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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Cristina Stanca-Mustea (Edit.) - De Ideias A Ações: 70 Anos Da UNESCO












Esta publicação de aniversário mostra como a UNESCO levou adiante essa grande missão, ao longo dos últimos 70 anos. Ela destaca, por meio de histórias e imagens, década após década, as ideias e ações desenvolvidas e apresentadas para colocar em prática as nobres palavras da Constituição da Organização. O livro é dedicado aos inúmeros homens e mulheres que fizeram isso acontecer, em todo o mundo, associados ou de forma individual, nas Comissões Nacionais ou Clubes da UNESCO, na Sede ou nos Escritórios. [...] Ele mostra histórias de como a UNESCO tem realizado essa missão, de forma a refletir a profundidade, a abrangência e o impacto da ação da UNESCO – para garantir educação para todos, preservar e aumentar a conscientização do patrimônio cultural e natural universal, proteger a liberdade de expressão, aprimorar todas as ciências para o benefício de todos, lutar contra o racismo e a favor do diálogo, da tolerância e da inclusão social, e empoderar meninas e mulheres em todas as sociedades.

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Suzi Mesquita Vargas (Edit.) - Programa Mesa Educadora Para A Primeira Infância: Concepções, Metodologia E Manual De Implantação














Programa Mesa Educadora para a Primeira Infância: concepções, metodologia e manual de implantação foi construído com base em diversos documentos orientadores, elaborados ao longo dos primeiros oito anos do Programa, principalmente do “Manual de Implantação: passos para a instalação de uma Mesa Educadora”. Também serviram como fonte de informação as entrevistas realizadas, entre novembro de 2010 e janeiro de 2011, com os integrantes da Equipe Executiva, da Equipe Técnica, do Conselho Local e com coordenadores técnicos de Mesas Educadoras. A lista com os nomes dos entrevistados e com a referência dos documentos utilizados encontra-se ao final deste documento. Este volume está dividido em três capítulos. O primeiro capítulo consiste em um breve histórico do Programa, desde sua criação até o ano de 2010, período denominado de Fundo do Milênio para a Primeira Infância. O segundo capítulo apresenta as concepções que embasam o Programa, e os elementos que compõem a metodologia. O terceiro capítulo refere-se ao manual de implantação. Nele são apresentadas orientações detalhadas de como implantar o Programa em um município.

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Kira Tarapanoff (Org.) - Inteligência, Informação E Conhecimento Em Corporações















A obra trata da evolução da sociedade e da importância dos bens intangíveis, entre eles, a inteligência, a informação e o conhecimento, no gerenciamento das organizações contemporâneas. Tem por finalidade central, segundo a organizadora Kira Tarapanoff, "oferecer um referencial conceitual e operativo, com uma abordagem interativa das várias áreas tratadas", na qual "pretendeu-se construir uma ponte entre a academia e a prática, entre a universidade e a empresa, trazendo novas propostas para reflexão e utilização efetiva da informação, conhecimento e inteligência nas corporações". Estruturada em quatro partes e 19 capítulos, conta com a participação de 23 renomados autores nacionais e internacionais, com diferentes formações e experiências profissionais, contribuindo com grande diversidade de formas de perceber os temas abordados.

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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Hédio Silva Jr. - Discriminação Racial Nas Escolas
















O Brasil assiste a um fenômeno sem precedentes na experiência jurídica nacional: a crescente judicialização de certas temáticas, isto é, o crescimento de demandas populares encaminhadas para o Poder Judiciário, notadamente com o objetivo de fazer valer direitos anunciados formalmente, mas ineficazes no cotidiano. O direito à educação situa-se perfeitamente no rol daquelas demandas, de modo que já se tornou um fato quase corriqueiro a propositura de ações judiciais que visam a obrigar o Poder Executivo a aplicar percentuais orçamentários na área de educação, ou a disponibilizar vagas nas escolas, ou mesmo a pagar mensalidades em instituições privadas para alunos aos quais não se assegurou vagas em estabelecimentos públicos. Num passado recente, integrantes do Ministério Público chegaram mesmo a propor denúncias e inquéritos policiais para punir pais negligentes no encaminhamento de seus filhos à escola.

