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Estamos Em Uma "Casa" Nova

Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Vicente Del Rio - Desenho Urbano E Revitalização Da Área Portuária Do Rio De Janeiro














A tese, defendida na FAU-USP em 1991, é um estudo sobre a importância e aplicabilidade dos estudos de percepção ambiental para o desenho urbano e a revitalização da área portuária do Rio de Janeiro, uma área central em deterioração e de potencial de desenvolvimento sub-utilizado. Na Parte I é desenvolvido um embasamento teórico através de discussões sobre as teorias, os conceitos e os metodos de revitalização de centros urbanos, de desenho urbano e seu papel neste processo, e da percepção ambiental e sua aplicabilidade. A Parte II apresenta a evolução, a caracterização urbanistica, e as tendencias de desenvolvimento da área portuária do Rio de Janeiro, tomada como estudo de caso desta tese. A Parte III apresenta uma investigação sobre a percepção publica desta área através de pesquisas em fontes indiretas (literatura, jornais e revistas) e diretas (250 questionários aplicados em campo), além da discussão dos resultados e de sua aplicabilidade para o desenho urbano e a revitalização da área estudada.

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sábado, 1 de outubro de 2016

Alejandro Gómez García (Coord.) - Espacios Para La Enseñanza 4: Nuevos Estudios Sobre Arquitectura Docente En España














Esta publicación recoge la cuarta fase del proyecto de investigación que, bajo el título ESPACIOS PARA LA ENSEÑANZA, desarrolla el Grupo de Investigación Arquitectura Contemporánea Española de la Escuela Politécnica Superior de la universidad San Pablo CEU. El libro se abre con un texto sobre los nuevos enfoques pedagógicos que cambiaron el rumbo del diseño de colegios y escuelas a partir de los años 50. A continuación se examinan propuestas y realizaciones en ese campo de arquitectos de la talla e influencia de Fernández Alba, De la Sota, Corrales, Cubillo, Inza, Peña Ganchegui, Laorga, Pernas, Coello de Portugal y Perea.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Filipe Boni - Como Realizar Arquitetura Sustentável Utilizando Os Créditos Do LEED














O objetivo é deste ebook é demonstrar como os créditos do LEED podem te ajudar a aplicar sustentabilidade de forma coerente em seu projeto e não é focado na certificação. O processo de certificação é minucioso, de longo prazo, com pré-requisitos e créditos aplicáveis para apenas algumas tipologias de projeto, tornando altamente recomendada a contratação de uma equipe de profissionais específica. Procure estes profissionais para que o processo ocorra da melhor maneira possível.

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Gabriel Martin Roig (Org.) - Fundamentos Do Desenho Artístico














Fundamentos do desenho artístico é um guia completo e pormenorizado dos princípios elementares do desenho, dos materiais e instrumentos mais comuns, das técnicas básicas para dominar traços, hachuras e sombreados, assim como a composição, a estruturação e a valorização tonal, outros tópicos. Tudo isso é explicado por meio de numerosas imagens, com demonstrações práticas, conselhos e truques da profissão, análise de obras e exercícios passo a passo. De maneira clara e metódica, a obra pormenoriza, em 6 capítulos, cada um dos fatores básicos imprescindíveis para compreender e dominar o desenho com desenvoltura.

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domingo, 11 de setembro de 2016

Camila Nogueira - Urbanização Democrática Nas Pequenas Cidades Brasileiras: Um Estudo De Plano Diretor Para Pompéia-SP











O Estatuto da Cidade apresenta um grande desafio a todos os municípios brasileiros: planejar o futuro de cada cidade promovendo a inclusão de todos, com políticas de abrangência nos mais diversos setores sociais e econômicos. Mas será possível responder a este desafio? Uma resposta positiva poderá ser alcançada através de vontade política para promover a democratização da cidade, contando com o auxílio de planos diretores com uma efetiva participação popular no processo de discussão e elaboração. Para a real elaboração de um plano diretor o organograma de atividades deve prever a participação popular em várias etapas, já que, em essência, um plano diretor é um pacto entre os diferentes setores da sociedade, de forma a mediar os vários interesses que incidem sobre as dinâmicas urbanas. O organograma do processo de construção do Plano Diretor, elaborado de acordo com o livro “Plano diretor participativo: guia para elaboração pelos municípios e cidadãos”, indica suas etapas básicas, onde é possível perceber que durante vários momentos a participação popular é fundamental. Porém, por ser acadêmico, o trabalho aqui apresentado não poderia aplicar-se de tal forma a criar falsas expectativas na população, o que o limita a atender parte deste esquema, se enquadrando na leitura técnica da cidade e na elaboração de diagnósticos, prognósticos e estratégias.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Henri-Pierre Jeudy - Espelhos Das Cidades
















