Aristóteles foi, durante
séculos, o oráculo da filosofia, e sua obra foi olhada como a soma dos
conhecimentos humanos; emancipando-se de sua autoridade é que a filosofia abriu
novos caminhos. Todavia, se havia acabado por se esclerosar numa escolástica, o
pensamento aristotélico foi, em sua fonte, animado por imensa curiosidade
científica e vigoroso espírito científico." Aristote et son École, Joseph
Moreau, 1962. "Como, por quais meios argumentativos, obtém-se uma
intensidade suficiente de adesão dos espíritos? O estudo filosófico desse
problema foi inteiramente negligenciado pelos modernos. É verdade que houve, no
século passado, alguns padres de grande reputação e admirável perspicácia, tais
como o arcebispo Whately e o cardeal Newman, que se ocuparam do assunto, em
conseqüência de questões suscitadas pela prédica. Num domínio inteiramente
diferente, o assunto também atraiu a atenção, em particular nos Estados Unidos,
dos especialistas em publicidade e propaganda. Mas é aos pensadores da
Antiguidade greco-romana, ao Aristóteles dos Tópicos e da Retórica, e ao
Quintiliano da Instituição Oratória que é preciso volver, se sequer encontrar
precursores para nosso modo de encarar o problema da argumentação.
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