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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Maurice Merleau-Ponty - A Prosa Do Mundo














Maurice Merleau-Ponty (1908-61), um dos principais nomes da filosofia francesa do século XX, deixou este manuscrito inacabado que trata da natureza da linguagem, da pintura e da atividade da expressão. Em 1969, esses escritos póstumos receberam versão final de outro filósofo, Claude Léfort, convertendo-se em um dos principais títulos de sua obra.

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Maurice Merleau-Ponty - O Olho E O Espírito














Reunião dos três ensaios que Maurice Merleau-Ponty (1908-1961) dedicou às artes visuais: “O olho e o espírito”, “A linguagem indireta e as vozes do silêncio” e “A dúvida de Cézanne”. O questionamento do modo como o nosso corpo sente, enxerga e se comunica com o mundo exterior é central na obra do autor. Para ele, a percepção é a via de acesso para a verdade. Assim, estes textos investigam a relação estreita entre a percepção, a pintura e outras formas de expressão. No posfácio, o crítico de arte Alberto Tassinari relaciona a metamorfose da percepção em expressão com conceitos presentes em obras de maior fôlego em que o intelectual trabalhava à época em que redigiu os ensaios. A edição traz também um caderno especial de imagens em cores, com as obras de arte mencionadas pelo filósofo.

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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Claudinei Aparecido De Freitas Da Silva & Marcos José Müller (Orgs.) - Merleau-Ponty Em Florianópolis














O que se pode criar, hoje, a partir do legado de Merleau-Ponty? No Brasil, as ideias do filósofo foram fundamentais para o educador social Paulo Freire ao conceber o seu método de alfabetização de adultos. Da mesma forma, tais ideias estão presentes em diferentes trabalhos de artistas ligados ao movimento neoconcreto. Hélio Oiticica e Lygia Clark, nas artes plásticas, Ferreira Gullar na literatura e poesia são alguns exemplos expressivos dessa influência. Também na área clínica, psicólogos, psicanalistas e psiquiatras buscam, nas teses de Merleau-Ponty a respeito da experiência de percepção do “outro”, modelos para se pensar ocorrências como o desejo, a paixão e a pulsão. As reflexões políticas de Merleau-Ponty, acerca dos paradoxos do socialismo real e do capitalismo baseado no consumo, também inspiram a crítica aos regimes totalitários em todo o mundo, inclusive no Brasil, à época dos governos militares. Este livro se propõe mapear alguns dos efeitos continuados e contemporâneos das ideias de Merleau-Ponty, especialmente seu elogio à ambiguidade como autorização à tolerância e à solidariedade, pilares constitutivos das políticas e das práticas de inclusão social.

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domingo, 17 de abril de 2016

Vanessa Nicola Labrea - Ontologia Sem Consciência: Ensaio Acerca Dos Últimos Temas De M. Merleau-Ponty














Escritas na fina linha que entrelaça a filosofia e a letra, e a fenomenologia e o estruturalismo, estas páginas articulam um desvio digno do gesto mesmo de filosofar, a saber, desovar a passagem entre o conceito de multiplicidade em Bergson e o invisível em Merleau-Ponty, sem caminhar pelo agenciamento já conhecido de Deleuze. A proposta deste livro é uma escrita sobre ontologia, uma ontologia, conforme a subtítulo dado por sua autora, Vanessa Nicola Labrea, “sem consciência”. Que esta ontologia seja sem “consciência” implique simplesmente que esta segunda categoria, por mais que serve a individualizar o sujeito humano, não consegue conter o processo difuso, descontínuo e dinâmico que é o pensamento. A consciência é boa para a normalização: não serve mais por uma filosofia crítica e criativa. Daí vem todo o rigor exigido pelo trabalho conceptual, especialmente aquele que articula um tratamento do princípio da “não identidade a si”, sendo que este tratamento não faz concessões ao inefável nem tampouco aos demais para-espiritualismos. Tecidas por intensidades, as singularidades necessárias para realizar o projeto de VNL surgem onde a lógica clássica aparece como mero servente da normalidade cognitiva. Desta forma, este livro mostra com verve que, aquém da argumentação, a filosofia, tal como a verdade, depende da criação ativa no e pelo discurso racional.

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Maurice Merleau-Ponty - O Olho E O Espírito














O olho e o espírito é o último escrito que Merleau-Ponty pôde concluir em vida. André Chastellhe havia pedido uma contribuição ao primeiro número de Art de France. Ele fez um ensaio, dedicando-lhe boa parte do verão daquele ano (1960) - que viriam a ser suas últimas férias. Nada anunciava então a parada cardíaca, súbita, que o vitimaria na primavera seguinte.

