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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Simone Mainieri Paulon, Lia Beatriz De Lucca Freitas & Gerson Smiech Pinho - Documento Subsidiário À Política De Inclusão














A discussão sobre políticas inclusivas costuma centrar-se nos eixos da organização sócio-política necessária a viabilizá-la e dos direitos individuais do público a que se destina. Os importantes avanços produzidos pela democratização da sociedade, em muito alavancada pelos movimentos de direitos humanos, apontam a emergência da construção de espaços sociais menos excludentes e de alternativas para o convívio na diversidade. A capacidade que uma cultura tem de lidar com as heterogeneidades que a compõe tornou-se uma espécie de critério de avaliação de seu estágio evolutivo, especialmente em tempos de fundamentalismos e intolerâncias de todas as ordens como este em que vivemos.

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Ana Maria Dalla Zen - Introdução À Prática Da Pesquisa














A ciência se caracteriza como o resultado de permanentes revoluções, onde o conhecimento estabelecido é substituído por outro, sempre que os paradigmas são destruídos. Dentro das reformas radicais que sofre a ciência hoje, Koche destaca "...que as explicações científicas não são um simples produto de observações empíricas, mas projeções do espírito, de sua imaginação criativa". Tais projeções são muito influenciadas pela cultura e ideologia do pesquisador, o que, se conclui, indica não haver uma objetividade pura, ou neutralidade científica, já que o conhecimento é vinculado à subjetividade humana.

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André Noronha Furtado - Conceitos Básicos De Tipografia Orientados Para Projeto Editorial














De acordo com André Jute, a famí‚ia Helvética ideal para ser aplicada em chamadas e tí‚tulos, jრas famí‚lias Times, Palatino (mais comum em Macs), Sabon e Baskerville s„ão ideais para a massa de texto. André Jute define a Helvética como neutra e boa para o trabalho em qualquer tipo de outra fonte. Define a Times como tendo um entre -letra muito eficiente e tem leitura imediata, fáƒcil de ser lida. Jute considera a Palatino como sendo larga e respeitáƒvel. Define a Sabon como moderna e graciosa e a Baskerville como respeitosa e elegante. Obviamente o designer pode escolher qualquer outro tipo de famí‚lia tipogrƒáfica de sua preferê…ncia, como a Garamond, por exemplo, pode inclusive optar por desenvolver todo o seu texto (incluindo as chamadas e tí‚tulos) com uma única famí‚lia serifada, impondo um ambiente com mais classe e menos informal. Este conjunto sugerido por André Jute é apenas uma pequena lista de possibilidades.

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Christine Da Silva Schröeder & Luis Roque Klering (Orgs.) - @prendendo A Aprender A Distância Com A Plataforma NAVi














Este material que chega às suas mãos é fruto de esforços de docentes das áreas de Administração e Informática na Educação, e busca apresentar, objetivamente, conceitos importantes para aprender a aprender a distância, fomentando a reflexão e a discussão acerca da EAD.

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Marcelo Miele, Paulo Dabdab Waquil & Glauco Schultz - Mercados E Comercialização De Produtos Agroindustriais














A disciplina Mercados e Comercialização de Produtos Agroindustriais apresenta uma base teórica e metodológica para se compreender a organização industrial e a estrutura, a conduta e o desempenho das cadeias produtivas ou dos sistemas agroindustriais. Complementa-se esse conteúdo com a apresentação das grandes tendências do agronegócio no Brasil e no mundo.

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Luis Roque Klering - Comportamento Administrativo De Organizações














O presente texto foi compilado a partir da tese de doutorado do autor Luis Roque Klering, intitulada “Relação entre estágios de informatização e padrões de comportamento administrativo em organizações brasileiras“, desenvolvida e defendida na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, em 1994, tendo recebida nota 10,0 e menção de distinção. O texto resgata a parte teórica da tese, referente ao comportamento administrativo de organizações em geral. Nos últimos anos, especialmente a partir da obra "In search of excelence", de Peters e Waterman, um vasto conjunto de livros e publicações tem apontado para a existência de atributos característicos de organizações tidas como excelentes e que, quase sem exceção, fazem uso intensivo da tecnologia da informática, tanto como atividade-fim, quanto como atividade-meio, para o alcance dos seus objetivos. A análise prévia dos autores de obras sobre empresas excelentes leva à hipótese da existência de associações entre os estágios de informatização de organizações e seus correspondentes padrões de comportamento administrativo. Nesse sentido, não se analisa quem constitui a causa ou efeito de um estado de coisas: apenas se identificam correlações entre fatos observáveis. A evolução, em termos de informatização, pressupõe maior emprego de controles (automatizados), trabalho em equipe, participação decisiva do usuário, organização detalhada dos dados, acessos imediatos a dados, maior ênfase no planejamento, aproveitamento de centros de informações (que difundem conhecimentos), uso de dicionários...

