. E diz que se queremos realmente imaginar um caminho melhor, precisamos entender que é exatamente o capitalismo que nos oferece o mais sombrio dos futuros - servindo sempre mais do mesmo sob o disfarce de mudança constante. Mergulhando em fenômenos tão diversos quanto o Gangnam Style, Marx, O Cavaleiro das Trevas, Lacan, Ernst Lubitsch e Margaret Thatcher, Zizek adverte que é preciso exigir mudanças radicais e explorar as possibilidades de novas batalhas emancipatórias. Nossos heróis de agora, explica ele, devem ser Julian Assange, Chelsea Manning e Edward Snowden - a menos que desejemos viver num mundo cheio de zumbis e vampiros.

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domingo, 13 de novembro de 2016

Marcio Pochmann - O Mito Da Grande Classe Média: Capitalismo E Estrutura Social














O redescobrimento das classes sociais representa uma mudança positiva, cada vez mais presente em descrições das novas estruturas sociais dos 'centros' e 'periferias' do capitalismo globalizado. Repare-se que até recentemente a categoria 'classe social' tinha desaparecido do léxico analítico referido à distribuição da riqueza e do poder, ocupando o primeiro plano as problemáticas de gênero, raça, etnia, religião, nacionalidade etc., cuja importância não deve ser subestimada, dada a persistência de odiosas formas de discriminação, desigualdade, violência e criminalidade. Ao mesmo tempo, não pode ser considerado casual que esse cenário controverso coincida com o declínio das utopias históricas (derrubada do socialismo real e do Estado de bem-estar social, hoje idealizado) concomitante com a expansão da contrarrevolução neoliberal, por um lado, assim como a erosão dos paradigmas culturais através dos quais interpretamos a complexa realidade social, por outro lado.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Bruno Nogueira - Reação Em Cadeia














Resultado de uma pesquisa de mestrado em comunicação, desenvolvido na Universidade Federal de Pernambuco entre 2005 e 2007. Atualizado e revisado para publicação, o livro apresenta conceitos atualizados para o estudo das indústrias culturais, uma contextualização do histórico da indústria da música no Brasil para, então, apresentar novas tensões e transformações que a cadeia produtiva da música após a popularização da internet.

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