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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Raj Isar (Org.) - Creative Economy Report 2013 (Inglês)













At a time when countries are striving to reach the Millennium Development Goals and the world is shaping a new post-2015 global development agenda, the United Nations system and its leaders are working to ensure that the importance of culture is reflected as both a driver and enabler of sustainable human development in future development goals and targets. Culture is a driver of development, led by the growth of the creative economy in general and the creative and cultural industries in particular, recognized not only for their economic value, but also increasingly for the role in producing new creative ideas or technologies, and their non-monetized social benefits. Culture also enables development. It empowers people with capacities to take ownership of their own development processes. When a people-centred and place-based approach is integrated into development programmes and peacebuilding initiatives, when interventions in fields ranging from health to education, gender empowerment to youth engagement, take the cultural context into account, including diverse local values, conditions, resources, skills and limitations, transformative and sustainable change can occur.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Unesco - Investir Na Diversidade Cultural E No Diálogo Intercultural














O tema da diversidade cultural vem suscitando um interesse notável desde o começo do século XXI e suas interpretações têm sido variadas e mutáveis. Para alguns, a diversidade cultural é intrinsecamente positiva na medida em que se refere a um intercâmbio da riqueza inerente a cada cultura do mundo e, assim, aos vínculos que nos unem nos processos de diálogo e de troca. Para outros, as diferenças culturais fazem-nos perder de vista o que temos em comum na condição de seres humanos constituindo, assim, a raiz de numerosos conflitos. Este segundo diagnóstico parece hoje mais crível uma vez que a globalização aumentou os pontos de interação e fricção entre as culturas, originando tensões, fraturas e reivindicações relativas à identidade, particularmente a religiosa, que se convertem em fontes potenciais de conflito. Por conseguinte, o desafio fundamental consistiria em propor uma perspectiva coerente da diversidade cultural e, portanto, clarificar que longe de ser uma ameaça, a diversidade pode ser benéfica para a ação da comunidade internacional. É esse o objetivo essencial do Relatório Mundial Investindo na Diversidade Cultural e no Diálogo Intercultural produzido pela UNESCO com a colaboração de especialistas de vários países do mundo. O estudo mostra a importância da diversidade cultural nos mais variados domínios de intervenção (línguas, educação, comunicação e criatividade) e oferece sólidos argumentos para decisores e atores sociais sobre a importância de se investir na diversidade cultural como dimensão essencial do diálogo intercultural, na construção de estratégias para o desenvolvimento sustentável, na garantia do exercício das liberdades e dos direitos humanos e no fortalecimento da coesão social e da boa governança.

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Anupama Sekhar & Anna Steinkamp (Edits.) - Mapping Cultural Diversity: Good Practices From Around The Globe














Publicado pela Comissão Alemã da UNESCO, a Fundação Asia-Europa além da Rede U40. Foi organizado por Anupama Sekhar  e Anna Steinkamp.  O livro vem para contribuir com o debate sobre a implementação da Convenção e reúne exemplos de inovação e projetos sustentáveis que contribuem para a proteção e promoção da diversidade de expressões culturais. Os exemplos apresentados no livro foram identificados pelos membros da Rede internacional U40 que reúne jovens especialistas que promovem a convenção da Unesco para diversidade cultural. A publicação reúne textos de diversos pesquisadores sobre a temática em ambito internacional, entre eles conferencistas que estarão presentes no Seminário: Anna Steinkamp Giuliana Kauark e Lilian Richieri Hanania.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Mary Garcia Castro & Miriam Abramovay (Coords.) - Relações Raciais Na Escola: Reprodução De Desigualdades Em Nome Da Igualdade