Os sintomas da espetacularização das cidades podem ser detectados em todo o mundo e são amplamente discutidos na mídia. As causas e conseqüências desse fenômeno são debatidas em Espelho das Cidades, de Henri-Pierre Jeudy. O titulo reúne dois livros distintos do filósofo francês que tem se especializado em investigar os processos de patrimonialização e, conseqüentemente, homogeneização urbana que eliminam as singularidades locais de cada espaço urbano para enquadra-los em um padrão mundial que visa a atrair o turismo estrangeiro e o capital multinacional.

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Nelson Brisac Peixoto - Paisagens Urbanas
















Anselm Kiefer, célebre pintor alemão também de paisagens, viu São Paulo da janela de um trigésimo andar e lhe pareceu uma cidade sombria. Pintou em 1987, em uma tela a que chamaou, Lílith, encarnação diabólica, que reina com seu poder de destruição na desconfreada expansão urbana brasileira. Paisagens urbanas, apresenta um estudo sobre cidades e como nelas situam-se as pessoas que as fazem e as habitam. A obra é uma reflexão sobre a arte em relação definitiva com o lugar. É a relação entre arte e cidade.

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Hans Karssenberg (Edit.) - A Cidade Ao Nível Dos Olhos: Lições Para Os Plinths
















O caráter de uma cidade é definido pelas suas ruas e espaços públicos. Desde praças e bulevares até jardins comunitários do bairro e playgrounds de crianças, os espaços públicos emolduram a imagem da cidade. Na história das cidades, jamais foi possível um desenvolvimento urbano bem-sucedido sem um plano e um sistema bem organizados dos espaços públicos e uma conectividade das ruas dentro das cidades. Ruas desempenham um papel crítico nas cidades, conectando espaços, pessoas e bens, e, através disso, facilitando comércio, interação social e mobilidade. Ruas e espaços públicos contribuíram, também, com a definição das funções culturais, sociais, econômicas e políticas nas cidades e municípios. Hoje em dia, no planejamento de uma cidade, muitas vezes a interação e a multifuncionalidade entre ruas, espaços públicos e as fachadas dos prédios no andar térreo (os plinths) foram ignoradas e negligenciadas. Geralmente, as ruas são vistas apenas como as ligações numa rede de ruas, possibilitando deslocamentos, e isso muitas vezes acabou definindo como as ruas são usadas. Onde o espaço público é inadequado, mal desenhado, ou privatizado, a cidade se torna cada vez mais segregada. Onde o andar térreo de um prédio e a sua relação com a rua e o espaço público são ignorados, o seu uso e desenho fazem com que o espaço seja pouco atraente e, às vezes, inseguro.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

J. O. De Meira Penna - Quando Mudam As Capitais
















A Capital exerce uma influência de terminante na vida de uma nação. Como sede do governo, órgão de centralização do Estado, centro diretor da vida política e, freqüentemente, da vida econômica e cultural do país, ela ocupa uma posição única e privilegiada. Sua importância não reside no volume do comércio ou da indústria, na extensão da área construída ou na cifra de sua população residente, porém na função especial e transcendente de governo e unificação. Posto de comando em caso de guerra, local onde se exprimem e se gastam os recursos espirituais da nacionalidade, a Capital é a cabeça pensante do Estado, o berço de suas leis e instituições e, como tal, representa uma comunidade sem fronteiras da qual é cidadão não apenas o domiciliado, porém todo nacional do país. Suas atividades, seus problemas, suas as pirações, seus projetos realistas ou sonhadores, as vicissitudes de sua vida multiforme interessam a toda a sociedade política que nela se sente e se reflete. Ela é o monumento que erguem o Povo e o Fundador, agindo de comum acordo, para celebrar sua própria glória e o refinamento de seu gosto artístico; ela é a vitrine da nação, a face que mostra ao mundo e, para esse edifício do orgulho patriótico, contribuem, através das idades do estilo, seus maiores arquitetos e seus mais famosos artistas. A Capital é um símbolo, tanto quanto um instrumento político.

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domingo, 28 de agosto de 2016

Jaílson De Sousa E Silva & Outros - Espaço Público E Mobilidade: Os Desafios Da Maré
















A Oficina Espaço Público e Mobilidade: os desafios da Maré constituiu mais uma etapa de um esforço de discussão conjunto sobre a viabilização de um projeto estrutural para a região da Maré, no âmbito do Grupo de Estudos estabelecido pelo Instituto Pereira Passos (IPP), em parceria com a Redes de Desenvolvimento da Maré, o Observatório de Favelas, a Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades (SNH/MCidades), a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da UFRJ e o Instituto dePolíticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil).

