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terça-feira, 19 de abril de 2016

Orlando Sampaio Da Silva, Lídia Luz & Cecília Maria Helm (Orgs.) - A Perícia Antropológica Em Processos Judiciais














A presente publicação nasce de uma disposição da Associação Brasileira De Antropologia -ABA e da Comissão Pró-Índio de São Paulo com o intuito de divulgar, sobretudo para especialistas e profissionais das áreas de Antropologia e do Direito, os resultados do Seminário Perícia Antropológica Em Processos Judiciais, Realizado em São Paulo, de 2 a 4 de dezembro de 1991.

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Cornélia Eckert & Emília Pietrafesa De Godoi (Orgs.) - Homenagens: Associação Brasileira De Antropologia 50 Anos














A antropologia é uma ciência cujo saber e produção de conhecimento quis e soube apropriar-se das mudanças do mundo e aprender com seus eventos e suas durações, exercitando o pensar crítico sobre si mesma. Desde logo, a comunidade antropológica, no nível internacional, deu-se conta de que a cultura humanista implicava igualmente uma cultura científica que permitisse reconhecer na alteridade a condição da complexidade da humanidade em sua longa trajetória e que o conhecimento produzido sobre o Outro exigia uma vigilância epistemológica sobre os pressupostos do saber antropológico. O desafio de uma rede científica estava posto, e ele não se restringiu tão somente à produção de conhecimento no campo especializado, mas se fez também por meio do esforço de construir projetos comuns e dialógicos na superação da fragmentação dos saberes e do desmembramento de disciplinas e na possibilidade de atuação próxima às instâncias de poder na defesa de direitos de minorias sociais. É nesse quadro que as Associações Científicas constroem suas metas de qualificação da pesquisa e do ensino.

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Miriam Pillar Grossi, Antonella Tassinari & Carmen Rial (Orgs.) - Ensino De Antropologia No Brasil: Formação, Práticas Disciplinares E Além Fronteiras














Trazemos, neste livro, as principais reflexões e debates sobre Ensino de Antropologia feitos no Brasil nas duas últimas décadas. Esta temática tem sido tema regular de mesas redondas, de simpósios temáticos e de grupos de trabalho nos cinqüenta anos da ABA, sendo que já estava presente nas primeiras reuniões brasileiras de Antropologia realizadas a partir de 1953.

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segunda-feira, 21 de março de 2016

Miriam Pillar Grossi, Maria Luiza Heilborn & Lia Zanotta Machado (Orgs.) - Antropologia E Direitos Humanos 4














Os ensaios apresentados aqui mostram o quanto a questão dos Direitos Humanos é, hoje, uma temática central nos estudos antropológicos, tendo ampliado seu campo de reflexão de temas anteriormente mais visíveis – como a criminalidade, a pobreza e a violência urbana – para questões mais invisíveis – como o desrespeito ao direito de se mudar de sexo, as percepções de violência entre crianças e as relações entre ciência ocidental e saberes indígenas.

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terça-feira, 15 de março de 2016

Mónica Franch, Maristela Andrade & Lara Amorim - Antropologia Em Novos Campos De Atuação: Debates E Tensões














A Antropologia no Brasil nasce implicada com a abertura de frentes de trabalho diferenciadas, as quais são inesgotáveis, enquanto campo de atuação e provocadoras de debates e tensões. Debates em razão da rica “empiria” que traz a lume e tensa porque exige do profissional ferramentas adaptadas ou inteiramente novas para analisar questões candentes. Os trabalhos em Antropologia, por estas plagas, exigem lastro político, especialmente considerando a pluralidade étnico-racial e as expectativas de desenvolvimento econômico postas em prática pelo Estado Nacional. No primeiro caso, povos e populações tradicionais são olvidados enquanto protagonistas, mas não abrem mão, nos dias atuais, de reivindicar direitos e tentar interferir na elaboração e implantação de políticas públicas. No segundo caso, o desenvolvimento econômico atropela as políticas sociais, e os empreendimentos desconsideram as demandas sociais em nome de um “progresso sem ordem”, mas meticulosamente estruturado a partir de um poder que deixa a comunidade antropológica sem meios de enfrentá-lo – em que pese as singulares contribuições da Antropologia para o entendimento da sociedade e ampliação da noção de cidadania liberal vigente no País, que não contempla a diversidade cultural e suas múltiplas identidades e coletivos.