Pouco se discute a questão racial impregnada na sociedade brasileira, considerada por muitos um tabu. Quando se trata de uma abordagem ainda mais específica como o ambiente escolar, enfrenta-se um desafio maior e mais delicado por conta das crianças e adolescentes envolvidos nesse mundo.O livro Relações raciais na escola: reprodução de desigualdades em nome da igualdade, lançado pela Organizações das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), traz à tona uma realidade presente em nosso País. Organizado por Mary Garcia Castro, professora da Universidade Católica de Salvador (UCSAL), e Miriam Abramovay, secretária-executiva do Observatório Ibero-Americano de Violências nas Escolas, a pesquisa realizada em 2006 possui foco nas relações sociais em escolas públicas e privadas de cinco capitais: Belém, Brasília, Porto Alegre, Salvador e São Paulo. Dividido em 7 capítulos, o estudo traça os cenários condicionantes do clima escolar, das diferentes percepções sobre raça e racismo e das relações e interações raciais na escola, na sala de aula, entre outros tópicos. Alguns dados são preocupantes, como o fato de as médias de alunos brancos serem maiores que a de estudantes negros nas fases estudadas. O relatório também avalia de maneira qualitativa a situação das escolas brasileiras, e as questões ligadas aos jovens em fase de estudo fundamental e médio.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Jacques Delors & Outros - Educação: Um Tesouro A Descobrir














A educação situa-se, mais do que nunca, no âmago do desenvolvimento da pessoa e das comunidades; sua missão consiste em permitir que todos, sem exceção, façam frutificar seus talentos e suas potencialidades criativas, o que implica, por parte de cada um, a capacidade de assumir sua própria responsabilidade e de realizar seu projeto pessoal.

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Carolyn Wilson & Outros - Alfabetização Midiática E Informacional: Currículo Para Formação De Professores















Vivemos em um mundo no qual a qualidade da informação que recebemos tem um papel decisivo na determinação de nossas escolhas e ações, incluindo nossa capacidade de usufruir das liberdades fundamentais e da capacidade de autodeterminação e desenvolvimento. Movida pelos avanços tecnológicos nas telecomunicações, manifesta-se também a proliferação das mídias e de outros provedores de informação, por meio de grandes quantidades de informação e conhecimento que são acessadas e compartilhadas pelos cidadãos. Com esse fenômeno, e partindo dele, existe o desafio de avaliarmos a relevância e a confiabilidade da informação sem quaisquer obstáculos ao pleno usufruto dos cidadãos em relação aos seus direitos à liberdade de expressão e ao direito à informação. É nesse contexto que a necessidade da alfabetização midiática e informacional (AMI) deve ser vista: ela expande o movimento pela educação cívica que incorpora os professores como os principais agentes de mudança.

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domingo, 1 de novembro de 2015

Valter Roberto Silvério (Edit.) - Síntese Da Coleção História Geral Da África: Século XVI Ao Século XX














A África tem uma história. Abatido por vários séculos de opressão, esse continente presenciou gerações de viajantes, de traficantes de escravos, de exploradores, de missionários, de procônsules, de sábios de todo tipo, que acabaram por fixar sua imagem no cenário da miséria, da barbárie, da irresponsabilidade e do caos. Essa imagem foi projetada e extrapolada ao infinito ao longo do tempo, passando a justificar tanto o presente quanto o futuro. Não se trata aqui de construir uma história-revanche, que relançaria a história colonialista como um bumerangue contra seus autores, mas de mudar a perspectiva e ressuscitar imagens “esquecidas” ou perdidas. Torna-se necessário retornar à ciência, a fim de que seja possível criar em todos uma consciência autêntica. É preciso reconstruir o cenário verdadeiro. É tempo de modificar o discurso. Se são esses os objetivos e o porquê desta iniciativa, o como – ou seja, a metodologia – é, como sempre, muito mais penoso.