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. IV: Simulação Computacional Do Desempenho Termo-Energético














Os programas computacionais para simulação de edificações são importantes ferramentas para análises detalhadas de desempenho termo-energético. Ao longo das pesquisas realizadas com a Casa Eficiente, o programa EnergyPlus foi utilizado em diversas simulações computacionais. Elas foram utilizadas para permitir e facilitar algumas análises de desempenho térmico dos componentes construtivos, de eficiência energética, do uso da ventilação natural e do uso do aquecimento solar passivo. Nas pesquisas envolvendo a Casa Eficiente, foram realizadas simulações tanto nas etapas iniciais de projeto, quanto após a sua construção. Nas simulações realizadas antes da construção, foram avaliados dez modelos, com a mesma planta e volumetria da residência, alterando parâmetros construtivos e de uso e ocupação. Dessa forma, pôde-se verificar a influência de cada estratégia de interesse, tais como cobertura com isolamento térmico, parede dupla e com isolamento, proteção solar nas aberturas, vidros duplos, equipamentos eficientes e ventilação natural. Como resultado final destas primeiras simulações, concluiu-se que o uso dessas estratégias em uma conFiguração única resultaria em um melhor desempenho termo-energético da edificação. Foi possível diminuir o consumo energético e melhorar as condições de conforto térmico para os usuários. Tal configuração corresponde ao adotado no projeto arquitetônico da Casa Eficiente.

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Solange V. G. Goulart, Roberto Lamberts & Samanta Firmino - Dados Climáticos Para Projeto E Avaliação Energética De Edificações Para 14 Cidades Brasileiras














Nos últimos anos, observa-se a tendência de projetar edificações sem considerar adequadamente o clima do local. O chamado “estilo internacional” da arquitetura teve grande influência no surgimento de edifícios envidraçados nos mais diversos lugares, indiferentes às condições climáticas. Com a crise de energia da década de 70, tornou-se importante estabelecer critérios de projeto que garantam à arquitetura uma identificação maior com o lugar, considerando o conforto térmico dos indivíduos e a redução no consumo de energia. O conhecimento das condições climáticas externas é importante pois estas representam os requisitos básicos para o projeto de sistemas de ar condicionado, cálculos simplificados do consumo de energia e para simulações mais detalhadas de energia em edificações. Entretanto, os dados meteorológicos, quando disponíveis, não são direcionados para a solução dos problemas de projeto de edificações, fazendo com que os profissionais da área os ignorem. Além disso, nos países em desenvolvimento, a climatologia tem se desenvolvido mais em função da aviação e da agricultura. Isto explica a localização das estações meteorológicas e a natureza dos parâmetros medidos. Porém, visando integrar os diferentes elementos climatológicos em todos os níveis de projeto, exige-se um tratamento específico destes elementos, voltado para o uso dos profissionais. Isto requer um prévio tratamento estatístico ou métodos que transformem uma grande quantidade de registros em ferramentas práticas de trabalho. Algumas metodologias foram desenvolvidas com este propósito.

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Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. III: Uso Racional Da Água
















Esta publicação discorre sobre o uso eficiente da água nas edificações, em particular no setor residencial, apresentando as estratégias referentes ao uso racional da água adotadas na Casa Eficiente, bem como os resultados obtidos nas pesquisas realizadas no LMBEE. Essas estratégias de uso racional da água contemplam o aproveitamento de água de chuva, o tratamento biológico de águas residuárias, o reuso de águas (utilização de águas cinzas claras)1 e a utilização de componentes que possibilitam baixo consumo de água visando contribuir com a redução do consumo de água potável da Casa Eficiente. No projeto hidrossanitário da Casa Eficiente classificam-se as águas desta habitação de acordo com a qualidade e o uso a que se destinam. Assim, na Casa Eficiente tem-se: água de abastecimento potável; água de chuva captada em telhados e utilizadas para fins não potáveis (em máquina de lavar roupas, vaso sanitário, tanque e torneira externa); água de chuva captada em telhado vegetado, terraços e rampas – áreas de circulação de pessoas – que, juntamente com as águas cinzas claras (provenientes do chuveiro, lavatório, tanque e máquina de lavar roupas), são usadas para irrigação paisagística, ou seja, para reuso de águas; e águas residuárias negras e cinzas escuras que após tratamento biológico são direcionadas para a rede de esgoto.

