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Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

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sábado, 26 de novembro de 2016

João Ricaldes - As Melhores Histórias Da Arte: Deus, Pecado E Paixão














Primeira obra do historiador João Ricaldes, As Melhores Histórias da Arte: Deus, Pecado e Paixão traz a você uma abordagem histórica, estética e psicológica de algumas obras primas da arte ocidental, explorando três temas desafiadores, aqui apresentados de uma forma prazerosa, leve e agradável. A primeira parte revela diferentes manifestações do sagrado na arte cristã. A segunda parte visita momentos dramáticos da história da arte – e da vida de alguns artistas - para apreciar a materialização das proibições morais na forma de dois pecados capitais (a luxúria e a soberba) e de suas promessas de castigo, o que evoca nossos próprios mecanismos de autopunição e de censura interna. A terceira parte dedica-se ao tema da paixão e da perda, impregnado de forma impressionante, apaixonante e inesquecível na escultura autobiográfica de Camille Claudel.

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João Pedro Roriz - A História Das Artes Dramáticas: Das Tragédias Gregas Ao Teatro Contemporâneo














A História das Artes Dramáticas - das tragédias gregas ao teatro contemporâneo é uma obra de João Pedro Roriz publicada exclusivamente pela Arte em Voga. Ideal para quem deseja saber mais sobre a história do teatro - arte milenar que, no mundo ocidental começou na Grécia Antiga como uma forma de culto e hoje é um veículo de transmissão de conhecimento, de protestos e de entretenimento. Através deste livro você conhecerá os mais importantes dramaturgos, teatrólogos, encenadores e atores da História Mundial. O livro possui uma linguagem acessível e oportunizará conhecimento a novos artistas, estudantes de artes e para todos aqueles que gostam de teatro.

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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Anne-Marie O’Connor - A Dama Dourada: Retrato De Adele Bloch-Bauer














É o retrato de uma época, do esplendor de Paris e Viena e da desgraça que se seguiu no pós-guerra: a perseguição e o extermínio dos judeus. Gustav Klimt, um dos maiores pintores de todos os tempos, era considerado um rebelde no final do século XIX, em Viena, quando pintou a sedutora aristocrata Adele Bloch-Bauer. Este livro é também a história da família Bloch-Bauer, de banqueiros judeus e todo o sofrimento desse povo. A dama dourada revela a saga desse quadro conhecido como O retrato de Adele Bloch-Bauer. A jornalista Anne-Marie O’Connor descreve como foi confiscado pelos nazistas e a disputa internacional entre o governo austríaco e a sobrinha de Adele anos depois.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Jorge Mautner - Kaos Total














Para celebrar os 75 anos de Jorge Mautner, João Paulo Reys e Maria Borba selecionaram uma amostra de seu acervo inédito e uniram ao material à totalidade de suas letras, parte mais cultuada de sua obra. O volume abre com um explosivo caderno de imagens: as pinturas de Mautner, nunca publicadas em livro, de estética aparentemente naïf, mas que quando apreciadas com cuidado comprovam rigor na combinação das cores e formas. Em seguida, a compilação de letras. Pérolas como “Maracatu atômico”, “Lágrimas negras” e “Vampiro”, dispostas em ordem cronológica e por álbum, revelam a fecundidade do cancioneiro de Mautner, que desde os anos 1960 enriquece nossa cultura com sua inventividade. Algumas músicas, como “O rouxinol”, flertam com o universo infantil, enquanto outras exigem alto grau de abstração, como "Tempo sem tempo". Encerram o bloco canções inéditas. Os poemas trazem mais uma face pouco familiar do artista múltiplo. O que vemos é um jorro aparentemente incontido de sentimentos e palavras, orientado por rimas e ritmo. Ou então a concisão de um poema de um só verso: “E agora sobrou o nada”. Na seção de prosa poética, deparamos com alguma ficção, poemas narrativos e em verso livre, reflexões que passeiam com naturalidade por objetos tão variados quanto Freud, Bob Dylan e Schöenberg, além do programa do Partido Revolucionário do Kaos.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Patricia Logullo (Edit.) - 100 Muros: Relato De Uma Experiência