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Valter Roberto Silvério (Edit.) - Síntese Da Coleção História Geral Da África: Pré-História Ao Século XVII














A África tem uma história. Abatido por vários séculos de opressão, esse continente presenciou gerações de viajantes, de traficantes de escravos, de exploradores, de missionários, de procônsules, de sábios de todo tipo, que acabaram por fixar sua imagem no cenário da miséria, da barbárie, da irresponsabilidade e do caos. Essa imagem foi projetada e extrapolada ao infinito ao longo do tempo, passando a justificar tanto o presente quanto o futuro. Não se trata aqui de construir uma história-revanche, que relançaria a história colonialista como um bumerangue contra seus autores, mas de mudar a perspectiva e ressuscitar imagens “esquecidas” ou perdidas. Torna-se necessário retornar à ciência, a fim de que seja possível criar em todos uma consciência autêntica. É preciso reconstruir o cenário verdadeiro. É tempo de modificar o discurso. Se são esses os objetivos e o porquê desta iniciativa, o como – ou seja, a metodologia – é, como sempre, muito mais penoso.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Damian Hazard, Teófilo Alves Galvão Filho & André Luiz Andrade Rezende - Inclusão Digital E Social De Pessoas Com Deficiência: Textos De Referência Para Monitores De Telecentros














A presente publicação consiste em uma coletânea com orientações para a capacitação de monitores de telecentros, sem conhecimento especializado no trato com pessoas portadoras de deficiência e sem experiência de atuação nessa área. É essencial que os monitores de telecentros estejam capacitados a assistir as pessoas com deficiência e contribuir para integrá-las aos demais usuários dos telecentros e combater, dessa forma, qualquer tipo de preconceito social, além de desenvolver um espírito crítico com relação às ferramentas disponíveis para promover a inclusão digital e social desses usuários.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Sandra Jovchelovitch & Jacqueline Priego-Hernández - Sociabilidades Subterrâneas: Identidade, Cultura E Resistência Em Favelas Do Rio De Janeiro














A obra Sociabilidades subterrâneas: identidade, cultura e resistência em favelas do Rio de Janeiro inclui os resultados da pesquisa feita pela Representação da UNESCO no Brasil, em parceria com a London School of Economics (LSE), as Fundações Itaú Cultural e Social, o Afro Reggae e a CUFA para estudar formas de sociabilidade que continuam invisíveis e subterrâneas no âmbito das sociedades convencionais. Os principais objetivos da pesquisa foram explorar os meios alternativos de integração e socialização desenvolvidos por comunidades que vivem em condições de extrema exclusão social e miséria, e estudar e disseminar a metodologia de trabalho com e para jovens desenvolvida pelos grupos AfroReggae e CUFA.

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Miriam Abramovay & Mary Garcia Castro - Por Um Novo Paradigma Do Fazer Políticas: Políticas De/Para/Com Juventudes














Reflete-se sobre políticas públicas de/para/com juventudes, levando em conta uma série de complicadores. Após um breve histórico sobre enfoques de políticas que têm os jovens como  objeto na América Latina, parte que se constrói com apoio de informações em distintas publicações, com destaque para o caso brasileiro, discute-se os seguintes complicadores para processar a elaboração e o acompanhamento de políticas de/para/com juventudes: o paradigma conceitual sobre juventude; as condições de vida das juventudes no Brasil; o macro cenário ou  o paradigma sócio-político-econômico-cultural; a formatação convencional das políticas públicas; e a formatação das políticas públicas elaboradas para a juventude. Ao final, destacam-se proposições de ações, considerando os jovens em diversas dimensões, elaboradas pelos próprios jovens, em diversas localidades no Brasil, quer no plano de pesquisas promovidas pela UNESCO; quer em seminários e encontros também acionados pela UNESCO e seus parceiros.

