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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Ana Graça Canan & Vitória Maria Avelino Da Silva Paiva - Avaliação De Língua Inglesa Na Sala De Aula: Uma Construção Coletiva














A obra apresenta possibilidades para a realização do ato avaliativo que considere a participação dos estudantes nas decisões que concernem a esse processo, ao se cogitar que, quando compartilham decisões com seus aprendizes, os docentes podem agregar qualidade ao processo de avaliação.

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Honorio Tonial - Dicionário Português-Talian














O presente trabalho é fruto de diversos anos de pesquisa e investigação linguística e engloba fundamentalmente, as palavras e expressões usadas pelo autor ou por ele reconhecidas como integrantes do linguajar italiano formado no RS, de prevalência Vêneto-lombardo, bem como palavras formadas ou usadas no curso dos últimos cento e vinte anos pelos falantes ítalo-gaúchos, e de palavras e expressões extraídas de obras e textos dos diferentes autores. O objetivo principal deste trabalho consiste em oferecer um registro, o mais completo possível, do vocabulário usado por nossos antepassados, na forma sincrética de termos italianos, dialetais italianos e brasileiros, formando esta nova língua que é o Talian, facilmente compreensível aos descendentes italianos de todo o Brasil, embora muitos não mais o falem. L’autor el se ga fato la bíblia viva dela nostra cultura taliana.

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sábado, 1 de outubro de 2016

James Swetnam - Gramática Do Grego Do Novo Testamento Vol. I














O grande conhecimento do grego aliado à experiência no ensino levou James Swetnam o professor de grego do Novo Testamento (koiné) do Pontifício Instituto Bíblico de Roma a produzir esta primeira parte da Gramática do Grego do Novo Testamento (vol. I e II). Frutos de mais de 30 anos de pesquisa seus livros são dirigidos tanto aos que estudam o grego bíblico como aos desejosos de estudar de forma autodidática a língua do Novo Testamento (NT). Esta gramática é adotada no Pontifício Instituto Bíblico de Roma na formação de todos os estudantes que iniciam o curso.

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sábado, 20 de agosto de 2016

Simone Rinaldi & Outros - Direitos À Aprendizagem Da Língua Espanhola Na Educação Básica
















A aprendizagem de línguas é um direito de todo cidadão e, portanto, é fundamental que as línguas estrangeiras ocupem um espaço significativo na escola, que sejam valorizadas no currículo escolar e que possam contribuir para a formação ética e crítica dos alunos nessa etapa educativa. O ensino de línguas estrangeiras no âmbito escolar não possui – ou ao menos não deve possuir – um fim em si mesmo. Precisa, por isso, integrar-se e interagir com as demais disciplinas do currículo, de sorte que possa contribuir para a formação integral dos alunos e para a elaboração dos demais conhecimentos, de forma a desenvolver suas capacidades de expressão, comunicação, crítica e análise. Não deve, portanto, reduzir-se a um ensino instrumental ou instrumentalizante, desconectado da realidade dos alunos, sem significado ou sentido para o seu crescimento e para a sua atuação no mundo, para suas vidas. Assim sendo, por meio da exposição a essas línguas, é possível fomentar a reflexão e a sensibilização perante as diferenças, levando ao respeito e à tolerância entre os sujeitos.

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Joice Armani Galli & Outros - Revitalização Do Ensino De Francês No Brasil
















Esta edição discute o histórico, a função, as condições e as perspectivas do ensino do Francês como Língua Estrangeira no país. São analisados aspectos de sua inserção na tradição de trocas culturais entre o Brasil e os países francófonos, como no caso dos programas de mobilidade acadêmica, além do aproveitamento deste aprendizado na vida dos alunos, no futuro exercício de diversas profissões. O cenário nacional, a partir de algumas mudanças, sobretudo de ordem econômica, tem acolhido a ideia cidadã do plurilinguismo, contemplando outras línguas além das consagradas pelo mercado de trabalho. Iniciativa considerável se entendermos que é responsabilidade do poder público, entre outras atribuições, antecipar e promover transformações sociais. A temática sobre o ensino de línguas estrangeiras implica necessariamente discorrer sobre políticas linguísticas, conforme se apresenta no texto.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Marilei Amadeu Sabino - Dicionário Italiano-Português De Falsos Cognatos E Cognatos Enganosos
