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Maria Berenice Da Costa Machado & Ruy Sardinha Lopes (Orgs.) - Socicom Debate: Democratização Da Comunicação














Os cinco textos que compõe a publicação pautam diálogos que precisam ser travados com o Estado, na presença e com a participação da sociedade civil. Marialva Barbosa, integrante da Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar), começa fazendo retrospecto de acontecimentos impeditivos do processo de democratização da comunicação e traça o atual estado da arte. No texto seguinte, Alexandre Miorim e Ilza Maria Tourinho Girardi, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), detém-se na interdição dos debates em torno dos conselhos setoriais de comunicação, órgãos constitucionais e fundamentais para a defesa de questões de interesse público. Adilson Cabral, da Universidade Federal Fluminense (UFF), apresenta a tradição-inserção do grupo que estuda e pesquisa políticas públicas de Comunicação no Brasil, mesmo reconhecendo algumas “faltas”: de uma “reflexão que identifique a contribuição do conjunto de seus pesquisadores” e deste conteúdo nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação e pós-graduação. Na sequência Antonio Hohlfeldt, presidente da Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação), elenca série de iniciativas da entidade, em mais de 35 anos, sempre visando a “permanente e crescente democratização do campo da Comunicação Social”. Marcelo Kischinhevsky, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), completa a edição questionando se o Brasil precisa de um rádio digital; seus argumentos são favoráveis ao rádio por este oferecer “um laboratório privilegiado para desenvolvimento de políticas públicas que visem à democratização da comunicação”.

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Rejane Maria Candiota Tubin & Outros - Avaliação Do Mercado De Prestadores De Serviços Ambientais De Empresas Produtoras De Resíduos No Eixo Porto Alegre-Caxias Do Sul














A preservação ambiental deixou de ser um valor apenas para ambientalistas e tornou-se um valor de mercado. Essa é uma afirmação bastante ousada, se é verdade sob o ponto de vista de alguns mercados, seguramente ainda não o é em relação a toda a economia brasileira, ainda que expresse um futuro desejável. Com ressalvas por alguns e louvada por outros, o que vem se denominando ‘economia verde’ colabora, não apenas com a esperança de um mundo e economia mais limpas, mas também passa a representar uma enorme oportunidade de negócios. A responsabilidade mais imediata pelos avanços que tivemos nos últimos tempos pode ser creditada, sem dúvida, à regulação estatal. Neste caso, sem regulação, sem instituições capazes de dar conta de fiscalizar, incentivar e informar o mercado, não há como imaginar o desenvolvimento ambientalmente sustentável que se deseja, ainda nos curto e médio prazos. Assim aconteceu em todos os países que hoje desfrutam e prezam a preservação de seus recursos naturais e o bem estar de sua população. Não será diferente no Brasil, mas há alguns entraves que precisam ser removidos, algumas facilidades que precisam ser criadas.

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Pedro Mandagará & Schmidt, Terezinha Schmidt (Orgs.) - Sustentabilidade: O Que Pode A Literatura?














Se o desenvolvimento sustentável é um projeto que visa o futuro a longo prazo, a literatura se apresenta como um dos meios pelos quais figurações de futuros possíveis deste e de tantos outros projetos deixam ver, examinar, experimentar. É nessa modelagem do possível que a literatura vai delineando sua esfera de atuação nos cenários, desejáveis e distópicos, embutidos nos debates sobre o desenvolvimento sustentável. Trazida ao Brasil no contexto de redemocratização política do início dos anos 90, e por si só fortemente calcada nas premissas básicas dos modernos regimes democráticos, a sustentabilidade pode encontrar uma esfera privilegiada de atuação política no âmbito literário. E no regime estabelecido pela democracia da literatura, como propõe Jacques Rancière, a palavra está ao alcance de todos.

