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Estamos Em Uma "Casa" Nova

Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

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sábado, 19 de novembro de 2016

Revista Na Mão Certa Vol. 1














A cada ano, milhares de crianças brasileiras são exploradas sexualmente por uma estrutura comercial organizada que atua em cidades, rodovias e fronteiras. A pesquisa sobre tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para fins de exploração Sexual no Brasil (Pestraf, 2002) apoiada pelo WCF-Brasil, aponta a existência de 241 rotas nacionais e internacionais de exploração sexual de crianças e adolescentes.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Revista Brasileira De Estudos Pedagógicos Nº 246














Em 2016, a Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (RBEP)completa 72 anos de contribuição para a divulgação de debates, ensaios e pesquisas em educação e áreas afins. Neste número, publicamos onze artigos, um relato de experiência e uma resenha, em que diferentes temas são abordados, demonstrando a amplitude do escopo deste periódico e o cenário complexo e polifônico da produção científica da área de educação.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Revista De Ciências Sociais Política & Trabalho Nº 43














A revista de Ciências Sociais Política & Trabalho, em seu número 43, traz para os leitores o dossiê Crianças: um enfoque geracional. Nele, as professoras Flávia Pires e Fernanda Bitencourt reuniram artigos e resenhas que apresentam problemáticas, metodologias e recortes como forma específica de ver uma realidade que, apenas recentemente, vem se consolidando como abordagem autônoma no seio das Ciências Sociais. Artigos para serem lidos como páginas de antropologia/sociologia da criança e da infância, desde que as concebamos num formato interdisciplinar, cuja tônica está na maneira de perceber e se posicionar diante da criança. Esta não é mais vista como objeto inerte, à mercê da lente investigativa de adultos pesquisadores. Na premência das agências e subjetividades, o que antes era passível de não ser, emerge sendo, nas linhas discursivas, em várias faces: sendo por novas metodologias; como proposta de reavaliação dos limites conceituais de teorias e suas barreiras disciplinares; apontando para a reformulação ou criação de conceitos e imagens novos; e sendo por constituições e reconstituições de ethos que extrapolam o circunscrito da investigação social e se difundem e refundem no tecido das concepções e vivências sociais e culturais. O teor daquilo que muda, e que se encontra no momento em “franca expansão”, pende naturalmente para a crítica. E é a reflexão crítica uma das marcas dos textos que aqui entregamos aos leitores – e ainda que isso faltasse, a riqueza de elementos etnográficos e da reflexão valeria por si só. Proposta que está muito bem introduzida no texto de apresentação do Dossiê, assinado pelas organizadoras, ao comentarem um a um os onze artigos, além das duas resenhas afeitas ao tema. Nada poderia ser melhor, para nós, os novos editores, do que abrir a gestão com um dossiê tão promissor, presente legado a nós pelas professoras Cristina Matos e Mónica Franch, editoras que nos antecederam e a quem endereçamos nosso apreço e agradecimentos. Estes que devem também ser estendidos às organizadoras do Dossiê e aos demais autores.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Revista Ao Pé Da Letra (UFPe) Vol. 17.2














A Revista Ao Pé da Letra é uma publicação semestral que se destina a divulgação de trabalhos, de cunho teórico e aplicado, realizados por alunos de graduação em Letras de todo o país.

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domingo, 23 de outubro de 2016

Revista Página 22 Nº 104














Com a crescente adesão de países, a ratificação do Acordo de Paris está prestes a virar realidade. E, para cumprir as metas de redução de emissões de carbono, uma verdadeira revolução energética será necessária, com redução drástica no consumo de combustíveis fósseis. Embora o avanço das fontes renováveis seja notável no Brasil e no mundo, indicando que já estamos vivemos uma transição energética, o jogo conta com pesadas forças que atuam pela manutenção do business as usual. Como revelam a reportagem de capa e a coluna Olha Isso desta edição, o aumento das fontes mais limpas ainda se dá em escala muito baixa, a energia produzida no mundo tem parcela altíssima entre as fontes fósseis (87%), e até mesmo a energia nuclear vem sendo substituída por fontes sujas em lugar das renováveis. O Brasil pode se tornar um grande protagonista dessa transição. Mas parece acomodar-se na ideia de que sua matriz energética já é “limpa”, enquanto a realidade é distinta: o transporte de carga é majoritariamente movido a diesel, as termelétricas a óleo são acionadas sempre que há falta de chuvas, e têm sido crescentes os questionamentos sobre os impactos socioambientais e a vantagem econômica das usinas hidrelétricas.

