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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Ann Jones - Cabul No Inverno: Vida Sem Paz No Afeganistão














Depois de cessados os bombardeios no Afeganistão, a premiada jornalista e ativista dos direitos da mulher, Ann Jones, partiu para uma cidade destruída esperando levar ajuda a um lugar onde os EUA, seu país, só haviam levado destruição. O resultado é um relato cortante de uma cidade lutando para erguer-se das ruínas. Em Cabul no inverno, a escritora Ann Jones relata situações estarrecedoras por ela testemunhadas durante o período no qual trabalhou como agente humanitária em Cabul. A autora adentra uma ampla comunidade de mulheres forçadas a viver à margem da sociedade e, assim, descreve a chocante realidade vivida pelas mulheres afegãs - viúvas de guerra, meninas-noivas fugitivas, prostitutas humilhadas, esposas desprezadas, vítimas de estupro.

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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Cibele Silva (Edit.) - Redes Sociais E Inovação Digital Vol. II














O intuito aqui em vez de isolar os estudantes, é encorajá-los a escrever/colaborar, é o conceito do Don Tapscott no livro “A hora da geração digital”. Não é a hora de cidadãos globais e conectados encontrarem a educação progressista? O pensador Mark Prensky disse “A fonte do conhecimento não são mais os professores, mas a internet. A educação mais útil para o futuro não está acontecendo na escola. Está acontecendo depois da escola, especialmente em clubes de robótica etc., e na internet como um todo – está acontecendo nos games…” Alfinetou o educador Jeffery Bannister sobre os modelos de educação seculares “Professores que leem anotações manuscritas e escrevem em quadros negros, e alunos que anotam o que eles dizem. Esse é um modelo pré-Gutenberg.”

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Marcel Ayres, Renata Cerqueira & Tarcízio Silva (Org.) - #MidiasSociais: Perspectivas, Tendências E Reflexões














Com o intuito de educar estudantes e profissionais, aumentando o debate sobre a comunicação digital, o material, busca sistematizar conhecimentos sobre a área, discutindo temas como Monitoramento Online, Transmídia, Assessoria Política, Geolocalização, Novos Modelos de Negócios, CoolHunting etc. Produzido colaborativamente, o ebook conta com artigos de profissionais e pesquisadores de todo país, como Patrícia Moura (Agência Binder / Visão Estratégica), Nino Carvalho (InPress Porter Novelli), Carol Terra (Agência Ideal), Gilber Machado (e-brand), Mirna Tonus (UFU) e Henrique Puccini (Humantech).

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Leonencio Nossa - Homens Invisíveis














Um dos últimos exploradores, Sydney Possuelo liderou dezenas de expedições pela selva amazônica e descobriu diversas tribos desconhecidas. Se não fosse por ele, dúzias de etnias teriam desaparecido. Exterminadas por doenças contagiosas ou pelas balas de gananciosos garimpeiros, madeireiros ou grileiros. Até mesmo Ongs e religiosos podem causar estrago: uma gripe é capaz de dizimar muitos índios em poucos dias. Seu trabalho demarcando terras, sem travar qualquer contato, protege nações indígenas acuadas pelos brancos. Homens invisíveis é uma espiadela neste universo. Leonencio Nossa — co-autor de Viagens com o presidente — narra, aqui, uma das recentes viagens do sertanista Possuelo em busca de povos desconhecidos. Foram 3 meses e meio pelo território da Amazônia, nas terras altas do Vale do Javari, na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia. Nesta área, do tamanho de Portugal, vivem cerca de dezessete grupos sem contato exterior, como a tribo dos flecheiros, índios raramente vistos e que se destacam pela destreza no manejo do arco. Pernas feridas por espinhos, mosquitos e formigas-de-fogo, os 34 homens desta expedição andaram 273 quilômetros e navegaram mais de mil para provar a existência dessa gente oculta. Os isolados, brasileiros invisíveis, que não se sabe ao certo onde estão, quem são ou que língua falam. O objetivo não é contatá-los, mas encontrar provas de sua existência e mapear suas terras sem se aproximar demais ou invadi-la. Ao mesmo tempo, uma flecha mortal, ou dardo envenenado de uma zarabatana, a qualquer momento, podia saltar da mata.

