A preservação ambiental deixou de ser um valor apenas para ambientalistas e tornou-se um valor de mercado. Essa é uma afirmação bastante ousada, se é verdade sob o ponto de vista de alguns mercados, seguramente ainda não o é em relação a toda a economia brasileira, ainda que expresse um futuro desejável. Com ressalvas por alguns e louvada por outros, o que vem se denominando ‘economia verde’ colabora, não apenas com a esperança de um mundo e economia mais limpas, mas também passa a representar uma enorme oportunidade de negócios. A responsabilidade mais imediata pelos avanços que tivemos nos últimos tempos pode ser creditada, sem dúvida, à regulação estatal. Neste caso, sem regulação, sem instituições capazes de dar conta de fiscalizar, incentivar e informar o mercado, não há como imaginar o desenvolvimento ambientalmente sustentável que se deseja, ainda nos curto e médio prazos. Assim aconteceu em todos os países que hoje desfrutam e prezam a preservação de seus recursos naturais e o bem estar de sua população. Não será diferente no Brasil, mas há alguns entraves que precisam ser removidos, algumas facilidades que precisam ser criadas.
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