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domingo, 16 de outubro de 2016

Revista Do Serviço Público Vol. 66














Este número especial da Revista do Serviço Público reúne uma coleção de artigos apresentados no Seminário Internacional “Papel do Estado no Século XXI: Desafios para a Gestão Pública”, organizado pela Escola Nacional de Administração Pública e pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e sediado em Brasília nos dias 3 e 4 de setembro de 2015. O Seminário contou com a participação de eminentes acadêmicos nacionais e internacionais no debate sobre a interação entre governo e iniciativa privada para a promoção do desenvolvimento econômico, os quais apresentaram seus trabalhos e foram convidados para a elaboração deste número especial.

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Revista Ensaios & Diálogos Em Saúde Coletiva Nº 2














Este segundo número traz como tema de capa o Brasil da dengue, zika, chikungunya e microcefalia, ainda a Saúde Coletiva e a formação profissional; os 30 anos da Oitava Conferência; considerações sobre ciência, tecnologia, economia e política. A revista aborda o tratamento homeopático em autistas e traz uma foto-reportagem sobre saúde mental e ainda matéria sobre o mercado global de alimentos. Dentre os articulistas: Alcides Miranda; José Sestelo; José Ivo; Gustavo Bretas; João Gabbardo dos Reis; Comissão de Epidemiologia; Maria Glória Teixeira; GT de Gênero e Saúde, Reinaldo Guimarães; Renato Dagnino; Kenneth Camargo Jr.; Fábio Bolognani e Geórgia Fonseca.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Revista Direitos Humanos - Segurança, Justiça E Cidadania














Esta revista publica artigos de vários colaboradores do Gajop - Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares, a respeito de temas que a instituição vem discutindo e aprofundando no marco da questão da Segurança, Cidadania e Justiça. Entre os vários temas, destacamos alguns que refletem o trabalho da instituição no monitoramento do sistema de segurança e justiça. São eles: Reformas das Polícias: Só em Interação com a Sociedade, tema muito debatido em nível nacional, inclusive com a nossa colaboração; Ficção Barata: Matar e Morrer em Pernambuco 1996-97, que faz a análise dos homicídios no Estado nos últimos anos, a partir de estatísticas do banco de dados do Gajop/MNDH; e o texto, O Q da Violência: Como Mudar Essa Cultura?, sobre a violência envolvendo crianças e adolescentes. A Revista Direitos Humanos visa fomentar a discussão sobre temas relacionados aos direitos humanos, além de pretender se constituir num espaço destinado ao exercício de repensar a prática em torno das questões suscitadas.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Revista Língua Escrita Nº 2














No editorial anterior, o primeiro, foi lançada uma espécie de manifesto desta revista, Língua Escrita. Manifesto, porque declara princípios e pressupostos que deverão orientar os números subseqüentes. Nele foi estabelecido o eixo temático, assim como a relevância de um periódico, de âmbito internacional, voltado para uma discussão interdisciplinar em torno da língua escrita. Este número 2 segue essa trilha e abre caminhos rumo à concretização dos fundamentos e objetivos desta revista. Selecionar as melhores contribuições textuais é o nosso desafio principal. No entanto, a busca do nosso leitor não reside apenas no conteúdo, mas também no suporte que o veicula, no caso, a tela, a Internet. Língua Escrita começa a trilhar um percurso pouco conhecido no processo de produção e de difusão do conhecimento científico.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Revista Língua Escrita Nº 1