A publicação traz um resgate histórico do desenvolvimento do projeto social 100 Muros, um registro de todos os muros de mosaicos que foram construídos pela equipe na cidade de São Paulo e um manual de orientação para replicação da experiência. O livro foi produzido em dois volumes, bilingues, e contribuiu para a divulgação desta experiência de sucesso.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Alexandre Barbalho, Lia Calabre & Antonio Albino Canelas Rubim - Políticas Culturais No Governo Dilma














O livro se objetiva a analisar e avaliar as políticas culturais executadas no primeiro mandato de Dilma Rousseff. A reflexão considera a história dessas políticas no mundo e, principalmente, no país. O percurso do Ministério da Cultura, no período, é apresentado e ao final da análise o leitor terá conhecido as continuidades, descontinuidades, avanços e retrocessos das políticas para a cultura.

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terça-feira, 15 de novembro de 2016

J. H. Vanderpoel - O Desenho Da Figura Humana














J. H. Vanderpoel ( 1857-1911), Foi um famoso artista e professor, nascido na Holanda. Transferiu-se para os Estados Unidos, tendo lecionado nos principais estabelecimentos de ensino artístico de Chicago, onde permaneceu por quase toda sua vida. Esteve em Paris por alguns anos a fim de aperfeiçoar-se, tendo tomado aulas com Boulanger e Lefevre. Na apresentação João Medeiros descreve a obra assim: Raros, assim, são os bons tratados. Esta obra contudo, muito se destaca pelas suas particularidades. Seu autor J.H. Vanderpoel -talentoso mestre da arte e desenhista excepcional -apresenta-nos um livro incomum. E duvidamos que haja outro assim do gênero, pois, na verdade é uma obra onde se irmanam e igualam brilantemente a didática séria e a produção do artista. Técnica primorosa aliada ao talento criativo de um mestre.

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domingo, 13 de novembro de 2016

Torquato Neto - Os Últimos Dias De Paupéria (Do Lado De Dentro)














Torquato Neto era um blogueiro dos anos 70. Escrevia a coluna “Geléia Geral” no jornal Última Hora, onde cobria a vida cultural brasileira (especialmente do Rio), com foco na música, no cinema e num pouco de literatura. Do teatro ele não gostava muito, mas anunciava as novidades, assim como uma ou outra notinha sobre artes plásticas. É legal acompanhar dia após dia, na sua “Geléia Geral”, a história da música brasileira (e mundial) nos ricos anos 71 e 72. Torquato, saudosista, reclamava que a MPB estava muito parada. Pra quem lê hoje soa como ironia. Eram os anos de “Fa-Tal” da Gal (Com “Vapor Barato” e “Pérola Negra”), “Transa” o (disco em inglês) cult do Caetano, “Construção” do Chico Buarque (com a faixa título mais “Cotidiano”, “Deus lhe pague”, “Valsinha” e meia dúzia de clássicos) e o discão do rei Roberto Carlos que trazia “Detalhes”, “Debaixo dos Caracói dos seus cabelos” e “Como dois e dois”. Lá fora, John Lennon estava de música nova: Imagine. E Torquato avisava a galera pra se ligar em uma banda inglesa que estava amadurecendo bem; o Pink Floyd. (Ainda dois anos distante de lançar seu mega-sucesso “The Dark Side of the Moon”). E os Novos Baianos começavam a se tornar íntimos de João Gilberto. (influência que daria origem ao clássico “Acabou Chorare”). Os últimos dias de paupéria” (organizado por Wally Salomão e Ana Maria Silva de Araújo Duarte) foi publicado postumamente. Torquato estava preparando um livro ( que devia chamar-se “Do lado de dentro”) quando se suicidou com gás de cozinha no dia do seu aniversário de 28 anos. Morreu sem publicar nenhum livrinho em vida. Deixou suas crônicas musicais, suas letras (“Geléia Geral” e “Louvação” com Gil, mais uma dezena com Caetano, Jards Macalé, Edu Lobo e a parceria póstuma de “Go Back” com os Titãs), algumas cartas (numa das quais conta como fumou haxixe com JIMI HENDRIX) e poesias – era poeta tropicalista, amigos dos concretistas e admirador da poesia marginal de Chacal, então estreante. Também dirigiu e atuou em alguns filmes Super 8. Sua empolgação com música-cinema-literatura não o segurou na vida, deprimido com a falta de liberdade da ditadura e a falta de bom gosto da esquerda. Nasceu no tempo errado. Inspirou Caetano numa de suas melhores letras; “Cajuína”, do álbum “Cinema Transcendental” (1979). Aquela que começa existencialista assim: “Existirmos, a que será que se destina?”.

