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Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

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domingo, 27 de novembro de 2016

Priscila Maia Nomiyama (Coord.) - Encontros E Caminhos: Formação De Educadoras(es) Ambientais E Coletivos Educadores Vol. II














O segundo volume do livro traz os seguintes temas: atores socioambientais, capital social, comunidades educadoras, conflitos, contextos de aprendizagem, educação e gestão ambiental pública, emancipação, ética, metodologias participativas, percepção ambiental, redes sociais, responsabilidade socioambiental, entre outros.

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Luís Augusto Barbosa Cortez (Coord.) - Plano De Voo Para Biocombustíveis De Aviação No Brasil: Plano De Ação














A indústria da aviação estabeleceu metas ambiciosas para reduzir as emissões de dióxido de carbono e crescer numa base sustentável. Apesar dos avanços possíveis na eficiência de uso de combustíveis, para alcançar as metas de redução de emissões da indústria serão precisos biocombustíveis produzidos de maneira sustentável que atendam às necessidades técnicas da aviação. Nos próximos 20 a 40 anos, a indústria fará uma transição para o uso de biocombustíveis sustentáveis em substituição aos combustíveis de aviação baseados em petróleo. O uso de biocombustíveis na aviação deverá ser eficaz, eficiente e vantajoso dos pontos de vista ambiental, social e econômico.

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Carlos Rodrigues Brandão - Aqui É Onde Eu Moro, Aqui Nós Vivemos














De forma poética, Carlos Rodrigues Brandão convida o leitor a conhecer os princípios que estão na base do Programa Municípios Educadores Sustentáveis. Entendendo o espaço público como pertencente ao cidadão, trata-se em essência, de apontar caminhos para a convivência humana, compreendida no contexto da sustentabilidade praticada no âmbito municipal, ampliando assim a concepção dos processos educacionais envolverem também estruturas educadoras, como o viveiro de mudas, a ciclovia, a praça pública; estimulando a mobilização e participação social na melhoria da qualidade de vida no espaço cotidiano das pessoas.

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Luiz Antonio Ferraro Júnior (Coord.) - Encontros E Caminhos: Formação De Educadoras(es) Ambientais E Coletivos Educadores Vol. I














A publicação Encontros e Caminhos: Formação de Educadoras(es) ambientais e coletivos educadores, do Ministério do Meio Ambiente, traz os principais autores sobre EA no Brasil escrevendo sobre temas como: ação comunicativa, alteridade, complexidade, coletivos educadores, currículo e EA, justiça ambiental, participação, sociobiodiversidade, transdisciplinaridade, entre outros.

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Maria Clélia Lustosa Costa & Eustógio Wanderley Correia Dantas (Orgs.) - Vulnerabilidade Socioambiental Na Região Metropolitana De Fortaleza














Transformações sociais e econômicas de grande intensidade têm alterado sensivelmente a qualidade de vida nas metrópoles brasileiras. A expansão da malha metropolitana para as cidades do entorno e o crescimento populacional têm ampliado e tornado mais visíveis as desigualdades socioespaciais. Neste processo, a apropriação de espaços públicos e áreas de preservação ambiental por grupos sociais diferenciados, ricos e pobres, tem degradado as condições de vida da população. Políticas públicas, elaboradas com base em teorias de desenvolvimento econômico, desenvolvimento econômico social, desenvolvimento sustentável e desenvolvimento humano, foram aplicadas, visando superar o chamado “subdesenvolvimento” de alguns países e as desigualdades sociais e econômicas internas. Este enfoque passa por mudanças a partir da década de 1970, com a realização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em Estocolmo, cujos debates resultaram na elaboração de convenções e tratados internacionais voltados à mitigação/redução dos impactos socioambientais em escala local e global.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Fabiano Quadros Rückert - O Ambientalismo Em Três Escalas De Análise














A possibilidade de avançarmos na compreensão do ambientalismo demanda uma disposição para pensarmos a complexidade dos fenômenos sociais e implica uma abertura para a discussão sobre as suas diferentes escalas de atuação. Procuro explorar esta possibilidade de compreensão do ambientalismo, revisando a bibliografia sobre o surgimento da crítica à degradação ambiental e construindo três escalas de análise para o tema: a primeira escala é focada na dimensão científica do ambientalismo, a segunda aborda as interpretações sobre o ambientalismo no Brasil e a terceira destaca o movimento ambientalista no Vale do Rio dos Sinos. Penso que a subdivisão do ambientalismo em três escalas de análise é necessária para a articulação entre questões de âmbito global – como a percepção da crise ambiental – com o desenvolvimento da Política Nacional do Meio Ambiente e a degradação do Rio dos Sinos. Neste sentido, pretendo explorar a polissemia do ambientalismo, identificando pontos de ligação entre as três escalas de análise usadas no artigo.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Bill Mollison - Permaculture A Designers Manual (Inglês)