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Luis Roque Klering (Org.) - Temas Contemporâneos Sobre Gestão Universitária














Em agosto de 2003, a Secretaria de Educação a Distância da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SEAD/UFRGS) contemplou, no âmbito do Edital EAD 03/2003, um projeto proposto pelo Núcleo de Aprendizagem Virtual da Escola de Administração (NAVI/EA) da UFRGS de geração de um curso de extensão na modalidade a distância, de 30hs-aula, enfocando temas sobre gestão universitária. O curso foi preparado e implementado nos meses de julho e agosto de 2004. O público-alvo focado eram professores e servidores da UFRGS, de outras Universidades Federais, assim como outros interessados. O plano de fundo do curso era familiarizar e estimular professores e servidores a usarem de forma crescente, novos recursos e tecnologias de ensino a distância, nas aulas de ensino na modalidade a distância, mas também nas aulas convencionais presenciais. O curso previa enfocar temas relacionados ao processo administrativo de gestão de Universidades (com módulos enfocando Planejamento e Estratégia; Organização, Logística e Desenho; Direção e Coordenação; e Controle e Avaliação). Mas também previa enfocar temas transversais, contemplando aspectos de Ensino, Pesquisa e Extensão.

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Paulo Lima Júnior, Maria Teresinha Xavier Silva, Fernando Lang Da Silveira & Eliane Angela Veit - Laboratório De Mecânica: Subsídios Para O Ensino De Física Experimental














Este livro reúne textos de apoio elaborados para orientar estudantes de graduação nas atividades experimentais de mecânica realizadas nos primeiros semestres de cursos de ciências e engenharia. Tais textos foram concebidos para constituir bibliografia básica da disciplina, mas também poderão ser incorporados de maneira esporádica.

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Debora Lubisco Pestana (Org.) - A Travessia Digital: Do Processamento De Dados Para A Tecnologia Da Informação (1996 A 2004)














O mundo do trabalho passou por importantes transformações na última década, em larga medida associadas ao emprego das novas tecnologias de informação e comunicação. Em poucos anos, a utilização do computador e o acesso à internet tornaram-se rotineiros e, hoje, tanto no plano acadêmico como no da gestão, tais ferramentas revelam-se absolutamente indispensáveis. Elas permitem que nossa comunidade descortine novos horizontes em suas atividades cotidianas de ensino, pesquisa e extensão. Elas possibilitam a agilização de nossas atividades administrativas, melhorando nosso desempenho e tornando todas as nossas ações muito mais transparentes. Elas aproximam a universidade da sociedade, dinamizando e ampliando as relações que mantemos com estudantes e pesquisadores de outras universidades, com empresas de todos os portes, com organizações governamentais e não governamentais, com sindicatos e movimentos sociais. Elas são instrumentos para a construção de novas práticas pedagógicas, particularmente importantes para a expansão qualificada da educação a distância. Elas tornam possível a ampliação de nossas relações de intercâmbio e cooperação com universidades de todo o planeta.

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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Catia Grisa & Sergio Schneider (Orgs.) - Políticas Públicas De Desenvolvimento Rural No Brasil














O desenvolvimento rural constitui tema de reflexão constante que requer uma perspectiva de longo prazo capaz, ademais, de perceber as mudanças e permanências que coexistem no meio rural brasileiro, como em outros setores da sociedade. No período recente, novos atores sociais emergiram e identidades foram construídas, assim como se ampliaram e se diversificaram os instrumentos de ação pública refletindo a periódica renovação das compreensões sobre o meio rural e dos enfoques sobre os rumos antevistos ou desejados para as populações que nele vivem e trabalham. Entretanto, há traços que permanecem no tempo com roupagens e significados próprios de cada contexto, sendo os exemplos mais notáveis a presença dominante das grandes explorações agrícolas voltadas para a exportação e o quadro de profunda desigualdade social que, no campo, possui contornos mais acentuados. Não por acaso tais características estão correlacionadas na história brasileira e contam com antigos e novos dispositivos que dão suporte às grandes explora‐ ções ou reproduzem a desigualdade.

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Marcelo Antonio Conterato & Outros (Orgs.) - Mercados E Agricultura Familiar: Interfaces, Conexões E Conflitos














O estudo sobre os mercados e os processos de inserção dos agricultores em relações mercantis ganhou inaudito interesse e proeminência nos anos recentes. As pesquisas sobre a construção de mercados, os processos de mercantilização e a inserção dos produtores em cadeias mercantis estão entre as mais inovadoras e que atraem maior interesse e afluência. Obviamente, estes trabalhos não estão retomando a velha discussão sobre o desenvolvimento do capitalismo na agricultura com o aparecimento de formas de inserção mercantil. As pesquisas atualmente em curso sobre os mercados estão mostrando que há um processo sociológico que está na sua formação. Mercados não são apenas espaços de interação entre demanda e oferta, circunscritos às leis de formação da riqueza econômica, sua alocação e distribuição nas sociedades. Os mercados passam a ser percebidos e entendidos como espaços de interação social, formados através de sinais e relações que não são apenas materiais e tangíveis, mas fundamentalmente ativados mediante interações sociais, culturais e cognitivas.