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Guiomar De Grammont - Aleijadinho E O Aeroplano: O Paraíso Barroco E A Construção Do Herói Colonial














Aleijadinho existiu? De acordo com o livro Aleijadinho e o aeroplano, de Guiomar de Grammont, a resposta é “não”. Aleijadinho não “existiu”. Quem existiu foi Antônio Francisco Lisboa, escultor pobre, que viveu em Vila Rica no século XVIII e teve uma vida muito mais prosaica do que a do mito consagrado na história. Existiram diversos “Aleijadinhos”, inventados à medida que se deu a construção nacionalista de uma imagem da “arte brasileira” em diferentes contextos, do século XVIII até hoje. Cada momento criou o seu Aleijadinho em diversos gêneros literários e científicos, segundo a autora, que é doutora em barroco mineiro e diretora do Instituto de Filosofia Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto. Ao analisar os documentos reunidos sobre a história do artífice, a autora chega a conclusões absolutamente inéditas: não há prova de que Antônio Francisco Lisboa tenha sido filho de Manuel Francisco Lisboa ou de que ele tenha sido arquiteto, como afirmam os críticos que lhe atribuem o risco de diversas obras arquitetônicas, entre outros pontos polêmicos. Guiomar mostra como o mito foi reapropriado e tomado como evidência histórica, sem contestação, em diversos programas da história do pensamento sobre artes e letras no Brasil. Nos séculos XIX e XX, vários discursos interpretaram as obras atribuídas ao Aleijadinho a partir de noções raciais, ambientais, psicológicas, artísticas e políticas não existentes no tempo em que o personagem viveu.

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sábado, 5 de novembro de 2016

Ana Maria Cavalcanti Lefevre & Outros (Orgs.) - A Voz Dos Meninos: Projeto Educação Com Arte (Oficinas Culturais)











A publicação traz as impressões e o perfil dos adolescentes internados que participam das oficinas culturais desenvolvidas pelo Cenpec em parceria com a Fundação Casa. Os jovens falam suas percepções sobre as atividades de cultura e arte oferecidas (aulas de música, instrumentação, entre outras), além de retratar sua autoimagem e qual a projeção que fazem do mundo fora do centro socioeducativo.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Gárate Castro & Luis Alberto (Edits.) - Património Cultural De Timor-Leste: As "Uma Lulik" Do Distrito De Ainaro














Em termos gerais, uma lulik significa vida, uma lulik significa morte, porque é dentro da uma lulik e a seu ao redor onde tem lugar a comemoração de todo o ciclo da vida humana, desde o nascimento até a morte. A uma lulik é o centro de todas as actividades da vida do homem, neste caso a vida do povo timorense. Quando uma criança nasce é na uma lulik onde se fazem as cerimónias, os rituais de nascimento. É na uma lulik que as pessoas celebram as cerimónias e rituais de produção para fazerem as suas hortas, desde o inicio das sementeiras até à colheita. É na uma lulik que as pessoas oferecem os sacrifícios a Maromak, Deus, segundo a crença do povo timorense. É na uma lulik que as pessoas celebram os rituais e as cerimónias da morte. Podemos dizer que uma lulik na vida do povo timorense tem um significado muito amplo, porque é na uma lulik onde se realizam todas as actividades rituais relacionadas com a vida, tanto a material como a vida espiritual. A uma lulik também significa a raiz da cultura. Tem uma função fundamental na vida social porque é na uma lulik onde se concentra toda uma geração. É a através da uma lulik que se fazem as reuniões entre as gerações que compõem essa comunidade e onde toma força a ligação entre elas, identificadas com uma origem comum que é cimentada dentro da uma lulik. Cimenta a relação familiar entre gerações e por isso podemos dizer que na cultura timorense a uma lulik tem o seu papel de artéria da vida social do povo timorense. Para o povo de Timor-Leste a uma lulik é também a representação do mundo cósmico. Há uma concepção segundo a qual a uma lulik é um navio no qual todos vivem e se relacionam. Esse navio que nos transporta durante a vida real, a vida logo que vida, e também na vida além deste mundo. Portanto a uma lulik é o centro de toda a actividade, desde o nascimento até a morte, o espaço no qual têm lugar todos os eventos relacionados com o próprio ciclo da vida humana, seja o ciclo ritual como funcional.