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Carlos Montez & Valdecir Becker - TV Digital Interativa: Conceitos, Desafios E Perspectivas Para O Brasil














O destaque deste livro está no seu caráter de inovação quanto às obras voltadas para as discussões em TV Digital no Brasil. Valdecir Becker e Carlos Montez desenham um panorama das possibilidades que a Televisão deve trazer para o Brasil e como suas configuração devem permitir recursos como a interatividade, canal de retorno dentre outras. Organizado em tópicos não lineares, que podem ser lidos de maneira independente, o fluxo que se dá dentro da narrativa  vai construindo a Televisão Digital com suas bases, a evolução, as tecnologias utilizadas e os possíveis efeitos que ela deveria causar na sociedade brasileira. Os autores também indicam bibliografias para que os leitores possam se aprofundar nos pontos que considerarem importantes e, nos tópicos finais são publicadas entrevistas com 11 pesquisadores de algumas áreas importantes dentro do processo de implantação da TV digital no Brasil. Passados aproximadamente 5 anos de suas publicação, o livro ainda mantém muitos apontamentos que podem ser contextualizados à realidade atual. Além disso, sua organização e os conceitos apresentados podem ser considerados um com um importante "tutorial" àqueles que tem o interesse de conhecer as principais características da Televisão Digital Interativa.

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Cibele Silva (Edit.) - Redes Sociais E Inovação Digital Vol. I














Hoje, se alguém passar dez minutos na frente de um computador, será o suficiente para que apareça uma série de perguntas como “por que a Rainha da Inglaterra tem um perfil oficial no Twitter?”, “qual o motivo para as pessoas passarem 100 milhões de horas editando a Wikipédia?” ou “o que levou os usuários a ficarem mais de um trilhão de horas em redes sociais?”. O porquê é complexo e encontrar raízes em relações sociais amplificadas pela internet. Para ele, questões como: engajar-se, sentir-se incluído, ver-se como socialmente útil e pôr em prática a alma empreendedora, são algumas das causas que levam a este novo comportamento virtual. Tudo isso, no entanto, leva para um mesmo caminho, é o que chamo de “generosidade coletiva”. Em redes sociais, por exemplo, é possível enxergar exemplos desta afirmação, como quando pessoas recorrem ao Twitter para pedir socorro ou para saber informações de familiares e amigos envolvidos em uma tragédia, como foi o caso do último terremoto no Japão.

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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Raul Inácio Busarello & Vania Ribas Ulbricht (Orgs.) - Práticas E Geração De Conhecimento Frente Às Novas Mídias














Com o avanço da tecnologia as relações entre os sujeitos e o mundo vêm se transformando e ganhando novos formatos. Os meios digitais estão se tornando o ponto principal para o desenvolvimento de várias áreas do conhecimento. As mudanças podem ser percebidas na simples relação das práticas de trabalho quanto na interação da vida cotidiana. Simples ações dos sujeitos, sejam elas para o lazer, para a aprendizagem ou mesmo para a gestão organizacional das empresas estão intimamente ligadas às narrativas construídas a partir de uma nova forma de comunicação mediada pelos adventos tecnológicos da era digital. A interatividade passou a ser a palavra-chave deste momento. As possibilidades ilimitadas no contato entre os produtores e o público, especialmente em tempo real, tornaram-se de grande valor frente a um mercado ávido por inovações e respostas em curto prazo. Isso tudo sem considerar, obviamente, que a observação da audiência hoje pode ser feita minuto a minuto, oferecendo informações preciosas a respeito dos usuários. Com o desenvolvimento das mídias, do impresso ao eletrônico, os meios de comunicação têm sofrido grandes transformações abrindo importantes possibilidades de desenvolvimento não simplesmente na forma de comunicação, mas, especialmente, no processo e na gestão da aprendizagem como um todo.