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Cecília Prompt - Curso De Bioconstrução














A bioconstrução se baseia no princípio de que é possível construir tendo um impacto ambiental muito baixo. Um dos intuitos desta cartilha é oferecer opções para que as comunidades tenham autonomia e sejam capazes de, através de técnicas tradicionais, garantirem suas necessidades sem a dependência de outros grupos. Neste sentido, o primeiro passo é pensar além do comum, é enxergar todos os materiais, sejam eles naturais ou residuais como matéria-prima em potencial. Utilizar materiais locais, como terra, pedra, palha e madeira é outro ponto de destaque na cartilha. Com esta mudança de paradigmas, o programa passa para a segunda etapa, a observação das condições climáticas, para que os elementos naturais, como o sol e o vento, sejam usados como aliados na obra. A apresentação de diferentes técnicas tradicionais e eficientes para a construção forma o terceiro bloco de instruções. Superadobe, adobe, COB, taipa de mão, taipa de pilão, são apenas algumas das metodologias apresentadas com detalhes e exemplos práticos. Os cuidados necessários com o abastecimento e saneamento também estão detalhados no material.

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Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. II: Consumo E Geração De Energia
















Esta publicação apresenta estudos realizados a partir dos equipamentos e sistemas existentes na Casa Eficiente. Foram utilizados tanto dados reais, medidos na edificação, quanto dados estimados pela pesquisa. Os estudos aqui apresentados indicam que a energia solar apresenta significativo potencial para utilização em residências no Brasil. A geração fotovoltaica da Casa Eficiente se mostrou suficiente para suprir todo o seu consumo durante o período diurno em dias com céu sem nuvens e sol aparente, e ainda fornecer energia para a rede elétrica. No caso de dias nublados, a geração fotovoltaica supre parcialmente o consumo da Casa, sendo necessário utilizar a energia da rede como complemento. Tendo em vista que a Casa Eficiente não é ocupada por moradores e por isso tem baixo consumo de energia durante todo o dia, para comparar a geração de energia do sistema fotovoltaico com o consumo de uma família, foram realizadas estimativas com diferentes padrões de uso, simulando a ocupação da Casa. Tais estimativas destacaram a importância da escolha de equipamentos eficientes e da adoção de hábitos de consumo conscientes por parte dos usuários. Sendo ocupada por usuários conscientes, e utilizando equipamentos eficientes, a Casa teria sua demanda totalmente atendida pela geração de energia do sistema fotovoltaico.

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José Hailon Gomide, Patrícia Reis Da Silva & Sylvia Maria Nelo Braga - Manual De Elaboração De Projetos De Preservação Do Patrimônio Cultural














O Manual integra o conjunto de Cadernos Técnicos do Programa Monumenta, elaborados para consolidar e transmitir os conceitos, normas e preceitos que orientam a preservação do Patrimônio Histórico e Artístico protegido pela União (Decreto Lei nº 25). Foi elaborado para atender, prioritariamente, aos profissionais que trabalhavam nos projetos desenvolvidos pelo Monumenta, envolvendo bens imóveis protegidos por tombamento federal ou situados nas áreas adjacentes, e projetos de intervenção em espaços públicos urbanos integrantes dessas áreas. Apresenta orientações para elaboração dos projetos complementares e a compilação com adaptações de parte das práticas da Secretaria de Administração Pública (Sedap), estabelecidas no Decreto nº 92.100, de 10/12/1985, para possibilitar a sua aplicação nas obras de intervenção do patrimônio edificado.

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Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. I: Bioclimatologia E Desempenho Térmico
















O presente volume aborda o tema Desempenho Térmico da Casa Eficiente a partir dos resultados do monitoramento desenvolvido pelo LMBEE, aprofundando a investigação acerca do desempenho de estratégias bioclimáticas recomendáveis para o clima de Florianópolis: a ventilação mecânica noturna e o uso de telhado vegetado. Os desafios de sustentabilidade firmam-se cada vez mais como necessidades urbanas no decorrer da evolução do pensamento técnico-científico. As modificações na biosfera, a exemplo de fenômenos como as ilhas de calor urbano e de aumento da concentração dos gases do efeito estufa despertam a necessidade de se repensar imediatamente o ambiente urbano e as suas edificações. Avaliar o desempenho térmico de uma edificação significa avaliar a sua resposta física à influência do meio ambiente externo e do seu uso pelos ocupantes, confrontando os resultados com requisitos quantitativos e qualitativos pré-estabelecidos. A resposta da edificação às variáveis climáticas externas (ventilação, insolação, temperatura, umidade) e ao comportamento do usuário (manipulação das esquadrias, acionamento dos sistemas artificiais de iluminação e condicionamento) configura o seu comportamento térmico, expresso através da variação da temperatura e umidade nos ambientes internos. O comportamento térmico da edificação é influenciado, também, pelos ganhos de calor através das superfícies (teto, parede, piso, janelas) e gerado internamente (pessoas e equipamentos), bem como pelo número de renovações de ar propiciado pela ventilação.