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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Roberto Machado - Deleuze, A Arte E A Filosofia














Fazer história da filosofia é uma atividade frequentemente entendida como menor. Quando muito, é encarada como uma propedêutica à filosofia. Poderíamos interpretar desse modo a necessidade que grandes filósofos têm de repassar as posições clássicas em relação aos problemas antes de apresentarem a sua posição particular. É também assim que se afirma que não existe filosofia no Brasil, pois, segundo essa perspectiva, somos incapazes de fazer filosofia justamente porque ainda não ultrapassamos a posição de "comentadores", como se não tivéssemos posições próprias frente aos problemas filosóficos. O mais recente livro de Roberto Machado, Deleuze, a Arte e a Filosofia, mostra o equívoco dessa tese por dois motivos. Ao assumir o compromisso de não "desconhecer [a] lógica profunda ou [o] caráter sistemático" da obra de Gilles Deleuze, Machado é constrangido a desviar o foco do filósofo francês para reencontrá-lo sempre em outro lugar que não nele mesmo. Porque Deleuze fez de sua obra um "teatro filosófico" (a expressão é de Michel Foucault) onde é realmente difícil fixar a identidade de quem fala. As leituras deleuzianas da história da filosofia são repetições que sempre produzem uma novidade radical até então insuspeita, assim são verdadeiras criações.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Friedrich Nietzsche - A Gaia Ciência














A gaia ciência traz algumas das discussões de Friedrich Nietzsche a respeito de arte, moral, história, conhecimento, ilusão, mulheres e verdade. Ao longo de suas 383 seções, aparecem três noções particularmente associadas ao filósofo - a proclamação da 'morte de Deus', a ideia do 'eterno retorno' e a mítica figura de Zaratustra. Além disso, este livro inclui versos humorísticos, aforismos, breves diálogos, parábolas, poemas em prosa e pequenos ensaios.

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domingo, 16 de outubro de 2016

Clement Greenberg - Arte E Cultura














Publicado originalmente em 1961, Arte e cultura é a única coletânea de ensaios organizada por seu autor, Clement Greenberg, mais importante e influente crítico de arte norte-americano do século XX. Grande defensor do expressionismo abstrato e de seu principal expoente, Jackson Pollock, Greenberg foi um dos responsáveis por colocar os EUA na vanguarda da arte contemporânea. Sua trajetória, como bem nota o crítico Rodrigo Naves no prefácio a esta edição, “se confunde com a do surgimento da primeira grande geração de artistas americanos”. Dividido em cinco partes, que abordam a relação entre arte e sociedade, literatura e, principalmente, a produção e o legado de artistas modernos e contemporâneos centrais, o livro contém alguns dos textos que deram fama a Greenberg, como “Vanguarda e kitsch” e “Pintura de ‘tipo americano’”.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Marta Mega De Andrade, Lise Fernanda Sedrez & William De Souza Martins (Orgs.) - Corpo: Sujeito Objeto














Além das formas acadêmicas mais consolidadas sobre o estudo histórico do corpo, este livro pretende focalizar o "corpo" na história não somente como a "coisa" ou a "realidade" biológica de um sujeito, mas principalmente como forma aberta, moldável e mutável na relação sujeito/objeto, contribuindo assim para uma visão mais abrangente do corpo como lugar do encontro e da mediação sujeito/objeto. Neste sentido, alguns artigos transitam nas fronteiras da História com literatura, arte, antropologia e filosofia.

