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sábado, 11 de abril de 2015

Santo Anselmo & Abelardo - Coleção Os Pensadores














Subtítulo: 
Santo Anselmo Cantuária: Monológo. Proslógio. A Verdade. O Gramático.
Pedro Abelardo: Lógica para principiantes. A História das Minhas Calamidades.

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Aristóteles - Coleção Os Pensadores Vol. II














Aristóteles foi, durante séculos, o oráculo da filosofia, e sua obra foi olhada como a soma dos conhecimentos humanos; emancipando-se de sua autoridade é que a filosofia abriu novos caminhos. Todavia, se havia acabado por se esclerosar numa escolástica, o pensamento aristotélico foi, em sua fonte, animado por imensa curiosidade científica e vigoroso espírito científico." Aristote et son École, Joseph Moreau, 1962. "Como, por quais meios argumentativos, obtém-se uma intensidade suficiente de adesão dos espíritos? O estudo filosófico desse problema foi inteiramente negligenciado pelos modernos. É verdade que houve, no século passado, alguns padres de grande reputação e admirável perspicácia, tais como o arcebispo Whately e o cardeal Newman, que se ocuparam do assunto, em conseqüência de questões suscitadas pela prédica. Num domínio inteiramente diferente, o assunto também atraiu a atenção, em particular nos Estados Unidos, dos especialistas em publicidade e propaganda. Mas é aos pensadores da Antiguidade greco-romana, ao Aristóteles dos Tópicos e da Retórica, e ao Quintiliano da Instituição Oratória que é preciso volver, se sequer encontrar precursores para nosso modo de encarar o problema da argumentação.

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Epicuro, Lucrécio, Cícero, Sêneca, Marco Aurélio - Coleção Os Pensadores














"Nunca se protele o filosofar quando se é jovem, nem canse o fazê-lo quando se é velho, pois que ninguém é jamais pouco maduro nem demasiado maduro para conquistar a saúde da alma. E quem diz que a hora de filosofar ainda não chegou ou já passou assemelha-se ao que diz que ainda não chegou ou já passou a hora de ser feliz." Epicuro: A Filosofia e o seu Objetivo
"É indubitável que a matéria não forma um todo compacto, visto vermos que tudo se gasta e por assim dizer se desfaz ao longo dos tempos e se oculta na velhice aos nossos olhos; o conjunto, no entanto, parece permanecer intato, pois o que se retira de qualquer corpo, e por aí o diminui, vai aumentar aquele a que se junta: obrigam uns a envelhecer, outros a prosperar; e não param nesse ponto. Assim continuamente se renova o Universo e vivem os mortais de trocas mútuas. Aumentam umas espécies, diminuem outras, e em breve espaço se substituem as gerações de seres vivos e, como os corredores, passam uns aos outros o facho da vida." Lucrécio: Da Natureza
"Não procedas como se houvesses de durar dez milênios; o fim inevitável pende sobre ti; enquanto vives, enquanto podes, torna-te um bom." Marco Aurélio: Meditações

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Kierkegaard - Coleção Os Pensadores














Este Volume Contém As Seguintes Obras:
O Diário De Um Sedutor (1843): A obra retrata aquilo que Kierkegaard entende por modo de vida estético, caracterizado pelo hedonismo romântico e sofisticado. O sedutor é um indivíduo que escolhe o mergulho na paixão, as contradições da existência amorosa. Escolhe como finalidade da vida o prazer, gozando pessoalmente a estética e gozando esteticamente sua própria personalidade.
Temor E Tremor (1843): O episódio bíblico de Abraão, que se dispõe a matar o filho Isaac em obediência à ordem divina, serve de tema à reflexão de Kierkegaard sobre a natureza da fé. E é fundamentalmente como paradoxo que a fé se revela: “paradoxo capaz de fazer de um crime um ato santo e agradável a Deus, paradoxo que devolve a Abraão o seu filho, paradoxo que não pode reduzir-se a nenhum raciocínio, porque a fé começa precisamente onde acaba a razão”.
O Desespero Humano (Doença Até À Morte): A dialética do desespero — doença que marcaria o fundo da consciência do cristão até à morte — é analisada por Kierkegaard, em suas múltiplas facetas: o desespero inconsciente de ter um eu; o desespero que não quer, e o desespero que quer ser ele próprio; a relação entre desespero e pecado.