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sábado, 19 de novembro de 2016

Marcello Chamusca & Márcia Carvalhal (Orgs.) - Comunicação E Marketing Digitais














O livro traz à luz um debate necessário a respeito do ponto em que estamos nessa trajetória de mudanças, de adaptação e recriação de conceitos fundamentais do marketing e da comunicação no universo das organizações, sobretudo, diante da nova dinâmica de relacionamento pautada pela era digital, através da chamada mídia social.

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Ana Brambilla (Org.) - Para Entender As Midias Sociais Vol. II














Na mesma linha do 1º volume lançado em abril de 2011 - "Para entender as mídias Sociais",  esta nova edição, lançada aproximadamente um ano depois, é composta por vários artigos de pesquisadores e profissionais atuantes no mercado das mídias sociais. Entre os temas abordados, estão comunicação digital, jornalismo, educação, cidadania, gestão e negócios, tecnologia, gadgets e outras esferas impactadas pelas redes sociais. “Percebi que havia novos pontos desse universo que precisavam entrar na pauta não só da minha turma, mas do mercado de mídias sociais como um todo. Foi aí que percebi quantas coisas mudaram em menos de um ano. E o quanto é necessário estarmos em constante atualização”, afirma Ana Brambilla.

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Gustavo Cardoso & Outros - O Jornalismo Hoje. Uma Análise De 14 Redações De TV, Rádio E Jornais














O objetivo deste projeto é a produção de conhecimento relativo à articulação entre a Internet – enquanto tecnologia paradigmática das Sociedades Informacionais – e os meios de comunicação de massa portugueses. Pretende-se com a problematização da relação de interdependência que se estabelece entre a Internet e os Media compreender as transformações suscitadas na atividade regular destes pelo desenvolvimento e apropriação da Internet.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Jonah Berger - Contágio: Por Que As Coisas Pegam














O que faz algo ser realmente um sucesso de público? Se você respondeu propaganda, pense de novo. Hoje as pessoas não dão mais tanta importância para anúncios, elas escutam opiniões. Mas por que falamos mais sobre certos produtos e ideias do que outros? Por que algumas histórias e boatos se espalham com mais facilidade? E o que faz um conteúdo on-line tornar-se viral? Jonah Berger, professor de Marketing de Wharton, passou a última década respondendo essas perguntas. Ele estudou, por exemplo, por que artigos do The New York Times estão sempre na lista dos textos mais enviados por e-mail, ou por que alguns produtos geram boca a boca, e como a influência social define desde os carros que compramos às roupas que vestimos e os nomes que damos a nossos ¬ filhos. Neste livro, Berger revela a ciência secreta por trás do viral e da transmissão social. O autor apresenta seis princípios básicos que impelem todos os tipos de coisas a se tornarem contagiosas, de bens de consumo e iniciativas políticas a boatos no ambiente de trabalho e vídeos no YouTube.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Giuliana Kauark, José Márcio Barros & Paulo Miguez (Orgs.) - Diversidade Cultural: Políticas, Visibilidades Midiáticas E Redes














Neste título, autores brasileiros, americanos e espanhóis se reúnem para discutir a respeito da diversidade cultural. Tratam-se de 12 artigos acadêmicos que abordam aspectos de mídia, audiovisual, redes, tecnologia, patrimônio e políticas públicas, de forma a obter um escopo da diversidade cultural em diversos âmbitos.

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terça-feira, 15 de novembro de 2016

Izidoro Blikstein - Técnicas De Comunicação Escrita














Quais são os segredos para escrever bem? Basta ter as regras gramaticais na ponta da língua? É suficiente ser craque em ortografia? É isso e muito mais. Neste livro, o professor Izidoro Blikstein – um dos maiores especialistas em comunicação do país – desvenda os mistérios do escrever bem para todos aqueles que sentem calafrios só de pensar que precisam redigir desde um simples e-mail até um relatório complexo. Em linguagem leve, com exemplos didáticos, o autor mostra que redigir um bom texto, qualquer que seja, não é nenhum bicho de sete cabeças. Mas é preciso atenção e esforço, pois escrever bem significa comunicar-se com eficiência. E uma boa comunicação é essencial para o progresso no mundo corporativo.