Língua escrita é uma revista eletrônica quadrimestral voltada para a discussão de temas ligados à língua escrita, assim como de suas interfaces com a oralidade. É publicada pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale). É um periódico de natureza interdisciplinar, que publica trabalhos (em português, espanhol, inglês e francês) que auxiliem na compreensão das diferentes facetas da cultura escrita, de seus impactos, de suas formas de transmissão e apropriação, de sua natureza. Aceita colaborações de acordo com suas Normas. A revista não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em matéria assinada a que dê publicação. Direitos autorais reservados: reprodução integral de artigos apenas com autorização específica; citação parcial permitida com referência completa à fonte.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Revista Página 22 Nº 103
















Estamos na fronteira em diversos temas da sustentabilidade, mas sem resolver o básico: o esgoto. Bactérias super-resistentes na Baía de Guanabara, assustando velejadores profissionais às portas da Olimpíada; doenças causadas por exposição a esgoto e água imprópria; bairros insalubres, em que valas de rejeitos passam debaixo das casas. O retrato desolador do saneamento no Brasil começa a mobilizar a opinião pública e lança preocupações sobre as possibilidades do desenvolvimento sustentável no País. Contribuem para a paulatina tomada de consciência eventos como a crise hídrica de São Paulo, a tragédia que destruiu o Rio Doce em Minas Gerais e no Espírito Santo, o fracasso da despoluição da Baía de Guanabara e a disseminação de doenças ligadas ao mau uso da água, como a dengue e a zika. As populações mais afetadas por esses eventos são sempre as mais pobres e vulneráveis, sobretudo em um país desigual como o Brasil. Além de uma questão de saúde e economia, o saneamento está na base da segurança alimentar e hídrica.

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Memórias Do Desenvolvimento Nº 4















Este número de Memórias do desenvolvimento, publicação do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento, traz o resultado da pesquisa “O papel do BNDE na industrialização do Brasil – Os anos dourados do desenvolvimentismo, 1952-1980”, coordenada pela professora Maria  da  Conceição  Tavares  entre  2007  e  2010.  Financiada  com  recursos  do Centro, a pesquisa procurou analisar de um ponto de vista original o processo de industrialização e de desenvolvimento brasileiro, partindo da criação, da evolução e das transformações sofridas por uma das principais instituições brasileiras de fomento, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE).

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Luiz Gonzaga De Mello Belluzzo & Outros - Que País Queremos?: Propostas De Desenvolvimento Para O Brasil














A revista Que país queremos? Propostas de desenvolvimento para o Brasil traz a íntegra dos debates e as propostas apresentadas durante o seminário fechado que o Centro Celso Furtado promoveu com seis de seus sócios no Rio de Janeiro, em agosto de 2010, pouco antes das eleições presidenciais.

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Memórias Do Desenvolvimento Nº 3














O terceiro número da publicação Memórias do Desenvolvimento, do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento, editou entrevistas realizadas em 1982, pelo Projeto Memória do  BNDE. Essas entrevistas fizeram parte das comemorações de 30º aniversário de fundação do Banco. A equipe do projeto “O papel do BNDE na industrialização do Brasil – Os anos dourados do desenvolvimentismo – 1952-1980”, deste Centro, usou as entrevistas para análise da trajetória do Banco durante o período. A história oral é um método extremamente útil na contextualização de acontecimentos, conjunturas, instituições e aspectos da história contemporânea.

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domingo, 17 de julho de 2016

Revista Ao Pé Da Letra (UFPe) Vol. 18.1














A Revista Ao Pé da Letra é uma publicação semestral que se destina a divulgação de trabalhos, de cunho teórico e aplicado, realizados por alunos de graduação em Letras de todo o país.