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Jalcione Almeida (Org.) - Políticas Públicas E Desenvolvimento Rural: Percepções E Perspectivas No Brasil E Em Moçambique














O Workshop Internacional “Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural” tem como finalidade discutir aspectos teóricos e experiências brasileiras e moçambicanas relacionadas à concepção e à implementação de políticas públicas em prol do desenvolvimento de regiões rurais. Incorporando-nos ao esforço conjunto de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil e da Universidade Eduardo Mondlane, Maputo, Moçambique apresenta-se aqui algumas reflexões teóricas e investigações de casos. Estes esforços vêm sendo desenvolvidos no grupo de pesquisa Reforma do Estado e Território no Laboratório do Espaço Social e no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural da UFRGS.

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Renata Menasche (Org.) - A Agricultura Familiar À Mesa














Construído a partir de pesquisas realizadas na região gaúcha do Vale do Taquari, neste livro a observação das práticas de produção e de consumo de alimentos, bem como das manifestações de sociabilidade em que tomam parte, constitui a matéria-prima para a apreensão dos modos de vida das famílias rurais estudadas e das mudanças neles ocorridas. O trabalho propõe, assim, o olhar sobre a comida (alimento transformado pela cultura) como ingrediente das reflexões sobre o rural.

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Jalcione Almeida & João Armando Dessimon Machado (Orgs.) - Desenvolvimento Rural No Cone Sul














Esta coletânea surge como resultado do workshop internacional Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural no Cone Sul, proposto pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural (PGDR), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em novembro de 2007. Este evento é consequência de um amplo projeto deste Programa que envolve estudos, discussões, ações e intercâmbios de desenvolvimento rural no âmbito da pós-graduação com instituições de ensino, pesquisa e extensão de países de diferentes continentes, notadamente África e América do Sul, abrangendo questões relacionadas às políticas públicas e ao desenvolvimento rural, ressaltando aspectos teóricos e experiências nos países envolvidos.

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Carlos Tadeu Queiroz De Morais, José Valdeni De Lima & Sérgio Roberto K. Franco - Conceitos Sobre Internet E Web














O presente livro reúne os conteúdos da disciplina Internet e Web (INF007) oferecida no curso de especialização Informática Instrumental para Professores da Educação Básica promovido pelo Instituto de Informática da UFRGS, na modalidade a distância. Esta obra busca esclarecer questões conceituais e elucidar a diferença entre os conceitos e os principais serviços que a Internet disponibiliza para auxiliar tanto o professor no processo de ensino quanto os demais integrantes das escolas. Nesse sentido, são abordados temas como rede de computadores, surgimento da internet e web e Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

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Maria Alice Gravina (Org.) - Matemática, Mídias Digitais E Didática: Tripé Para Formação Do Professor De Matemática














Este livro discute possibilidades de inovações na matemática escolar e na formação continuada de professores. Relatos destas experiências de ensino, tendo como recursos didáticos diferentes mídias digitais, são apresentados nos diferentes capítulos do livro, junto com sugestões de uso de softwares, vídeos e objetos de aprendizagem que podem ser experimentadas por professores inquietos e interessados em provocar mudanças em suas práticas de ensino.

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Helena De Souza Nunes (Org.) - EAD Na Formação De Professores De Música: Fundamentos E Prospecções














Este livro, organizado em dois volumes é um testemunho eloquente de quase tudo o que representou, representa e possivelmente para sempre representará o PROLICENMUS. Seus capítulos estão organizados de tal forma, que refletem o método proposto, para que cada integrante entendesse o que se passava e pudesse “ser por inteiro e verdadeiro”, nos diferentes momentos da experiência do projeto. Partindo-se de diretrizes dadas e bases já consolidadas, fatos novos vividos com sinceridade eram permanentemente avaliados e replanejados, estabelecendo novas bases, sobre as quais se ampliavam horizontes, renovando percepções e chamando à compreensão do novo desconhecido. Neste volume, aborda-se os fundamentos, os conteúdos de ensino-aprendizagem e os desdobramentos deste passo inicial de formação para a docência em Música, conforme desenvolvido pelo PROLICENMUS.

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