This book is about designing sustainable human settlements, and preserving and extending natural systems. It covers aspects of designing and maintaining a cultivated ecology in any climate: the principles of design; design methods; understanding patterns in nature; climatic factor; water; soils; earthworks; techniques and strategies in the difference climatic types; aquaculture; and the social, legal, and economic design of human settlement.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Maisa Cardoso (Edit.) - Desertificação, Degradação Da Terra E Secas No Brasil














O Estudo Desertificação, degradação da terra e secas no Brasil reúne contribuições de vários pesquisadores brasileiros sobre o tema Desertificação, degradação de terras e secas (DLDD, na sigla em inglês) tendo como foco a situação particular do Semiárido brasileiro, uma região tradicionalmente sujeita a secas e a processos de degradação da terra e desertificação. O trabalho é pioneiro na área. A expectativa é que essa iniciativa dê início a uma série de estudos semelhantes em outras áreas e países da América Latina e Caribe e que, dentro de algum tempo, se possa ter um quadro consolidado da situação de DLDD em toda a região.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Pascal Bernardin - O Império Ecológico: A Subversão Da Ecologia Pelo Globalismo














A nova ideologia deverá fornecer um 'princípio central e unificador' em torno do qual a sociedade mundial poderá se construir e se definir. Esse princípio deverá formá-la por inteiro, permiti-la definir tanto os objetivos sociais quanto as normas de comportamento individual, ser aceito pelos povos do Ocidente e do Oriente, do Norte e do Sul. Ele deverá evitar confrontar qualquer sensibilidade religiosa ou 'filosófica', mas, ao contrário, fazer avançar a causa sincretista e a aparição de uma religião mundial. A presente obra mostrará que a ideologia ecológica preenche todas essas condições sem nenhuma exceção. Ela visa a provocar uma mudança de paradigma (idêntica àquela apregoada pela Nova Era), uma modificação do conceito de Deus, do homem e do mundo com conseqüências inestimáveis. Assim, colapsa a concepção cristã do homem, criado por Deus e colocado ao centro da Terra, substituída pela perspectiva holística que nos quer o produto - mal - da evolução, o ápice da cadeia evolutiva.A Criação é portanto sacralizada, sem referência ao Criador. A ecologia, o respeito pela Criação, obra de Deus, é subvertida e veicula uma concepção pegã e revolucionária da natureza. O homem, e ainda mais o indivíduo, apaga-se diante dos imperativos da 'gestão sustentável' do planeta. De tal modo a antropologia cristã, norma cultural e social que subsiste ainda, ao menos inconscientemente, nos espíritos, desaparece, e a civilização global pode ser edificada.

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Fernando Ferreira Carneiro & Outros (Orgs.) - Dossiê Abrasco: Um Alerta Sobre Os Impactos Dos Agrotóxicos Na Saúde














Desde 2008, o Brasil ocupa o lugar de maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Os impactos na saúde pública são amplos, atingem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais, como trabalhadores em diversos ramos de atividades, moradores do entorno de fábricas e fazendas, além de todos nós, que consumimos alimentos contaminados. Tais impactos estão associados ao nosso atual modelo de desenvolvimento, voltado prioritariamente para a produção de bens primários para exportação. Com este dossiê, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) visa a alertar, por meio de estudos científicos, as autoridades públicas nacionais, internacionais e a sociedade em geral para a necessidade de políticas que possam proteger e promover a saúde humana e os ecossistemas. Trata-se também de uma manifestação da Abrasco, entidade que nasceu no contexto das lutas sociais pela redemocratização do Brasil e está comprometida com a emancipação dos sujeitos e a conquista de modos de vida mais saudáveis.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Robert. E. Ricklefs - A Economia Da Natureza














Cobre as ideias, dados, e instruções mais recentes da ecologia moderna, mostrando as inter-relações frequentemente complexas entre os organismos e os seus ambientes. Foram acrescentados novos capítulos sobre genética de populações, biodiversidade e biogeografia. A nova seção de aplicações ecológicas aborda a extinção, conservação, ecologia global e desenvolvimento, com exemplos práticos. Foi ampliado o capítulo sobre sexo, família e sociedade, apresentando um quadro mais didático. As informações antes dispersas no livro foram reunidas no tópico sobre predação/competição, mutualismo e adaptação dos organismos. Apresenta um maior número de exemplos e ilustrações. Encarte com 53 ilustrações coloridas. Destinado a estudantes e profissionais de biologia, engenharia florestal e áreas afins.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Senai/Sebrae - Gestão De Resíduos Na Construção Civil: Redução, Reutilização E Reciclagem
