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sábado, 16 de julho de 2016

Memórias Do Desenvolvimento Nº 2














O esforço para implantação da industrialização brasileira marcou os dois governos de Vargas e prolongou-se durante os governos Dutra e Kubitschek. Apesar dos interregnos próprios da política e da economia, da alternância de forças liberais ou desenvolvimentistas, o papel do Estado, por meio de instituições e instrumentos legais recém-criados, impulsionou a modernização do País e o desenvolvimento. O Centro Celso Furtado divulga, nessa edição de Memórias do Desenvolvimento, documentos importantes para a compreensão da economia brasileira nesse período. As fontes documentais apresentadas, tais como a lei de criação do Fundo de Reaparelhamento Econômico, as informações sobre a atuação do BNDE e o resultado dos estudos realizados pela Comissão Mista Brasil-Estados Unidos não são muito divulgadas pela literatura socioeconômica. Esta edição preenche a lacuna e possibilita aos pesquisadores fora do circuito do Rio de Janeiro um acesso maior a estas fontes.
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Memórias Do Desenvolvimento Nº 1














Este é o primeiro número da publicação Memórias do Desenvolvimento do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento – CICEF. O objetivo desta brochura é apresentar ao público atual artigos que tenham marcado o debate sobre o desenvolvimento no Brasil e no mundo. Para esta primeira edição estamos re-editando o debate travado entre Celso Furtado e Ragnar Nurkse, publicado pela Revista Brasileira de Economia (RBE) da Fundação Getúlio Vargas no início dos anos 1950. Este debate originou-se de seis conferências pronunciadas pelo economista Ragnar Nurkse sobre a formação de capitais em países subdesenvolvidos, no Rio de Janeiro, no ano de 1951. No mesmo ano a RBE publicou-as, o que motivou a resposta da equipe da CEPAL. Coube a Celso Furtado redigir o texto refutando as idéias de Nurkse, que respondeu e o debate acendeu-se. O Centro Celso Furtado agradece ao editor da RBE a gentileza de autorizar esta re-publicação.

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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Revista Página 22 Nº 102














Entre as muitas teorias que buscam explicar o surgimento da linguagem, uma especialmente dignifica a espécie humana: falamos porque estamos profundamente interessados nos outros e porque temos a capacidade de pensar a partir de sua perspectiva. São os mesmos motivos que, pensando bem, guiam nosso campo de atuação. Procure o significado da palavra “sustentabilidade”, e encontrará a busca do bem-estar comum, levando em conta o ponto de vista não apenas das outras pessoas, mas até mesmo circunstâncias de outros tempos, como as das gerações que ainda vão nascer. Não por acaso, falar e agir devem andar juntos. Convidamos aqui a uma incursão pela linguagem e pelos caminhos por onde as palavras passaram. A começar da expressão “palavra”: uma das interpretações é a de que venha de palatum, particípio do verbo latino palor, que significa errância, caminhar sem rumo. Por não estar escrita em pedra, essa dinâmica errante da oralidade é que dá vida à língua. É a oralidade que dá vida às palavras e ao conhecimento que representam. Essa dinâmica, por não estar escrita em pedra, é continuamente enriquecedora.

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Crítica Y Emancipación Nº 14 – Revista Latinoamericana De Ciencias Sociales (Espanhol)














¿Por qué criterio moral o político se espera que abandonemos la reivindicación a nuestra existencia nacional, a nuestra tierra y a nuestros derechos humanos? ¿En qué mundo no habría una discusión cuando todo un pueblo es considerado jurídicamente inexistente, aunque ejércitos sean movilizados para combatirlo, campañas sean orquestadas hasta en contra de su propio nombre, y la historia sea modificada para “probar” su inexistencia?

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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Revista Terra Livre - Geografia E Questão Ambiental














Pode-se dizer que este número da revista Terra Livre, voltado de forma precípua (embora não exclusiva) para a temática Geografia e questão ambiental, responde a um desafio: o de incorporar o estudo da natureza no movimento de renovação que a Geografia como um todo — e, de forma particular, a Associação dos Geógrafos Brasileiros — vem conhecendo nos últimos anos.

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