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João Pacheco De Oliveira, Fabio Mura & Alexandra Barbosa Da Silva (Orgs.) - Laudos Antropológicos Em Perspectiva














O presente livro é resultado de reflexões desenvolvidas a partir de um seminário que se deu entre 27 e 29 de novembro de 2013 no âmbito do Programa de Pós-graduação em Antropologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Tal seminário reuniu antropólogos e procuradores federais de diversos estados do País para discussões pertinentes aos laudos antropológicos. A própria dinâmica do seminário, que contou com um amplo espaço para o debate entre os participantes em seguida às apresentações orais, possibilitou reflexões ulteriores a estas apresentações, de modo que os textos aqui apresentados resultam justamente deste processo reflexivo e dialético.

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Gláucia Silva (Org.) - Antropologia Extramuros: Novas Responsabilidades Sociais E Políticas Dos Antropólogos














Este livro reúne alguns textos que foram apresentados por ocasião do evento intitulado Oficina Antropologia Extramuros: novas responsabilidades sociais e políticas dos antropólogos, que aconteceu em Niterói, RJ, nos dias 9 e 10 de maio de 2002.

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Claudia Fonseca & Outros (Orgs.) - Antropologia E Direitos Humanos 6














Este livro é produto do VI Prêmio de Direitos Humanos, concurso organizado pela Associação Brasileira de Antropologia, através de sua Comissão de Direitos Humanos, com premiação anunciada durante a 29ª reunião da ABA, em 2014, na cidade de Natal. A Comissão Julgadora foi composta de antropólogos com renomada experiência numa variedade de campos temáticos relevantes: Sergio Carrara, Patrice Schuch, Eliane Cantarino O’Dwyer, Russel Parry Scott, Ana Lucia Pastore Schritzmeyere Claudia Fonseca, com apoio da secretária executiva da ABA, Carine Lemos. Trata-se de um concurso iniciado em 2000 com o patrocínio da Fundação Ford e que, até 2008, rendeu cinco coletâneas de referência fundamental para estudiosos dos Direitos Humanos. Em 2014, já sem patrocínio externo, a Associação, sob a presidência de Carmen Silvia Rial, retomou essa importante maneira de incentivar pesquisadores e estudantes da disciplina a refletir sobre as várias dimensões de injustiça e violação dos direitos que assolam o mundo hoje. O livro, que inclui o trabalho de estudantes em diversos níveis (três de doutorado, dois de mestrado e um da graduação), pôde ser editado e publicado graças ao apoio da administração seguinte, sob a presidência de Antonio Carlos de Souza e Lima.

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domingo, 13 de março de 2016

Lívio Sansone (Org.) - Memórias Da África: Patrimônios, Museus E Políticas Das Identidades














Nas últimas décadas tem-se observado uma significativa mudança na forma pela qual a África é vista e representada no Brasil. Diferentemente de outros países das Américas, no Brasil costuma-se reinventar a África não apenas na mídia ou nas culturas das elites, mas também na cultura popular a partir do crivo afro-brasileiro. Se, por um lado, tal reconstrução evidencia antigos estereótipos do continente africano, frequentemente visto como telúrico, atávico, ancestral e tanto mais “natural” quanto mais pobre e desolado do que os outros continentes, por outro lado, tais representações refletem a importância da memória da África no Brasil, especialmente na luta contra o racismo. Além disso, as novas narrativas sobre a África sugerem também uma mudança no Brasil e no resto da América Latina em relação à geopolítica do conhecimento, colocando-nos, assim, no bojo do Sul Global, isto é, na nova configuração internacional que evidencia o lugar nos BRICs – lugar hipoteticamente de protagonista nas políticas Sul-Sul, mais assertivo no eixo Sul-Norte.

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Miriam Pillar Grossi, Cornelia Eckert & Peter Fry (Orgs.) - Conferências E Diálogos: Saberes E Práticas Antropológicas














Com a publicação de Conferências e diálogos: saberes e práticas antropológicas, a ABA torna disponível, para um público mais amplo, algumas das principais atividades que tiveram lugar durante a última reunião bianual da Associação, realizada em junho de 2006 em Goiânia. Neste aspecto, o livro conjuga a reunião das conferências proferidas durante a 25ª RBA ou em atividades conexas ao evento, com as “Conversas com Autores”. Foram oito conferências de quatro colegas estrangeiros e três conversas com quatro colegas brasileiros, proporcionando acesso em português à produção recente dos conferencistas e viabilizando um tipo de diálogo pouco comum e bastante enriquecedor com autores importantes para a antropologia brasileira.