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Auguste Comte - Coleção Os Pensadores














Este Volume Contém As Seguintes Obras:
Curso De Filosofia Positiva (1830/42): Exposição sistemática das principais idéias que fundamentam o positivismo de Comte: a lei dos três estados; a caracterização do espírito positivo; a necessidade da fundação de uma “física social”; a crítica do método subjetivo em psicologia; a classificação das ciências.
Discurso Sobre O Espírito Positivo (1844): Inicialmente esse Discurso servia de introdução ao Tratado Filosófico de Astronomia Popular. Além de analisar o estado teológico, o metafísico e o positivo, estuda as relações entre ciência e arte, entre ciência e teologia.
Discurso Preliminar Sobre O Conjunto Do Positivismo (1848): Comte apresenta uma síntese clara de suas principais idéias.
Catecismo Positivista (1852): Exposição sumária da religião universal, apresentada sob a forma de diálogos entre uma mulher e um sacerdote da Humanidade.

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domingo, 14 de dezembro de 2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Denis Diderot - Coleção Os Pensadores














Diderot nasceu na pequena cidade francesa de Langres, a 8 de outubro de 1713, filho de um cuteleiro chamado Didier e de Angélica, sua esposa. Desde cedo é orientado para o sacerdócio, em virtude de possuir, do lado materno, vários clérigos como parentes. Assim sendo, ingressa no colégio jesuíta da cidade natal, onde se revela brilhante aluno, sobretudo em latim e matemática. Com apenas treze anos de idade recebe a tonsura, veste a sotaina e é chamado senhor abade. Os parentes ficam muito contentes, pensando que ele estivesse disposto a seguir a carreira eclesiástica, mas logo se desiludem. Diderot quer apenas estudar e para isso dirige-se a Paris e ingressa no Colégio Louis, le Grand, onde Voltaire estudara anos antes. Aprofunda-se em lógica, física, moral, matemática e metafísica, disciplinas vestidas convenientemente, no ensino da época, em roupagem aristotélica e teológica. Em 1732 torna-se “maître des arts” pela Universidade de Paris e mostra-se possuidor de considerável erudição em grego, italiano e inglês, adquirida autodidaticamente.

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John Locke - Coleção Os Pensadores














Ensaio acerca do Entendimento Humano (em inglês, An Essay Concerning Human Understanding) é um dos principais trabalhos de John Locke, junto com o segundo tratato de Dois Tratados sobre o Governo. Foi publicado originalmente em 1690 e tem como tema o pensamento e conhecimento humano. No livro, Locke afirma que todas as pessoas nascem sem saber absolutamente nada, como se fosse uma "folha em branco" preenchida a posteriori através de experiências. Esse ensaio foi uma das principais fontes do empirismo britânico, influenciando muitos filósofos do iluminismo, como David Hume.
 
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Ludwig Wittgenstein - Coleção Os Pensadores
















O livro Investigações Filosóficas é considerado, ao lado do Tractatus Logico-Philosophicus, o trabalho mais importante do filósofo Ludwig Wittgenstein. As Investigações Filosóficas constituem uma espécie de síntese da segunda fase do pensamento de Wittgenstein, assim como o Tractatus é uma síntese da primeira. O livro foi publicado postumamente, em 1953, numa edição bilíngue alemão/inglês, cuja tradução para o inglês foi feita por G. E. M. Anscombe. Nas Investigações Filosóficas, Wittgenstein critica várias idéias que ele mesmo havia defendido anteriormente no Tractatus, em especial as idéias de uma essência da linguagem, de uma teoria pictórica do significado e de uma estrutura lógica subjacente à forma aparente das proposições. Wittgenstein também defende a idéia de que não há problemas filosóficos genuínos, pois os problemas filosóficos surgem de uma falta de compreensão do funcionamento da linguagem e da lógica dos conceitos. Nesta perspectiva, a filosofia é vista como uma atividade terapêutica que dissolve as perplexidades "filosóficas".