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

K. Rajasekharan & K. M. Nafala - Digital Archiving Of Audio Content Using WINISIS And Greenstone Software: A Manual For Community Radio Managers














Free and open source software (FOSS) helps digital inclusion of citizens in developing countries through easy-to-get and socially useful applications. UNESCO’s information processing tools assist many grassroots institutions in disseminating information to local communities. Digital archive of a community radio station can be a knowledge repository containing collective wisdom of indigenous people, as well as of regional communities and institutions. The South Asian sub-region is now at the nascent stage of community radio development, with the introduction of policy frameworks in India, Nepal and other countries. Community radio has a great development potential across the sub-region with ever increasing number of community radio stations. To maintain an archive of broadcasted contents is a legal obligation as a self-regulatory mechanism, however many stations are not equipped for doing this. Moreover, community radio stations often need to re-use and re-broadcast many of their archived contents.

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sexta-feira, 27 de março de 2015

Unesco - Segundo Relatório Global Sobre Aprendizagem E Educação De Adultos














Este Segundo Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos foi elaborado sobre bases sólidas. Desde a primeira Conferência Internacional de Educação de Adultos, em 1949, os Estados-membros da UNESCO se reúnem a cada 12 anos para discutir a situação da educação de adultos em seus países. Em 1976, a Conferência Geral da UNESCO aprovou a Recomendação sobre o Desenvolvimento da Educação de Adultos, que confirmou que “o acesso dos adultos à educação, no contexto da educação ao longo da vida, é um aspecto fundamental do direito à educação e facilita o exercício do direito de participar na vida política, cultural, artística e científica”.

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Unesco - Gestão De Riscos De Desastres Para O Patrimônio Mundial














Como foi confirmado pelo Relatório de Avaliação Global sobre a Redução do Riscos de Desastres, em 2009, “Risk and Poverty in a Changing Climate” (UNISDR, 2009), o número de desastres em todo o mundo aumenta a cada ano. Em grande parte, isso se deve à crescente exposição de pessoas e bens a acidentes naturais, causada, por sua vez, pelo rápido desenvolvimento econômico e crescimento urbano em áreas costeiras passíveis de ciclones e cidades sujeitas a terremotos, combinada com uma governança débil e com o declínio dos ecossistemas. Ao mesmo tempo, as alterações climáticas têm sido associadas à ocorrência de eventos climáticos extremos mais frequentes e intensos em algumas partes do mundo. Desastres são hoje considerados um dos principais fatores que contribuem para a pobreza, especialmente nas regiões em desenvolvimento.

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Cintia Freitas (Org.) - Experiências Em Educação Preventiva Ao Uso De Drogas: A Experiência Do Brasil














Os danos associados ao uso de drogas afetam e provocam problemas para a saúde pública, para a inclusão social e para os direitos humanos, bem como atingem negativamente a área da educação formal, na qual o abandono escolar e o baixo desempenho são agravados pelo uso de drogas por crianças e jovens, assim como pelo aumento da violência no ambiente escolar. Drogas e violência são temas em constante evidência e não devemos esquecer suas relações com os processos sociais, tais como a desigualdade e a má distribuição de renda e de recursos culturais e educacionais.

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Ali A. Mazrui & Christophe Wondji (Edits.) - História Geral Da África Vol. VIII: África Desde 1935














Este volume analisa o período a partir de 1935. São examinadas as dimensões política, econômica e cultural do continente, mediante a progressiva libertação do jugo colonial. Para a África, 1935 marca o início da Segunda Guerra Mundial, com a invasão da Etiópia por Mussolini. O conflito internacional domina a primeira seção deste volume, com a descrição das crises no Chifre da África, na África do Norte e em outras regiões sob o domínio das potências europeias. A segunda e terceira seções do texto ocupam-se das seguidas lutas políticas na África, de 1945 às independências, do subdesenvolvimento e da luta pela autonomia econômica, examinando a construção da nação e a transformação progressiva das estruturas e dos valores políticos. As seções quatro e cinco discorrem sobre mudanças políticas e socioculturais desde 1935. As duas últimas seções abordam o desenvolvimento do pan-africanismo e o papel da África independente nos assuntos mundiais: a relação com países capitalistas, socialistas e em desenvolvimento, com a ONU, e as perspectivas rumo ao novo milênio.

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