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Esther Jean Langdon & Marina D. Cardoso (Orgs.) - Saúde Indígena: Políticas Comparadas Na América Latina













Dois eventos, em 2011 e 2012, reuniram antropólogos sulamericanos para discutir, em perspectiva comparativa, as políticas de saúde dirigidas para as populações indígenas. Procuraram realizar uma discussão crítica sobre a formulação e práxis dessas políticas em contextos nacionais e etnográficos distintos, ao expor as contradições e os desafios que trazem para as próprias formas de representação indígena, assim como seus efeitos no âmbito da inclusão dessas populações nos programas estatais de atenção à saúde. Os dois eventos foram realizados, respectivamente, no âmbito da IX Reunião de Antropologia do Mercosul (RAM ) em Curitiba e da XXVIII Reunião Brasileira de Antropologia (RBA) em São Paulo, patrocinados pela então diretoria da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e pelo Instituto Nacional de Pesquisa: Brasil Plural (IBP). Antropólogos de seis países da América Latina foram convidados: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela. Mesmo que o convidado do México não tenha podido comparecer, incluímos um texto sobre a saúde indígena nesse país nesta coletânea, dado não só a significância da sua população indígena, mas também a sua importância no desenvolvimento do indigenismo na América Latina.

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Manuel Ferreira Lima Filho, Cornélia Eckert & Jane Beltrão (Orgs.) - Antropologia E Patrimônio Cultural: Diálogos E Desafios Contemporâneos














O livro Antropologia e Patrimônio Cultural - Diálogos e Desafios Contemporâneos, traz contribuições de Gilberto Velho, Reginaldo Gonçalves, Regina Abreu,Tito Bartolomeu Medeiros, Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert. Gilberto Velho, por sua vez, conta sua experiência enquanto conselheiro do IPHAN no tombamento do primeiro terreiro de candomblé no Brasil, apontando para o papel do antropólogo em momentos decisivos da política patrimonial. Os outros autores fazem reflexões mais gerais sobre o tema, apontando para sua amplitude conceitual e para a aplicação dos saberes antropológicos na implementação das políticas públicas sobre este tema.
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Associação Brasileira De Antropologia - Protocolo De Brasília /Laudos Antropológicos: Condições Para O Exercício De Um Trabalho Científico














O documento que se segue é resultado da oficina de trabalho realizada em Brasília, nos dias 17 e 18 de julho de 2015, promovida pela Associação Brasileira de Antropologia, a partir de sua Comissão de Assuntos Indígenas (CAI), de seus comitês Quilombos, e Povos Tradicionais, Meio Ambiente e Grandes Projetos, das assessorias de Laudos Periciais e de Meio Ambiente.1 A oficina foi realizada com recursos da Fundação Ford.2 Os participantes foram selecionados pelos comitês e pelas comissões em comum acordo com a Diretoria 2015-2016.

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sábado, 4 de julho de 2015

Osmundo Pinho & Livio Sansone (Orgs.) - Raça: Novas Perspectivas Antropológicas














O tema da criação da diferença, do Outro etno-racialmente construído, assim como da produção de identidades de cunho etno-racial sempre foi importante na antropologia. Este âmbito de pesquisa sempre levantou questões éticas para os antropólogos envolvidos – descobridores, defensores e até porta vozes de seus objetos de pesquisa. Hoje o contexto é diferente e a relação pesquisador-objeto se dá de outra forma, mas o tema continua central, também na antropologia no Brasil. Há mais antropólogos que pesquisam nestes âmbitos e uma antropologia mais aberta e interdisciplinar (mais do que antes há antropólogos e antropologias operando fora dos departamentos e programas disciplinares em antropologia). Tudo isto leva, já em si, a criação de um conjunto multi-vocal e, às vezes, polifônico. Se já houve uma antropologia brasileira entendida como um conjunto unido, ou pelo menos um conjunto articulado em paradigmas pouco questionados entre colegas antropólogos, hoje, nesta etapa já de maturidade e maior complexidade da comunidade dos antropólogos e da própria profissão do antropólogo, há questões e soluções que mais que antes dividem os antropólogos. Talvez a questão racial ou étnica – ou, melhor dito, o que fazer para reverter nossas desigualdades de cunho étnico-racial – seja o tema que mais divide os antropólogos em frentes “opostas”.