Esta publicação foi preparada para ser utilizada como instrumento de consulta. Possui informações que são aplicáveis de forma prática, no dia-a-dia do profissional ligado à construção civil, apresentada através de uma linguagem simples e de fácil assimilação. Possibilita, de forma eficiente, o aperfeiçoamento dos profissionais do setor no que se refere à gestão dos resíduos resultantes da atividade construtiva. Este trabalho apresenta diversos temas e aspectos relacionados à gestão de resíduos na construção civil, ao longo de seus nove capítulos.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Otávio Manoel Nunes Lopes & Raimundo Nonato Brabo Alves - Adubação Verde E Plantio Direto: Alternativas De Manejo Agroecológico Para A Produção Agrícola Familiar Sustentável
















A problemática do sistema de produção da agricultura familiar no trópico úmido; desgaste acelerado do solo em áreas alteradas; potencial de leguminosas na manutenção da fertilidade do solo; efeito de leguminosas na redução de custos de produção na agricultura familiar; efeito da formação de palhada da leguminosa guandu no plantio direto para a agricultura familiar; plantio direto x agricultura sem queima; uso de leguminosas na alimentação humana e animal.

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Cristina Thedim Brandt (Org.) - Sustentabilidade, Produção Lucrativa E Atuação Governamental Para Uma Economia Verde
















Este estudo examina as implicações econômicas e políticas do desenvolvimento baseado no paradigma da sustentabilidade e, nesse contexto, discute a questão de conciliar a lucratividade das empresas com as restrições impostas pela preservação do meio ambiente. O estudo aborda ainda a nova proposta de uma política ambiental para a construção de uma Economia Verde (em contraposição àquela que pretende mitigar os danos da Economia Marrom) e examina os incentivos que podem ser utilizados nessa trajetória. Para ilustrar as questões discutidas no estudo, examinam-se aspectos de políticas ambientais praticadas no Brasil e em outros países.

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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

José Domingos Gonzalez Miguez (Coord.) - Comunicação Nacional Inicial Do Brasil À Convenção-Quadro Das Nações Unidas Sobre Mudança Do Clima
















Uma forte preocupação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – que reúne cientistas independentes de todo o mundo, incluindo pesquisadores brasileiros – quanto a anomalias nos dados de temperatura observados, indica uma tendência de aquecimento global devido a razões antrópicas. Isso foi importante para que a Convenção estabelecesse como seu principal objetivo estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera em um nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático global. Para isso, foram definidos compromissos e obrigações para todos os países (denominados Partes da Convenção) e, levando em consideração o princípio das responsabilidades comuns porém diferenciadas, foram determinados compromissos específicos para as nações desenvolvidas.Os países signatários comprometeram-se a elaborar uma estratégia global “para proteger o sistema climático para gerações presentes e futuras”.

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Guilherme Mattoso (Edit.) - Gestão De Recursos Hídricos Em Propriedades Rurais
















As experiências aqui reunidas contaram com o apoio técnico da Área de Meio Ambiente / Recursos Naturais do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-PR). São alternativas que, uma vez implementadas, ajudam na preservação do meio ambiente, alavancam a produtividade e contribuem para a melhoria da qualidade de vida no campo. Por meio de linguagem simples e ilustrações didáticas, a cartilha apresenta técnicas como proteção de nascentes e restauração de matas ciliares, além de outras práticas que não estão ligadas diretamente à água, mas também são fundamentais para sua conservação, como o plantio direto e a destinação adequada de resíduos e dejetos.

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Ministério Do Meio Ambiente - Plano De Ação Para Prevenção E Controle Do Desmatamento E Das Queimadas: Cerrado
















O Cerrado detém 5% da biodiversidade do planeta, sendo considerado a savana mais rica do mundo, porém um dos biomas brasileiros mais ameaçados. Considerando a área original de 204 milhões de hectares, o bioma já perdeu, até 2008, 47,84% de sua cobertura de vegetação. É o que aponta o “Projeto de Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite” (projeto de cooperação técnica entre o Ministério do Meio Ambiente - MMA, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD), executado pelo Centro de Sensoriamento Remoto do Ibama. A área desmatada até 2002 foi de 890.636 km², e, entre 2002 e 2008, esse valor foi acrescido de 85.074 km², o que equivale a valor médio anual de 14.179 km². No Cerrado, o desmatamento ocorre de modo intenso em função de suas características propícias à agricultura e à pecuária e da demanda por carvão vegetal para a indústria siderúrgica, predominantemente nos pólos de Minas Gerais e, mais recentemente, do Mato Grosso do Sul. Do total de cerca de 9,5 milhões de toneladas de carvão vegetal produzido no Brasil em 2005, 49,6% foram oriundos da vegetação nativa ( AMS, 2007). Ademais, 54 milhões de hectares são ocupados por pastagens cultivadas e 21,56 milhões de hectares por culturas agrícolas.