Este novo projeto de Marilei Amadeu Sabino é mais uma contribuição de suas pesquisas e atividades como professora nos cursos de Letras e Tradução. A autora soma a esta obra outro livro publicado pela Editora Unesp: Mudanças na forma ou no sentido das palavras de línguas estrangeiras modernas, trabalho que também se insere no campo dos estudos da lexicografia. Aqui a autora aborda uma questão importante no processo de ensino e de aprendizagem de línguas estrangeiras, mais especificamente do idioma italiano: os famosos e curiosos "falsos cognatos". Já no início é proposta uma diferenciação entre "falsos cognatos" e "cognatos enganosos", procedimento que demonstra um pouco do caminho percorrido pela autora durante suas pesquisas. Em seguida, oferece ao leitor o que ela denomina de rede de falsos cognatos e de cognatos enganosos. O que se tem como obra final é um pequeno dicionário que tenta dar conta de duas línguas e culturas: a italiana e a brasileira/portuguesa.

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sábado, 13 de agosto de 2016

Eliane Hércules Augusto-Navarro & Outros - Ensino Do Inglês Na Educação Básica
















Quando pensamos no ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira, não temos como evitar um leque de estereótipos, fantasias e “receitas”, a respeito de como se deve ensinar ou aprender, “de verdade”, uma língua. A mídia, com suas propagandas sobre vantagens, facilidades, diversão e glamour de se aprender a falar, sobretudo o Inglês, neste ou naquele instituto de idiomas, contribui para um imaginário bastante fantasioso sobre o tema. Porém, a questão é bem mais complexa do que a retratada na mídia. O ensino- aprendizagem de línguas deve ser guiado por princípios, tanto de aprendizagem, como de ensino.

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sábado, 23 de julho de 2016

Rosa Marina De Brito Meyer & Adriana Albuquerque (Orgs.) - Português Para Estrangeiros: Questões Interculturais














Com o Brasil cada vez mais em evidência no cenário mundial, cresce o interesse dos estrangeiros em aprender a língua portuguesa. Mas esse aprendizado, para ser eficaz, deve ir além de questões estritamente linguísticas. É preciso também saber como lidar com os aspectos culturais.Português para estrangeiros: questões interculturais adota uma abordagem interculturalista, que permite ao aprendiz estrangeiro construir uma identidade como falante de português, e não apenas reproduzir sentenças gramaticalmente corretas. Organizado por Rosa Marina de Brito Meyer e Adriana Albuquerque (Letras, PUC-Rio), este livro reúne nove ensaios de autores que ensinam Português em instituições nacionais e internacionais. No primeiro artigo, Rosa Marina de Brito Meyer faz um passeio pelas propostas de diferentes pesquisadores do interculturalismo – o estudo do cruzamento de culturas –, como Bennett, Hall, Lewis, Hofstede e Peterson. Em seguida, o professor Alexandre do Amaral Ribeiro pensa o lugar da língua portuguesa e da língua brasileira de sinais nas relações interculturais e bilíngues. Já Flavia Di Luccio analisa o ensino de Português oferecido aos diplomatas do Consulado Americano do Rio de Janeiro. No quarto ensaio, Regina Igel apresenta um perfil do Brasil por meio de sua culinária. E, para aprimorar o ensino a distância, Maria João Marçalo e Ana Alexandra Silva apresentam a metodologia CALL (Computer Assisted Language Learning). Laura Álvarez López, Norimar Júdice, Liliana Gonçalves e Lívia Assunção Cecílio, em quatro ensaios, discutem as experiências de interculturalismo e ensino de português entre nativos da Suécia, Alemanha, China e Itália, respectivamente. Os resultados apresentados são recomendações para melhor integração de aspectos culturais nos cursos de Português para Estrangeiros.

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Guido De Oliveira Carvalho - A Influência Da Revisão Colaborativa Na Produção Textual Em Língua Inglesa














Partindo do princípio de que a interação e a colaboração favorecem a aprendizagem, resolvemos realizar um estudo para melhor compreender o processo de correção com os pares e para verificar os possíveis benefícios da atividade de revisão colaborativa por alunos iniciantes do curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás, Unidade Universitária de Itapuranga, onde atuei como professor de Língua Inglesa de 1995 a 2006. A maioria dos diversos textos sobre correção com os pares são pesquisas realizadas em países com realidades distintas da realidade do Brasil. Há muitas dúvidas sobre o feedback proporcionado pelo professor aos alunos. Segundo Leki, por exemplo, os alunos demonstraram falta de interesse na reação do professor ao conteúdo de seus textos. Dessa forma, Figueiredo realizou um estudo sobre uma forma de correção que não foi realizada pelo professor, mas sim pelos próprios alunos do 5o ano de Letras/Inglês da Universidade Federal de Goiás e os alunos se mostraram altamente receptivos à correção com os pares. Caulk sugere que o trabalho com os pares elimina a figura autoritária do professor, possibilitando uma liberdade para aceitar ou não os comentários e efetuar as mudanças em seus textos.

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terça-feira, 12 de abril de 2016

Natália Cristine Prado - O Uso Do Inglês Em Contexto Comercial No Brasil E Em Portugal: Questões Linguísticas E Culturais














Esta tese tem como principal objetivo analisar o comportamento linguístico, sobretudo fonológico, e cultural dos nomes próprios de estabelecimentos comerciais com elementos do inglês em contexto de Português Brasileiro (PB) e Português Europeu (PE). A temática discutida neste estudo vincula-se diretamente com a questão da identidade linguística da língua portuguesa e com questões de identificação cultural, pois o estudo leva em consideração características extralinguísticas que motivam o uso de nomes comerciais estrangeiros em contexto comercial no Brasil e em Portugal.

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sábado, 2 de abril de 2016

Anatole Bailly - Dictionnaire Grec Français














Lorsqu'il entreprend l'élaboration d'un dictionnaire grec-français, Anatole Bailly, professeur de lycée à Orléans, s'est déjà fait connaître par ses ouvrages pédagogiques à destination des élèves et étudiants antiquisants. Dans la « Préface » de la première édition, Bailly indique avoir entamé l'élaboration de ce dictionnaire sur le conseil de son maître, E. Egger, dont il fait figurer le nom à titre posthume sur la couverture de la première édition.

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Luzia De Fátima Paula - O Ensino De Língua Portuguesa No Brasil, Segundo João Wanderley Geraldi














Tentando compreender um importante momento da história do ensino de língua portuguesa no Brasil, a autora examina a proposta apresentada na coletânea O texto na sala de aula: leitura e produção, organizada pelo linguista e professor gaúcho João Wanderely Geraldi (1946-), na qual estão reunidos textos dele e de outros professores e pesquisadores. A abordagem do trabalho é principalmente histórica, centrada em pesquisa documental e bibliográfica, tendo a pesquisadora, para tanto, também localizado, recuperado, reunido e ordenado outros textos de Geraldi, de modo a analisar a configuração textual da coletânea e compreender o conjunto de aspectos constitutivos do sentido da proposta para o ensino de língua portuguesa segundo o linguista. Para a autora, essa proposta sofreu significativa influência principalmente das ideias franchianas sobre o ensino, das ideias bakhtinianas sobre linguagem e das ideias linguísticas de origem francesa, que começaram a ser veiculadas no Brasil a partir da década de 1980, caracterizando o interacionismo linguístico como base teórica do que Geraldi defendeu para o ensino de língua portuguesa no país.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Cecília Kimie Jo Shioda, Neide Hissae Nagae & Eunice Vaz Yoshiura (Orgs.) - Dô - Caminho Da Arte: Do Belo Do Japão Para O Brasil














O Brasil é o país que recebeu o maior número de imigrantes japoneses do mundo. Atualmente residem no país cerca de 1,5 milhão de nipo-brasileiros que estabelecem inter-relações culturais que já duram mais de um século. Assim, a inclusão do olhar brasileiro na arte e na cultura japonesas ou do olhar japonês na arte e na cultura brasileiras proporciona um rico cruzamento de visões e procedimentos distintos, extremamente originais e desconhecidos até então em outros lugares. É essa perspectiva que se apresenta neste livro, cujos textos assinalam, em solo brasileiro, a trajetória da música okinawana, a formação de alguns grupos de haikai, as experiências brasileiras de teatro e dança no cruzamento com as estéticas japonesas, os significados do shodô (caligrafia japonesa), a relação entre arte e religião, as artes da terra de origem e os conhecimentos de arte budista e das estéticas provenientes da literatura japonesa.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A. De Assis Junior - Dicionário Kimbundu-Português














Ao darmos a estampa ao presente "Dicionário Kimbundu-Português, nenhum outro intuito nos guiou senão o de preencher uma lacuna, que há muito existe, que bastante se tem feito sentir dentro e fora do nosso país; como também procurar habilitar, com os nossos minguados recursos, os que tem se dedicado ao estudo da língua. Após o trabalho inicial — o primeiro no gênero — levado a efeito, através de dificuldades de várias ordens e escassez de elementos, decorrido meio século, nada mais se realizou. Este silêncio deu lugar, como não podia deixar de acontecer, á fantasia de muitos que, pouco sabendo, apenas conseguiram confundir, com seus erros e inexatidões, o que simplesmente carecia um pouco de prudência e bom senso. Não queremos encarecer a prosápia, que nunca possuímos, de lançar a público um trabalho completo— não obstante termos, no longo espaço de doze anos que tanto duraram as investigações e fontes que tivemos de consultar, procurado satisfazer os mais exigentes; mas apenas um passo a mais no extenso caminho das investigações até aqui levadas a efeito, no sentido de se arquivar o que durante muitos anos se julgou não existir: a equivalência de termos da língua kimbundu em português. Língua imensamente vasta e variada nas suas expressões e em que se fundem os diversos dialetos conhecidos, oferece várias escalas como as épocas que, na sua mudez, tem atravessado, refletindo nas suas modalidades, as influências que por ventura tenham modificado a sua estrutura através dos tempos. Em nosso pensar é vantajoso o seu estudo e compreensão por nacionais e estrangeiros, não só para lhe ensinar a introdução do "creoulo, revelador do desconhecimento das duas línguas que aqui se revelam, mas também porque a língua deve ser interpretada.

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Rosa Yokota - A Marcação De Caso Acusativo Na Interlíngua de Brasileiros Que Estudam O Espanhol














O presente trabalho tem como objetivo contribuir para o estudo das especificidades da aquisição/aprendizagem da língua espanhola por falantes do português brasileiro. Nesta dissertação são analisados o uso e o não uso da preposição marcadora de caso acusativo do espanhol a por estudantes brasileiros adultos. Durante sua elaboração buscamos embasamento teórico sobre a aquisição/aprendizagem de línguas estrangeiras e sobre as preposições e o objeto direto preposicionado, tanto na gramática do português quanto na do espanhol. Pudemos comprovar afirmações presentes em outros estudos sobre interlíngua de brasileiros que estudam o espanhol, tal como o fato de que o aparente uso gramatical da estrutura nem sempre revela a aquisição/aprendizagem da mesma, que a aquisição/aprendizagem de um item gramatical não se dá e nem deve ser estudada de forma isolada, que a mudança e a evolução da interlíngua são processos complexos e cuja natureza está longe de ser totalmente decifrada. O corpus formado por três tipos de produção escrita (texto, tradução e teste) revelou que a interlíngua de nossos informantes apresenta idiossincrasias. Através da análise dos dados, identificamos o que denominamos como momentos de imitação do input, criação e estabilização ao se utilizar a estrutura a+objeto direto, com variações significativas de acordo com o instrumento de coleta de dados. Constatamos que parte de nossos informantes utiliza a estrutura em questão, mas não consideramos que este uso na interlíngua seja o mesmo feito pelo falante nativo do espanhol, pois, apesar de ser um uso aparentemente gramatical da preposição, os mecanismos que levam a ele não são os mesmos utilizados por um falante nativo.

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