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domingo, 13 de novembro de 2016

Torquato Neto - Os Últimos Dias De Paupéria (Do Lado De Dentro)














Torquato Neto era um blogueiro dos anos 70. Escrevia a coluna “Geléia Geral” no jornal Última Hora, onde cobria a vida cultural brasileira (especialmente do Rio), com foco na música, no cinema e num pouco de literatura. Do teatro ele não gostava muito, mas anunciava as novidades, assim como uma ou outra notinha sobre artes plásticas. É legal acompanhar dia após dia, na sua “Geléia Geral”, a história da música brasileira (e mundial) nos ricos anos 71 e 72. Torquato, saudosista, reclamava que a MPB estava muito parada. Pra quem lê hoje soa como ironia. Eram os anos de “Fa-Tal” da Gal (Com “Vapor Barato” e “Pérola Negra”), “Transa” o (disco em inglês) cult do Caetano, “Construção” do Chico Buarque (com a faixa título mais “Cotidiano”, “Deus lhe pague”, “Valsinha” e meia dúzia de clássicos) e o discão do rei Roberto Carlos que trazia “Detalhes”, “Debaixo dos Caracói dos seus cabelos” e “Como dois e dois”. Lá fora, John Lennon estava de música nova: Imagine. E Torquato avisava a galera pra se ligar em uma banda inglesa que estava amadurecendo bem; o Pink Floyd. (Ainda dois anos distante de lançar seu mega-sucesso “The Dark Side of the Moon”). E os Novos Baianos começavam a se tornar íntimos de João Gilberto. (influência que daria origem ao clássico “Acabou Chorare”). Os últimos dias de paupéria” (organizado por Wally Salomão e Ana Maria Silva de Araújo Duarte) foi publicado postumamente. Torquato estava preparando um livro ( que devia chamar-se “Do lado de dentro”) quando se suicidou com gás de cozinha no dia do seu aniversário de 28 anos. Morreu sem publicar nenhum livrinho em vida. Deixou suas crônicas musicais, suas letras (“Geléia Geral” e “Louvação” com Gil, mais uma dezena com Caetano, Jards Macalé, Edu Lobo e a parceria póstuma de “Go Back” com os Titãs), algumas cartas (numa das quais conta como fumou haxixe com JIMI HENDRIX) e poesias – era poeta tropicalista, amigos dos concretistas e admirador da poesia marginal de Chacal, então estreante. Também dirigiu e atuou em alguns filmes Super 8. Sua empolgação com música-cinema-literatura não o segurou na vida, deprimido com a falta de liberdade da ditadura e a falta de bom gosto da esquerda. Nasceu no tempo errado. Inspirou Caetano numa de suas melhores letras; “Cajuína”, do álbum “Cinema Transcendental” (1979). Aquela que começa existencialista assim: “Existirmos, a que será que se destina?”.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Guilherme Michelotto Böes - Droga E Mídia: Uma Análise Da Campanha “Crack Nem Pensar”














Durante os anos de 2009 e 2010, o principal grupo midiático do Rio Grande do Sul, construiu uma campanha com imagens contundentes de usuários da substância entorpecente crack. Confrontando essa proposta da mídia, em realizar o seu debate sobre o crack com base em diversos estudos sobre essa substância, sejam sobre redução de dano seja como crítica da legislação penal, pretendemos apresentar esse trabalho, que se constitui em uma análise da mídia como objeto e meio de interação e formação cultural. Essa pesquisa apresenta-se, pois, como uma desconstituição breve, com diversas “linhas teóricas”, diversos autores para diversas concepções doutrinárias, sem ser única, de forma a não se limitar nessas perspectivas teóricas, bem como em suas limitações. Com a análise da campanha proposta, procuramos fazer a análise da “teoria” social sobre a mídia, para que dessa forma, pudéssemos apresentar a mesma como produto de interação cultural. Igualmente, para não se negar a importância da mídia no Estado Democrático, foi necessária uma breve consideração acerca do formato de Estado Democrático de Direito. O discurso sobre as políticas nacionais de drogas já é amplamente debatido no âmbito acadêmico, e se apresenta ofuscado pela campanha da mídia, pois que permite, abertamente, uma equivocada, e exclusiva taxação, especialmente quanto aos usuários, mantendo o argumento proibicionista, operando em um contexto político privado. Nessa senda, apresentamos a uma análise crítica, pela Criminologia Cultural. O trabalho cultural crítico deve partir de um engajamento da “negociação” entre as identidades e seus significados: seus símbolos, as raízes do crime e do desvio, com o intuito de encontrar uma solução coletiva. Pressupõe a conscientização de maiores valores sociais, em uma tentativa de apresentar as tensões e/ou fracassos, das políticas de inclusão e exclusão.