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Maurice Merleau-Ponty - Signos














Coletânea de ensaios filosóficos, quase todos sobre política, este livro trata de questões como cristianismo e filosofia, o 'imoralismo' de Maquiavel, marxismo e superstição, entre outras, a partir da ótica de uma das grandes figuras do existencialismo francês. Coletânea de ensaios filosóficos, quase todos sobre política, este livro trata de questões como cristianismo e filosofia, o 'imoralismo' de Maquiavel, marxismo e superstição, entre outras, a partir da ótica de uma das grandes figuras do existencialismo francês.

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Danilo Saretta Verissimo - A Primazia Do Corpo Próprio














O estudo propõe um exame da função simbólica nos primeiros trabalhos do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty (1908-61), tentando abordar, mais especificamente, o papel dela no livro “A estrutura do comportamento”, publicado em 1942, e na sua retomada crítica dentro da “Fenomenologia da Percepção”, de 1945. Segundo o autor, o tema, pouco explicitado pelo próprio filósofo, também é objeto de raros debates entre seus comentadores, embora a sua importância na obra de Merleau-Ponty seja inegável. No primeiro trabalho, Merleau-Ponty, utilizando-se das categorias simbólicas emprestadas da neuropsisquiatria do começo do século XX, caracteriza a corporalidade humana como a capacidade de ultrapassar o caráter imediato das situações vividas. A própria atividade humana, assim, redimensionaria a existência concreta que se denota também, por exemplo, no comportamento animal. Já na “Fenomenologia da percepção”, em que o filósofo trata da espacialidade, da motricidade e da expressividade do corpo próprio, Merleau-Ponty prescinde das explicações calcadas na função simbólica, doravante associadas à análises de cunho intelectualista, embora continue a combater o que considera representar uma autonomia crescente da idealização simbólica na dinâmica entre conteúdo e forma.

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sábado, 7 de novembro de 2015

Maurice Merleau-Ponty - Fenomenologia Da Percepção














Desde o início da obra o problema da percepção aparece sob uma nova luz. Para Merleau-Ponty. o essencial é captar a percepção viva, a percepção em via de realização. Para isso temos de nos livrar de todos os preconceitos dogmáticos que nos proporcionam apenas percepções fossilizadas, espécies de cadáveres de objetos.

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Maurice Merleau-Ponty - O Homem E A Comunicação: A Prosa Do Mundo














Maurice Merleau-Ponty (1908-61), um dos principais nomes da filosofia francesa do século XX, deixou este manuscrito inacabado que trata da natureza da linguagem, da pintura e da atividade da expressão. Em 1969, esses escritos póstumos receberam versão final de outro filósofo, Claude Léfort, convertendo-se em um dos principais títulos de sua obra.

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Maurice Marleau-Ponty - A Natureza
















Esta obra se compõe essencialmente de uma transcrição de cursos dados no Collège de France e que se estenderam por vários anos (de 1957 a 1960). Enquanto Merleau-Ponty era vivo foram publicados apenas resumos. Portanto, não se trata propriamente de um livro póstumo. O autor tenta aprofundar as teses expostas em A Estrutura do Comportamento (1942) e Fenomenologia da Percepção (1945) para fundamentar filosoficamente as posições tomadas em Humanismo e Terror (1945) e desenvolvidas de maneira ainda insuficiente em As Aventuras da Dialética (1955). Em outras palavras, ele tenta abrir espaço para uma filosofia da história antiidealista, passando por uma filosofia da Natureza.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Maurice Merleau-Ponty - Conversas: 1948
















A edição de Conversas - 1948 foi estabelecida a partir de textos redigidos por Maurice Merleau-Ponty e transmitidas no final de 1948 pela rede Programa Nacional de Radiodifusão francesa durante o programa "Hora da Cultura Francesa". Esse conjunto de conversas foi concebido por Maurice Merleau-Ponty como uma série dividida em sete partes: I. O mundo percebido e o mundo da ciência; II. Exploração do mundo percebido: o espaço; III. Exploração do mundo percebido: as coisas sensíveis; IV. Exploração do mundo percebido: a animalidade; V. O homem visto de fora; VI A arte e o mundo percebido; VII. Mundo clássico e mundo moderno.

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