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Aristóteles - Coleção Os Pensadores Vol. I
















Aristóteles foi, durante séculos, o oráculo da filosofia, e sua obra foi olhada como a soma dos conhecimentos humanos; emancipando-se de sua autoridade é que a filosofia abriu novos caminhos. Todavia, se havia acabado por se esclerosar numa escolástica, o pensamento aristotélico foi, em sua fonte, animado por imensa curiosidade científica e vigoroso espírito científico." Aristote et son École, Joseph Moreau, 1962. "Como, por quais meios argumentativos, obtém-se uma intensidade suficiente de adesão dos espíritos? O estudo filosófico desse problema foi inteiramente negligenciado pelos modernos. É verdade que houve, no século passado, alguns padres de grande reputação e admirável perspicácia, tais como o arcebispo Whately e o cardeal Newman, que se ocuparam do assunto, em conseqüência de questões suscitadas pela prédica. Num domínio inteiramente diferente, o assunto também atraiu a atenção, em particular nos Estados Unidos, dos especialistas em publicidade e propaganda. Mas é aos pensadores da Antiguidade greco-romana, ao Aristóteles dos Tópicos e da Retórica, e ao Quintiliano da Instituição Oratória que é preciso volver, se sequer encontrar precursores para nosso modo de encarar o problema da argumentação.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Platão - Coleção Os Pensadores














Os gregos antigos inventaram a democracia, a noção de cidadania e foram os primeiros a sentir e expor a necessidade de ultrapassar o terreno das meras opiniões, os ensinamentos dos mitos e as crenças supersticiosas. Propuseram-se a atingir um conhecimento verdadeiro, um saber efetivamente científico. Nessa busca, Platão, que cria sua Academia em 387 a.C. em Atenas, tem papel fundamental. Apura a dialética socrática para torná-la apta a desenvolver um saber sistemático, capaz de se alçar do sensível para o inteligível — o mundo das idéias. Sua influência, uma das mais profundas da história do pensamento, ainda hoje encontra-se no horizonte de toda investigação teórica.

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Thomas Hobbes - Coleção Os Pensadores














Hobbes parte da idéia do “homem natural” e este por natureza é a condição em que se encontram os homens fora de uma comunidade política ou da sociedade. Nesse estado os homens disputam todas as coisas por direito natural e absoluto. O homem, em sua natureza, defende Hobbes, possuem “direitos de natureza”, que trata-se do direito à sobrevivência. A partir desse direito, os homens unem-se a fim de preservar suas vidas, criando um contrato social. Para Hobbes, essa necessidade leva-os a produzirem um contrato para firmar a paz e a segurança.

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Sócrates - Coleção Os Pensadores














Filósofo grego que viveu em Atenas, revolucionou a história da filosofia ao deslocar reflexão do mundo natural para o mundo humano. Ao fazer do diálogo o método de sua filosofia, procurou conhecer-se a si mesmo para saber em que consistia sua sabedoria. Sempre seguido de discípulos, onde se reuniam no Liceu do Ginásio, foi acusado de subversão e de corromper a juventude. Condenado à morte, foi obrigado a beber cicuta na prisão de Atenas. Sócrates nada deixou por escrito, e seus pensamentos são conhecidos por meio das obras de outros filósofos.

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Friedrich Nietzsche - Coleção Os Pensadores