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Bruno Nogueira - Reação Em Cadeia














Resultado de uma pesquisa de mestrado em comunicação, desenvolvido na Universidade Federal de Pernambuco entre 2005 e 2007. Atualizado e revisado para publicação, o livro apresenta conceitos atualizados para o estudo das indústrias culturais, uma contextualização do histórico da indústria da música no Brasil para, então, apresentar novas tensões e transformações que a cadeia produtiva da música após a popularização da internet.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Dario Caldas - Observatório De Sinais














Neste livro, você encontrará uma análise abrangente e inovadora do tema tendências, um olhar crítico e desafiador sobre verdades tidas como absolutas e há muito sedimentadas nesse universo. O autor produziu uma obra que se destaca pelo questionamento do que existe de anacrônico, imediatista e superficial na construção das tendências. Partindo da desmistificação do conceito de tendência, desde sua origem à forma como é utilizado nas mais diferentes indústrias e setores, abre-se um proveitoso e necessário espaço para a reflexão, para o pensamento crítico – atitude imprescíndivel a todos os que se interessam em fazer avançar a prática profissional aliada à produção do conhecimento.

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Nilson Lage - Estrutura Da Notícia














Do primeiro grito ao último suspiro, a vida nos coloca em muitos ambientes e nos permite testemunhar muitas situações. A descoberta da luz, da forma, do seio materno, da própria identidade; os jogos da infância, o espaço da casa, da rua, da escola; o amor, o trabalho, a vivência particular dos fatos políticos e sociais de nosso tempo: os soldados que desfilam, os poderosos que passam, algumas pessoas notáveis, o povo nas ruas, o efêmero gesto de vitória. Por mais fortes que sejam esses quadros, por quanto determinem de nosso comportamento, de nossas angústias e esperanças, são apenas parte daquilo que sabemos. A parte menor. Muito mais nos chega por notícias, testemunhos, em palavras ou representações icônicas.

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domingo, 6 de novembro de 2016

Cleci Leão & Thales Guaracy - Escreva Bem, Pense Melhor














Um guia para escrever corretamente, e mais: como tornar seu texto ao mesmo tempo interessante e importante. E ajuda a fazer do exercício da escrita uma forma de aperfeiçoamento pessoal, útil não somente na comunicação, como em todas as atividades que exigem um pensamento claro e organizado.

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sábado, 5 de novembro de 2016

Gabriela Goulart Mora - Castigos Físicos E Humilhantes: Guia De Referência Para A Cobertura Jornalística














Nesta publicação, entra em foco o tema dos castigos físicos e humilhantes, prática naturalizada como estratégia pedagógica nas famílias e escolas de todo o mundo. Justamente por serem tolerados como medida disciplinar na sociedade, principalmente no âmbito doméstico, os castigos físicos ainda são pouco debatidos na esfera pública. Esse silêncio contribui para a manutenção de um modelo educativo tradicionalmente pautado pela violência, mesmo que de forma sutil. Considerando a complexidade da relação entre pais, filhos e profissionais de educação no processo educativo, este guia procura, portanto, subsidiar o debate sobre estratégias disciplinares positivas e sustentáveis, com base no diálogo e na negociação de limites e consensos de maneira participativa e colaborativa. A presença de tal abordagem na mídia fornece informações extremamente relevantes para os adultos e para as próprias crianças e adolescentes, reforçando a imagem de meninos e meninas como sujeitos de direito, que têm direito a um tratamento respeitoso.

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