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Amintas Brandão Jr. & Outros - Evolução Das Emissões De Gases De Efeito Estufa No Brasil (1990-2013): Setor De Mudança De Uso Da Terra
















Neste documento, analisamos as estimativas de emissões do setor de Mudança de Uso da Terra (MUT) que foram geradas pelo Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG) para o período de 1990 a 2013. O projeto SEEG é uma iniciativa do Observatório do Clima (OC) – uma rede de instituições da sociedade civil. As emissões do SEEG cobrem os setores de MUT, Agropecuária, Energia, Indústria e Resíduos. O Imazon foi responsável por calcular as estimativas de emissões do setor MUT a partir das metodologias desenvolvidas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC – em inglês) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). As fontes de emissões do setor MUT englobam as alterações da paisagem, a queima de resíduos florestais e a calagem de solos. As fontes de remoções são contabilizadas em separado e são aquelas relativas às florestas localizadas em Áreas Protegidas que não foram convertidas em outros usos (por exemplo, desmatamento) conforme metodologia do Inventário Brasileiro de Emissões e Remoções Antrópicas de GEE. A soma das emissões e remoções resulta nas emissões líquidas. No Brasil, o setor MUT gerou, até 2013, cerca de 30 milhões de t CO2e, o que representou 62% das emissões nacionais para o mesmo período. Em segundo lugar, o setor Agropecuário contribuiu com 17%, seguido pelo setor de Energia com 15%. O desmatamento é a principal fonte de emissão do setor MUT, somente o bioma Amazônia, por exemplo, contribuiu com 43% das emissões brasileiras. Portanto, as ações de redução de emissões desse setor devem estar atreladas às estratégias de redução de desmatamento brasileiras.

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Marina Piatto & Outros - Evolução Das Emissões De Gases De Efeito Estufa No Brasil (1970-2013): Setor Agropecuário
















A mudança do clima é considerada um dos principais problemas ambientais do século. Esse problema tem sido causado pelo aumento da concentração de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, os quais são emitidos por atividades antrópicas referentes aos setores da agropecuária, de energia, do tratamento de resíduos e do uso da terra. A agropecuária especificamente é responsável por cerca de 10-12% das emissões globais, sendo fonte de emissão de três GEE: dióxido de carbono (CO2), óxido nitroso (N2O) e metano (CH4). Entretanto, a Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) aponta crescimentos entre 15% e 40% na demanda global por diversos tipos de alimentos nas próximas décadas, fato que leva a agropecuária mundial a enfrentar o desafio de produzir para alimentar uma crescente população ao mesmo tempo em que tem a obrigação de reduzir suas emissões de GEE. Por ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, o Brasil será um dos principais países a elevar sua produção e exportação agropecuária de modo a atender a este aumento de demanda. No entanto, o Brasil já está entre os dez maiores emissores de GEE do mundo e é o segundo maior emissor pela produção agropecuária, com 418 Gt de equivalentes de CO2 emitidos por esse setor em 2013, o que representa quase um terço das emissões nacionais. Dessa maneira, essa tendência torna-se ao mesmo tempo um risco ao aquecimento global, mas também uma oportunidade em planejar um crescimento baseado em baixas emissões de carbono e alta eficiência produtiva.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Narjara Pereira - Cartilha Unigente: Coleta Seletiva
















A coleta seletiva e a reciclagem de resíduos têm um papel fundamental e crítico para o meio ambiente. E, seguramente, traz em sua marca a melhoria de qualidade de vida para todos que têm contato com a natureza e o meio ambiente. Ação que é permanente! A ameaça de exaustão dos recursos naturais não-renováveis aumenta a necessidade de reaproveitamento de materiais recicláveis. A recomendação mais eficaz é a de que eles sejam separados na coleta seletiva de resíduos. Esta cartilha tem como objetivo central informar sobre as vantagens que todos terão com a coleta seletiva e evidenciar a importância da reciclagem dos resíduos para a humanidade como um todo. Para tanto, adota como palavras de ordem: reduzir, reutilizar e reciclar.

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