Friedrich Wilhelm Nietzsche foi um filólogo, filósofo, crítico cultural, poeta e compositor alemão do século XIX. Ele escreveu vários textos críticos sobre a religião, a moral, a cultura contemporânea, filosofia e ciência, exibindo uma predileção por metáfora, ironia e aforismo. As ideias-chave de Nietzsche incluíam a dicotomia apolíneo/dionisíaca, o perspectivismo, a vontade de poder, a "morte de Deus", o Übermensch (Além-Homem) e eterno retorno. Sua filosofia central é a ideia de "afirmação da vida", que envolve questionamento de qualquer doutrina que drene uma expansiva de energias, porém socialmente predominantes essas ideias poderiam ser. Seu questionamento radical do valor e da objetividade da verdade tem sido o foco de extenso comentário e sua influência continua a ser substancial, especialmente na tradição filosófica continental compreendendo existencialismo, pós-modernismo e pós-estruturalismo. Suas ideias de superação individual e transcendência além da estrutura e contexto tiveram um impacto profundo sobre pensadores do final do século XX e início do século XXI, que usaram estes conceitos como pontos de partida para o desenvolvimento de suas filosofias. Mais recentemente, as reflexões de Nietzsche foram recebidas em várias abordagens filosóficas que se movem além do humanismo, por exemplo, o transumanismo.


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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Santo Agostinho - Coleção Os Pensadores














CONFISSÕES
Santo Agostinho narra sua própria vida, sua evolução espiritual, sua procura da verdade. Não é apenas a história de um homem que se transformou num dos maiores nomes do pensamento cristão: é toda uma época que ressurge, marcando a transição da cultura greco-romana para a síntese entre Classicismo e Cristianismo.
DE MAGISTRO
O diálogo entre Agostinho e Adeodato focaliza a questão da linguagem, sua origem e papel no processo do conhecimento. Conclui que “não aprendemos pelas palavras que repercutem exteriormente, mas pela verdade que ensina interiormente”.

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Pré-Socráticos - Coleção Os Pensadores














Os pré-socráticos são filósofos que viveram na Grécia Antiga e nas suas colônias. Assim são chamados pois são os que vieram antes de Sócrates, considerado um divisor de águas na filosofia. Muito pouco de suas obras está disponível, restando apenas fragmentos. O primeiro filósofo em que temos uma obra sistemática e com livros completos é Platão, depois Aristóteles. São chamados de filósofos da natureza, pois investigaram questões pertinentes a esta, como de que é feito o mundo. Romperam com a visão mítica e religiosa da natureza que prevalecia na época, adotando uma forma científica de pensar. Alguns se propuseram a explicar as transformações da natureza. Tinham preocupação cosmológica. A maior parte do que sabemos desses filósofos é encontrada na doxografia de Aristóteles, Platão, Simplício e na obra de Diógenes Laércio (século III d. C), Vida e obra dos filósofos ilustres. A partir do século VII a.C., há uma revolução monetária da Grécia, e advêm a ela inovações científicas. Isso colaborou com uma nova forma de pensar, mais racional. Os pré-socráticos inspiraram a interpretação de filósofos contemporâneos como Nietzsche, que nos iluminou com a sua obra A filosofia na época trágica dos Gregos e Hegel, que aplicou seu sistema na história da filosofia.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Theodor W. Adorno - Textos Escolhidos (Coleção Os Pensadores)














A História da chamada Escola de Frankfurt — na qual se destacam, entre outros pensadores, Walter Benjamin, Theodor Wiesengrund-Adorno e Max Horkheimer — pode ser iniciada com a fundação do Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt, sob direção de Carl Grünberg, que permaneceu no cargo até 1927. Grünberg abria o primeiro número do Arquivo de História do Socialismo e do Movimento Operário (publicação que fundou em 1911), salientando a necessidade de não se estabelecer privilégio especial para esta ou aquela concepção, orientação científica ou opinião de partido. Gtiinberg estava convencido de que qualquer unidade de pontos de vista entre os colaboradores prejudicaria os fins críticos e intelectuais da própria iniciativa. Posteriormente, já na direção da Revista de Pesquisa Social, ele próprio se consideraria um marxista, porém entendendo essa posição não em seu sentido apenas político-partidário, mas em seu significado científico; o conceito "marxismo" servia-lhe para descrição de um sistema econômico, de uma determinada cosmovisão e de um método de pesquisa bem definido. Essa postura inicial de Grünberg — vinculada a uma "escola" de pensamento, mas ao mesmo tempo entendendo-a em sua dimensão crítica e como perspectiva aberta — constitui, de modo geral, a tônica do pensamento dos elementos do grupo de Frankfurt.

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