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Maurice Merleau-Ponty - A Prosa Do Mundo














Maurice Merleau-Ponty (1908-61), um dos principais nomes da filosofia francesa do século XX, deixou este manuscrito inacabado que trata da natureza da linguagem, da pintura e da atividade da expressão. Em 1969, esses escritos póstumos receberam versão final de outro filósofo, Claude Léfort, convertendo-se em um dos principais títulos de sua obra.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Gloria Ferreira & Cecilia Cotrim De Mello (Orgs.) - Clement Greenberg E O Debate Crítico














Um dos críticos de arte mais influentes do século XX e ativo protagonista no cenário artístico americano do pós-guerra, Clement Greenberg (1909-1994) definiu os princípios da estética modernista, de Manet a Pollock. Este volume, dividido em duas partes - a primeira reunindo os textos mais representativos de Greenberg, a segunda trazendo uma seleção dos mais relevantes ensaios sobre sua obra -, oferece ao leitor brasileiro a oportunidade de apreciar a qualidade da crítica de arte de Greenberg e de refletir sobre o legado de sua teoria do modernismo. O criterioso trabalho das organizadoras reflete-se na apresentação em que situam a produção de Greenberg, além da calorosa discussão em torno dela, nas notas e leituras sugeridas que acompanham cada ensaio e na bibliografia selecionada que se encontra ao final do volume.

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Will Gompertz - Isso É Arte? 150 Anos De Arte Moderna: Do Impressionismo Até Hoje














Original, irreverente, acessível e tecnicamente impecável, Isso é arte? conduz o leitor por uma excitante viagem através de mais de 150 anos de arte moderna, do impressionismo até os dias de hoje. E não poderia haver guia melhor que o editor de artes da BBC Will Gompertz. Com estilo envolvente - que mescla profundo conhecimento do assunto, ótimo texto e um delicioso senso de humor - ele conta a história dos movimentos, dos artistas e das maravilhosas obras de arte que não apenas mudaram a arte para sempre, mas ajudaram a criar e definir o mundo moderno. Dos nenúfares de Monet aos girassóis de Van Gogh, das latas de sopa de Andy Warhol ao tubarão em conserva de Damien Hirst, fique sabendo as histórias por trás das obras-primas, conheça os artistas e descubra do que realmente se trata a arte moderna.

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Lúcia Bettencourt - O Regresso: A Última Viagem De Rimbaud














O regresso, de Lúcia Bettencourt, é o encontro da ficção com a poesia. O romance trata do retorno do poeta Arthur Rimbaud (1854-1891) à França, em seus últimos meses de vida, depois do longo e misterioso período em que passou na África, trabalhando como comerciante de café, traficante de armas e mercador de escravos, entre outras ocupações. A narrativa revela a trajetória repleta de angústia e rebeldia de um artista atípico, um gênio precoce que escreveu toda a sua obra na adolescência (o “Barco ébrio” e outros poemas fundamentais) e antes dos 20 anos já havia abandonado a escrita. Mesmo assim, influenciou a literatura moderna e também a contemporânea, influência que perdura até os dias de hoje. A escolha de personagem tão fascinante e contraditório confirma a sensibilidade e ousadia do projeto romanesco da autora, que mistura a primeira e a segunda pessoa num texto de prosa nervosa e, em seus pontos mais altos, poética. É um Rimbaud virado ao avesso, em sua busca particular pela liberdade e pela verdade, aquele que surge das páginas do livro.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Equipe Séculos Indígenas no Brasil - Exposição Séculos Indígenas No Brasil 2011














Índio todo mundo sabe o que é. Ou criou na cabeça que sabe. O cru e o cozido. A partir daquelas imagens que nos chegaram nos romanceios e letras de Alencar, Gonçalves Dias, nos delírios dos cronistas, nas crônicas dos padres, nas cartas régias e nos regimes oficiais que foram se multiplicando... e ou na insensatez dos livros da escola e na espetacularização da TV. Como se todos tivessem falado tudo. Esgotado. Indígenas, uma nova forma de se dizer índio, de se ver o índio, de identificar o índio como o próprio da terra (...) depois da raiz provocadora que Mário Juruna, Marçal Tupã’i, Ângelo Kretã e outros guerreiros anônimos tinham fincado uma década antes, que remonta há quantos tempos... “Séculos Indígenas” é isso: um projeto de registro de situações, de falas, de emoções, em que se procura deixar que flutue a percepção dos povos indígenas em um dos tempos em que o movimento social desses povos de vozes polissêmicas encontrava-se em um único som de desejos e aspirações.

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