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Wilson Trajano Filho (Org.) - Lugares, Pessoas E Grupos: As Lógicas Do Pertencimento Em Perspectiva Internacional














Este volume reúne os trabalhos apresentados no Seminário com o mesmo título realizado em Brasília, em novembro de 2009, congregando membros das equipes do projeto CAPES/PROCAD Relações de alteridade e a produção das desigualdades: uma perspectiva Sul-Sul, que reúne pesquisadores do PPAGS da UnB, PPGA da UFPE e Posafro da UFBA. Como indica o título do livro, tratamos aqui dos múltiplos modos pelos quais as pessoas e os grupos se ligam aos lugares. Nosso ponto de partida é a ideia de que há uma relação de mútua constituição entre lugares, histórias, pessoas, grupos e instituições. Conforme será visto nas várias contribuições deste volume, um lugar não é um ponto localizável objetivamente num espaço físico-geográfico nem em uma grade espacial abstrata. É, sobretudo, uma âncora que sustenta, dá sentido e emoldura as interações sociais que se desdobram num fluxo temporal entre pessoas e grupos. De certa forma, o lugar é uma construção social que resulta na ancoragem dos sujeitos sociais e das instituições nos eixos do espaço e do tempo.

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Izabela Tamaso & Manuel Ferreira Lima Filho (Orgs.) - Antropologia E Patrimônio Cultural: Trajetórias E Conceitos














São três os eixos que orientam conceitualmente a organização dos textos que compõem o livro: (1) Antropologia e Patrimônio no Brasil: Trajetórias e Conceitos; (2) Paisagens, Lugares e Territórios e (3) Museus, Coleções e Memória.

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Juliana Braz Dias & Andréa De Souza Lobo (Orgs.) - África Em Movimento














O livro África em Movimento nasceu do desejo de reunir pesquisadores interessados nas complexas dinâmicas de circulação, trânsitos e mediações em contextos africanos. O enfoque da obra está no movimento de pessoas, coisas (mercantilizadas ou não), informações, símbolos e valores envolvendo sociedades africanas em escala supranacional (regional, continental ou global), revelando a existência de uma pluralidade de fluxos e refluxos que atravessam os limites anteriormente imaginados pela antropologia.

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Igor José De Renó Machado - Valadares Em Família: Experiências Etnográficas E Deslocamentos














A cidade mineira de Governador Valadares possui aproximadamente 260.396 habitantes. Localiza-se a 320 km da capital do estado, Belo Horizonte, na mesorregião do Vale do Rio Doce. Governador Valadares é formada, desde sua fundação em janeiro de 1938, por pessoas de diversos lugares do país e do mundo. Essas pessoas foram à cidade impulsionadas, principalmente, pela extração de pedras e minérios que a região oferecia. Essa extração atraiu não apenas brasileiros de diversas regiões, mas também pessoas de diferentes países do globo. Assim se teceram os primeiros contatos entre valadarenses e gringos.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Roberto Kant De Lima (Org.) - Antropologia E Direitos Humanos 3














Os textos dão conta da diversidade de abordagens com que o tema tem sido tratado pela antropologia brasileira, pois tratam de questões de gênero, de imigração, de lutas quilombolas e de processos de guarda de crianças. Em todos eles a questão da identidade é central.

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Roberto Kant De Lima (Org.) - Antropologia E Direitos Humanos 2














É comum que os antropólogos, até mesmo sem o saberem, estejam envolvidos com questões vinculadas aos direitos humanos. Afinal, a própria noção de cultura, marca registrada da disciplina ao menos em seus primórdios, foi e é, em grande medida, um instrumento da luta anti-racista. Mas o espectro deste envolvimento é muito amplo, engloba outras problemáticas e aponta para um combate irrestrito contra todas as formas de intolerância e discriminação. Assim, em suas pesquisas e em suas práticas, os antropólogos freqüentemente trazem à luz a realidade e a perspectiva de segmentos altamente desfavorecidos e submetidos a condições de subordinação algumas vezes extremas. Em conseqüência, no Brasil, é comum ver a presença de antropólogos, muitas vezes em destacadas posições de liderança, nas universidades, em organizações não-governamentais ou em iniciativas da sociedade civil, tratando dos direitos dos negros, índios, homossexuais, dos direitos da grande massa de excluídos, militando nos movimentos feminista, ambientalista e por outras formas de globalização.

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