Transformações sociais e econômicas de grande intensidade têm alterado sensivelmente a qualidade de vida nas metrópoles brasileiras. A expansão da malha metropolitana para as cidades do entorno e o crescimento populacional têm ampliado e tornado mais visíveis as desigualdades socioespaciais. Neste processo, a apropriação de espaços públicos e áreas de preservação ambiental por grupos sociais diferenciados, ricos e pobres, tem degradado as condições de vida da população. Políticas públicas, elaboradas com base em teorias de desenvolvimento econômico, desenvolvimento econômico social, desenvolvimento sustentável e desenvolvimento humano, foram aplicadas, visando superar o chamado “subdesenvolvimento” de alguns países e as desigualdades sociais e econômicas internas. Este enfoque passa por mudanças a partir da década de 1970, com a realização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em Estocolmo, cujos debates resultaram na elaboração de convenções e tratados internacionais voltados à mitigação/redução dos impactos socioambientais em escala local e global.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário