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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Kabenguele Munanga (Org.) - Superando O Racismo Na Escola














Organizado por Kabengele Munanga, e editado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e diversidade (SECAD)/Ministério da Educação (MEC), trata-se de uma obra para refletir e propor mudanças contra uma das mais perversas formas de violência perpetradas cotidianamente na sociedade brasileira. Os destinatários naturais deste livro são os professores(as) da educação básica. Esta obra sugere atitudes práticas de desconstrução e reversão da ideologia e dos estereótipos racistas no cotidiano escolar. Superando o racismo na escola, apresenta os trabalhos de onze professores e especialistas em educação. Os textos são de autoria de Ana Célia da silva, Antônio olímpio de Sant’Ana, Gloria Moura, Helena Theodoro, Heloisa Pires Lima, Inaldete Pinheiro de Andrade, Maria José Lopes da Silva, Nilma Lino Gomes, Petronilha Beatriz Gonçalves, Rafael Sanzio Araújo dos Anjos e Véra Neusa Lopes.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Simone Gonçalves De Assis, Patrícia Constantino & Joviana Quintes Avanci (Orgs.) - Impactos Da Violência Na Escola: Um Diálogo Com Professores














Violência na escola é considerado antigo problema no Brasil, mas a relevância no contexto social e as graves consequências para alunos e suas famílias, professores e demais funcionários da escola – a que se tem assistido nos últimos anos –, demonstram a complexidade da violência estrutural e urbana. A compreensão do tema, que atinge (também) a escola, passa pela percepção de que a violência é produzida nas relações interpessoais, sendo este um complexo assunto que demanda urgente discussão. A obra em questão é fruto de consistente pesquisa do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/Fiocruz), conta com apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC e traz relatos e importantes perspectivas discutidas, além de apontar caminhos que possam servir de base para possíveis soluções.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Rosangela Malachias - Coleção Percepções Da Diferença Negros E Brancos Na Escola Vol. IV: Cabelo Bom, Cabelo Ruim
















Muitas vezes, no cotidiano escolar, as crianças negras são discriminadas negativamente por causa de seu cabelo. Chamamentos pejorativos como “cabeça fuá”, “cabelo pixaim”, “carapinha” são naturalmente proferidos pelos próprios educadores, que também assimilaram estereótipos relativos à beleza. Neste volume discute-se a estética negra, principalmente no que se refere ao cabelo e às formas como os professores podem descobrir e assumir a diversidade étnico-cultural das crianças brasileiras.

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Lúcio Oliveira - Coleção Percepções Da Diferença Negros E Brancos Na Escola Vol. VII: Tímidos Ou Indicisplinados
















Alguns professores estabelecem uma verdadeira díade no que diz respeito à forma como enxergam seus alunos negros. Ora os consideram tímidos demais, ora indisciplinados demais. Neste volume discute-se o que há por trás da suposta timidez e da pretensa indisciplina das crianças negras.

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Sandra Santos - Coleção Percepções Da Diferença Negros E Brancos Na Escola Vol. IX: Brincando E Ouvindo Histórias
















Este volume apresenta sugestões de atividades, brincadeiras e histórias que podem ser narradas às crianças da educação infantil e também aspectos da História da diáspora africana em território brasileiro, numa visão diferente da abordagem realizada pelos livros didáticos tradicionais. Mostra o quanto de contribuição africana existe em cada gesto da população nacional (descendentes de quaisquer povos que habitam e colaboraram para a construção deste país multiétnico), com exemplos de ações, pensamentos, formas de agir e de observar o mundo. Serve não só a educadores no ambiente escolar, mas também ao lazer doméstico, no auxílio de pais e familiares interessados em ampliar conhecimentos e tornar mais natural as reações das crianças que começam a perceber a sociedade e seu papel dentro dela.

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Roseli Figueiredo Martins & Maria Letícia Puglisi Munhoz - Coleção Percepções Da Diferença Negros E Brancos Na Escola Vol. V: Professora, Não Quero Brincar Com Aquela Negrinha!
















Este volume trata das maneiras como os professores podem lidar com o preconceito das crianças que se isolam e se afastam das outras por causa da cor/raça.

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Dilma Melo Silva - Coleção Percepções Da Diferença Negros E Brancos Na Escola Vol. VI: Porque Riem Da África?
















Muitas vezes crianças bem pequenas já demonstram preconceito em relação a tudo que é associado à África: música, literatura, ciência, indumentária, culinária, arte… culturas. Neste volume discute-se o que pode haver de preconceituoso em rir desses conteúdos. Apresentam-se ainda elementos que permitem uma nova abordagem do tema artes e africanidades em sala de aula.

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Antonia Aparecida Quintão - Coleção Percepções Da Diferença Negros E Brancos Na Escola Vol. VIII: Professora, Existem Santos Negros?
















Neste volume se discutem aspectos do universo religioso dos africanos da diáspora mostrando a forma como a religião negra, transportada para a América, foi reconstituída de modo a estabelecer conexões entre a identidade negra de origem e a sociedade à qual esse povo deveria se adaptar. São apresentadas as formas como a população negra incorporou os padrões do catolicismo à sua cultura e como, por meio deles, construiu estratégias de resistência, de sobrevivência e de manifestação de sua religiosidade.

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domingo, 4 de setembro de 2016

Ana Flavia Magalhães Pinto & Outros - Orientações E Ações Para Educação Das Relações Étnico-Raciais
















Todo o material apresentado nessa obra busca detalhar uma política educacional que reconheça a diversidade étnico-racial, em correlação com a faixa etária e com situações específicas de cada nível de ensino, possibilitando a reelaboração das relações que se estabelecem dentro e fora do ambiente escolar. Esse exemplar é resultado de grupos de trabalhos constituídos de estudiosos das questões étnico-racial que elaboram textos para cada nível ou modalidade de ensino na perspectiva de fornecer subsídios para o tratamento da diversidade na educação de forma contextualizada.

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Conselho Nacional De Educação - Diretrizes Curriculares Nacionais Para A Educação Escolar Quilombola: Algumas Informações














Estas diretrizes vão orientar os sistemas de ensino para que eles possam colocar em prática a Educação Escolar Quilombola mantendo um diálogo com a realidade sociocultural e política das comunidades e do movimento quilombola.

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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Maria Salete Fábio Aranha - Projeto Escola Viva: Adaptações Curriculares De Grande Porte














Adaptações Curriculares são respostas educativas que devem ser dadas pelo sistema educacional, de forma a favorecer a todos os alunos e, dentre estes, os que apresentam necessidades educacionais especiais. As necessidades especiais revelam que tipos de estratégias, diferentes das usuais, são necessárias para permitir que todos os alunos, inclusive as pessoas com deficiência, participem integralmente das oportunidades educacionais, com resultados favoráveis, dentro de uma programação tão normal quanto possível. Algumas dessas estratégias compreendem ações que são da competência e atribuição das instâncias político-administrativas superiores, já que exigem modificações que envolvem ações de natureza política, administrativa, financeira, burocrática, etc. A essas, denomina-se Adaptações Curriculares de Grande Porte.

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Maria Salete Fábio Aranha - Projeto Escola Viva: Adaptações Curriculares De Pequeno Porte














Este volume focaliza especificamente as ações que cabem aos professores, realizar para favorecer a aprendizagem de todos os alunos presentes em nossas salas de aula, denominadas Adaptações Curriculares de Pequeno Porte (Adaptações Não Significativas.) As Adaptações Curriculares de Pequeno Porte (Adaptações Não Significativas) são modificações promovidas no currículo, pelo professor, de forma a permitir e promover a participação produtiva dos alunos que apresentam necessidades especiais no processo de ensino e aprendizagem, na escola regular, juntamente com seus parceiros coetâneos. São denominadas de Pequeno Porte (Não Significativas) porque sua implementação encontra-se no âmbito de responsabilidade e de ação exclusivos do professor, não exigindo autorização, nem dependendo de ação de qualquer outra instância superior, nas áreas política, administrativa, e/ou técnica.

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Ministério Da Educação - Manual De Educação Para O Consumo Sustentável














Realizado em parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor, o manual tem o objetivo de promover a conscientização social quanto o consumo sustentável. O livro já foi utilizado pelo Ministério de Educação e Cultura para servir de base a trabalhos desenvolvidos em escolas de 4.400 municípios brasileiros. A publicação oferece informações sobre uso correto de água, produção de alimentos orgânicos e seus benefícios para a comunidade, preservação da biodiversidade, influências do transporte nas mudanças climáticas, economia de energia e dicas de reutilização e reciclagem de lixo.
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sábado, 26 de março de 2016

Carmem Lúcia Prata & Anna Christina Aun De Azevedo Nascimento (Orgs.) - Objetos De Aprendizagem: Uma Proposta De Recurso Pedagógico














A presente publicação é um exemplo ilustrativo das características do processo de produção de objetos de aprendizagem. Esse não é somente mais um livro sobre produção de material didático, pois apresenta relatos de práticas dirigidas aos interesses de educadores e estudiosos do processo ensino/aprendizagem. E, nesse sentido, expressa as reflexões resultantes das experiências das equipes no uso da informática para elaboração de atividades pedagógicas e o estabelecimento de uma nova cultura de trabalho multidisciplinar. Durante o trabalho de produção de objetos de aprendizagem, equipes de professores e alunos foram incentivados a sistematizar seus conhecimentos, aprofundar conceitos e revisar metodologias, a fim de melhorar seus produtos educacionais. Desse esforço, resultaram mais de cinqüenta artigos e alguns deles compõem essa obra.

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sábado, 19 de março de 2016

Maria de Lourdes Carlos Rodrigues & Outros - Alimentação E Nutrição No Brasil














Vários fatores, como as religiões, a condição econômica, o conhecimento científico, entre outros, influenciam os hábitos alimentares dos indivíduos. Entender a importância de cada um desses fatores auxiliará você a compreender as atitudes das pessoas em relação à alimentação. O módulo também aborda aspectos desde a alimentação da criança até a do adulto, de forma a que você possa entender todas as transformações e os hábitos alimentares de cada fase da vida. Dessa forma, você poderá realizar o seu trabalho adequadamente, pois você irá interagir com crianças, adolescentes e adultos na sua escola. Além disso, apresentaremos a realidade brasileira no que diz respeito aos hábitos de vida e principais doenças relacionadas à alimentação. Você verá que o hábito alimentar da população de nosso país está mudando e que isso tem causado vários prejuízos para a saúde.

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terça-feira, 15 de março de 2016

Eliane Said Dutra & Outros - Alimentação Saudável E Sustentável














Os técnicos em alimentação escolar, antes de trabalharem nas escolas públicas brasileiras, passam por cursos de alimentação saudável e sustentável. O conteúdo do curso, ministrado pelo ministério brasileiro de Educação, está disponível no guia Alimentação Saudável e Sustentável. Na publicação há informações sobre alimentação saudável, saborosa, barata, local, com uso de práticas culturais e regionais, além das maneiras viáveis de assegurar a sua qualidade e continuidade. O livreto também possui dados sobre composição dos alimentos e programas ou políticas associadas à alimentação. A publicação foi feita pelo Governo Federal em parceria com a Universidade de Brasília, com objetivo de divulgar conhecimentos relacionados à alimentação sustentável e criar uma identidade de educador alimentar àqueles que contribuem para a boa alimentação dos estudantes e profissionais ligados à rotina escolar. As informações podem ainda ser utilizadas por profissionais de nutrição e educadores como guia para aulas sobre educação alimentar.
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terça-feira, 8 de março de 2016

Maria Aparecida Silva Bento (Org.) - Educação Infantil, Igualdade Racial E Diversidade: Aspectos Políticos, Jurídicos, Conceituais














Este livro, desenvolvido no âmbito do Projeto Formação da Rede em Prol da Igualdade Racial, em parceria com UFSCar e COEDI/SEB/MEC, afigura-se como ferramenta potencialmente útil para o trabalho de elaboração de conteúdos de práticas pedagógicas promotoras da igualdade na educação infantil. Mas é igualmente verdadeiro que ele descortina alguns dos principais desafios que temos pela frente, em termos de maior conhecimento da temática e de necessidade de aprofundamento de análises e proposições. Nossa esperança e nosso alento são que as ricas reflexões que a publicação encerra sirvam de ponto de partida para o aprofundamento da agenda de pesquisa e especialmente da agenda de formulação e execução de políticas educacionais cotidianamente comprometidas com a igualdade pedagógica, a igualdade de acesso e de permanência exitosa para todas as crianças brasileiras, sejam elas negras, brancas, indígenas, quilombolas, do campo ou da cidade.

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Silvia Pereira De Carvalho (Edit.) - Educação Infantil E Práticas Promotoras De Igualdade Racial














Este material resulta de intervenções em situações reais, na quais todos os sujeitos envolvidos, equipe gestora, professores e especialistas puderam refletir, cada qual em seu campo de atuação, sobre como as práticas pedagógicas na Educação Infantil podem promover a igualdade racial. Esse processo resultou em momentos de revisão de muitas atividades, da organização do tempo e de espaço e também das ações de gestão. A produção deste material teve a colaboração de diferentes instituições: do Ministério da Educação por meio da Secretaria de Educação Básica e Coordenação de Educação Infantil, da Universidade Federal de São Carlos, por meio do Núcelo de Estudos Afro-brasileiros, do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades e do Instituto Avisa Lá – Formação Continuada de Educadores. O objetivo deste material é apoiar os profissionais de Educação Infantil e as Secretarias de Educação a implementar o Art. 7, inciso V, das Diretrizes Curriculares da Educação Infantil, que indica que as propostas pedagógicas dessa etapa devem estar comprometidas com o rompimento de relações de dominação etnicorracial.

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Ministério Da Educação - Diretrizes Curriculares Nacionais Para A Educação Infantil














O atendimento em creches e pré-escolas como direito social das crianças se afirma na Constituição de 1988, com o reconhecimento da Educação Infantil como dever do Estado com a Educação. O processo que resultou nessa conquista teve ampla participação dos movimentos comunitários, dos movimentos de mulheres, dos movimentos de trabalhadores, dos movimentos de redemocratização do país, além, evidentemente, das lutas dos próprios profissionais da educação. Desde então, o campo da Educação Infantil vive um intenso processo de revisão de concepções sobre educação de crianças em espaços coletivos, e de seleção e fortalecimento de práticas pedagógicas mediadoras de aprendizagens e do desenvolvimento das crianças. Em especial, têm se mostrado prioritárias as discussões sobre como orientar o trabalho junto às crianças de até três anos em creches e como assegurar práticas junto às crianças de quatro e cinco anos que prevejam formas de garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.

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Maria Carmen Silveira Barbosa & Outros (Orgs.) - Oferta E Demanda De Educação Infantil No Campo














Este livro sintetiza um esforço de trabalho coletivo na construção de conhecimentos sobre a educação da criança de 0 a 6 anos moradora em área rural. O trabalho foi concretizado a partir de cooperação técnica estabelecida entre o Ministério da Educação – MEC e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, visando o desenvolvimento da Pesquisa Nacional “Caracterização das práticas educativas com crianças de 0 a 6 anos residentes em áreas rurais” (MEC/UFRGS). Os principais objetivos da pesquisa foram estruturados a partir de quatro grandes ações: pesquisa bibliográfica da produção acadêmica nacional sobre educação infantil das crianças residentes em área rural; estudo quantitativo de dados secundários; estudo das condições de oferta da educação infantil das crianças de área rural por meio do envio de questionários a uma amostra de 1130 municípios; coleta de dados qualitativos em 30 municípios localizados nas cinco regiões geográficas do país. O conjunto dos oito artigos permite-nos esboçar um primeiro panorama nacional de como a Educação Infantil na área rural vem sendo tratada no país. Superar esse quadro exigirá compreender que esse desafio deve ser enfrentado por processos democráticos de participação que garantam a ampliação dos atores sociais e coletivos e, principalmente, a presença das famílias e dos sujeitos do campo.

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