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Jochen Volz & Rodrigo Moura (Orgs.) - Planos De Fuga: Uma Exposição (E Um Livro) Em Obras













Planos de Fuga — Uma Exposição em Obras foi concebida a partir do convite do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo para se pensar uma exposição site-specific em seu edifício, no centro histórico e financeiro da maior cidade da América do Sul. O termo site-specific (que pode ser traduzido como sítio específico) surge no contexto da renovação artística dos anos 1960 e 70, e sugere a criação de obras especificamente para contextos espaciais, físicos e funcionais, resultando numa arte cujo transporte para outras situações representa prejuízo de integridade e de significado. São obras que, de certo modo, se confundem com os locais para os quais foram criadas e deles se nutrem de maneira vital. Para a exposição, cinco artistas — Carla Zaccagnini, Cristiano Rennó, Gabriel Sierra, Marcius Galan e Sara Ramo — apresentaram obras inéditas, criadas especificamente para diferentes espaços do edifício. Três artistas — Cildo Meireles, Renata Lucas e Rivane Neuenschwander — foram convidados a recriar obras cujos sentidos são ativados e potencializados no prédio do CCBB-SP. Obras inéditas no Brasil de três outros artistas — Claudia Andujar, Gordon Matta-Clark e Robert Kinmont — foram reunidas numa sala histórica, espécie de pequeno núcleo museológico que remonta ao interesse destes artistas pela paisagem, pela cidade e pela arquitetura.

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Julius Panero - Las Dimensiones Humanas En Los Espacios Interiores (Espanhol)
















La antropometría es el estudio de las dimensiones del cuerpo humano sobre una base comparativa. Su aplicación al proceso de diseño es ineludible si observamos la adaptación necesaria entre el cuerpo humano y los diversos componentes del espacio interior. Las dimensiones humanas en los espacios interiores es un texto de normas de diseño, fundamental para todas aquellas personas que están vinculadas con el estudio y desarrollo de proyectos de interiores, tanto estudiantes, arquitectos e interioristas, como diseñadores, industriales y constructores. Consta de tres partes. La primera trata de la teoría y la aplicación de la antropometría, dedicando una sección especial a las personas ancianas y a aquellas con algœn tipo de carencia física. La segunda contiene unas tablas antropométricas ilustradas y de fácil lectura que aportan datos sobre el tamañocorporal, organizados por grupos de edad y porcentajes. También incluye datos sobre la amplitud de movimiento de las articulaciones y relativos a las dimensiones del cuerpo de los niños. En la tercera se presentan gran cantidad de dibujos acotados que ilustran en planta y sección la correcta relación antropométrica entre el usuario y el espacio. Los espacios estudiados abarcan desde viviendas y espacios comerciales hasta lugares de ocio y espacios institucionales. Todas las tablas de dimensiones se completan con las correspondientes conversiones al sistema métrico.

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Micheel Wassolf - Da Casa Passiva À Norma Passivhaus: A Arquitetura Passiva Em Climas Quentes














Ainda que o conceito da “casa passiva” tenha suas origens na década de 1970, foi apenas com a criação da Passivhaus (a norma de origem alemã de otimização energética para a construção de moradias) que essa prática de arquitetura sustentável amadureceu. Desde a construção do primeiro prédio Passivhaus na Alemanha no início da década de 1990, o protocolo Passivhaus vem sendo aplicado com sucesso em edificações do mundo inteiro, da fria cidade de Oslo à tropical Xangai. Este livro apresenta o conceito de arquitetura passiva, explica a norma Passivhaus e explora sua aplicação no âmbito dos territórios de clima quente. Com enfoque prático e direto, o autor apresenta os conceitos básicos dessa normalização da construção, as tecnologias atuais com as quais trabalha e as pautas fundamentais para a aplicação da norma em países de clima temperado ou quente. O livro se estrutura em três capítulos: a arquitetura passiva, a norma Passivhaus e um terceiro bloco de caráter prático, no qual se mostra a aplicação da ferramenta PHPP a edificações de referência em cidades de clima quente e tropical como Madri, Lisboa, Cidade do México e Rio de Janeiro. Além disso, são apresentados diversos exemplos de edificações Passivhaus que demonstram a viabilidade da norma nessas zonas.

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