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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. IV: Simulação Computacional Do Desempenho Termo-Energético














Os programas computacionais para simulação de edificações são importantes ferramentas para análises detalhadas de desempenho termo-energético. Ao longo das pesquisas realizadas com a Casa Eficiente, o programa EnergyPlus foi utilizado em diversas simulações computacionais. Elas foram utilizadas para permitir e facilitar algumas análises de desempenho térmico dos componentes construtivos, de eficiência energética, do uso da ventilação natural e do uso do aquecimento solar passivo. Nas pesquisas envolvendo a Casa Eficiente, foram realizadas simulações tanto nas etapas iniciais de projeto, quanto após a sua construção. Nas simulações realizadas antes da construção, foram avaliados dez modelos, com a mesma planta e volumetria da residência, alterando parâmetros construtivos e de uso e ocupação. Dessa forma, pôde-se verificar a influência de cada estratégia de interesse, tais como cobertura com isolamento térmico, parede dupla e com isolamento, proteção solar nas aberturas, vidros duplos, equipamentos eficientes e ventilação natural. Como resultado final destas primeiras simulações, concluiu-se que o uso dessas estratégias em uma conFiguração única resultaria em um melhor desempenho termo-energético da edificação. Foi possível diminuir o consumo energético e melhorar as condições de conforto térmico para os usuários. Tal configuração corresponde ao adotado no projeto arquitetônico da Casa Eficiente.

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Solange V. G. Goulart, Roberto Lamberts & Samanta Firmino - Dados Climáticos Para Projeto E Avaliação Energética De Edificações Para 14 Cidades Brasileiras














Nos últimos anos, observa-se a tendência de projetar edificações sem considerar adequadamente o clima do local. O chamado “estilo internacional” da arquitetura teve grande influência no surgimento de edifícios envidraçados nos mais diversos lugares, indiferentes às condições climáticas. Com a crise de energia da década de 70, tornou-se importante estabelecer critérios de projeto que garantam à arquitetura uma identificação maior com o lugar, considerando o conforto térmico dos indivíduos e a redução no consumo de energia. O conhecimento das condições climáticas externas é importante pois estas representam os requisitos básicos para o projeto de sistemas de ar condicionado, cálculos simplificados do consumo de energia e para simulações mais detalhadas de energia em edificações. Entretanto, os dados meteorológicos, quando disponíveis, não são direcionados para a solução dos problemas de projeto de edificações, fazendo com que os profissionais da área os ignorem. Além disso, nos países em desenvolvimento, a climatologia tem se desenvolvido mais em função da aviação e da agricultura. Isto explica a localização das estações meteorológicas e a natureza dos parâmetros medidos. Porém, visando integrar os diferentes elementos climatológicos em todos os níveis de projeto, exige-se um tratamento específico destes elementos, voltado para o uso dos profissionais. Isto requer um prévio tratamento estatístico ou métodos que transformem uma grande quantidade de registros em ferramentas práticas de trabalho. Algumas metodologias foram desenvolvidas com este propósito.

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Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. III: Uso Racional Da Água
















Esta publicação discorre sobre o uso eficiente da água nas edificações, em particular no setor residencial, apresentando as estratégias referentes ao uso racional da água adotadas na Casa Eficiente, bem como os resultados obtidos nas pesquisas realizadas no LMBEE. Essas estratégias de uso racional da água contemplam o aproveitamento de água de chuva, o tratamento biológico de águas residuárias, o reuso de águas (utilização de águas cinzas claras)1 e a utilização de componentes que possibilitam baixo consumo de água visando contribuir com a redução do consumo de água potável da Casa Eficiente. No projeto hidrossanitário da Casa Eficiente classificam-se as águas desta habitação de acordo com a qualidade e o uso a que se destinam. Assim, na Casa Eficiente tem-se: água de abastecimento potável; água de chuva captada em telhados e utilizadas para fins não potáveis (em máquina de lavar roupas, vaso sanitário, tanque e torneira externa); água de chuva captada em telhado vegetado, terraços e rampas – áreas de circulação de pessoas – que, juntamente com as águas cinzas claras (provenientes do chuveiro, lavatório, tanque e máquina de lavar roupas), são usadas para irrigação paisagística, ou seja, para reuso de águas; e águas residuárias negras e cinzas escuras que após tratamento biológico são direcionadas para a rede de esgoto.

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Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. II: Consumo E Geração De Energia
















Esta publicação apresenta estudos realizados a partir dos equipamentos e sistemas existentes na Casa Eficiente. Foram utilizados tanto dados reais, medidos na edificação, quanto dados estimados pela pesquisa. Os estudos aqui apresentados indicam que a energia solar apresenta significativo potencial para utilização em residências no Brasil. A geração fotovoltaica da Casa Eficiente se mostrou suficiente para suprir todo o seu consumo durante o período diurno em dias com céu sem nuvens e sol aparente, e ainda fornecer energia para a rede elétrica. No caso de dias nublados, a geração fotovoltaica supre parcialmente o consumo da Casa, sendo necessário utilizar a energia da rede como complemento. Tendo em vista que a Casa Eficiente não é ocupada por moradores e por isso tem baixo consumo de energia durante todo o dia, para comparar a geração de energia do sistema fotovoltaico com o consumo de uma família, foram realizadas estimativas com diferentes padrões de uso, simulando a ocupação da Casa. Tais estimativas destacaram a importância da escolha de equipamentos eficientes e da adoção de hábitos de consumo conscientes por parte dos usuários. Sendo ocupada por usuários conscientes, e utilizando equipamentos eficientes, a Casa teria sua demanda totalmente atendida pela geração de energia do sistema fotovoltaico.

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Roberto Lamberts, Enedir Ghisi, Cláudia D. Pereira & Juliana O. Batista - Casa Eficiente Vol. I: Bioclimatologia E Desempenho Térmico
















O presente volume aborda o tema Desempenho Térmico da Casa Eficiente a partir dos resultados do monitoramento desenvolvido pelo LMBEE, aprofundando a investigação acerca do desempenho de estratégias bioclimáticas recomendáveis para o clima de Florianópolis: a ventilação mecânica noturna e o uso de telhado vegetado. Os desafios de sustentabilidade firmam-se cada vez mais como necessidades urbanas no decorrer da evolução do pensamento técnico-científico. As modificações na biosfera, a exemplo de fenômenos como as ilhas de calor urbano e de aumento da concentração dos gases do efeito estufa despertam a necessidade de se repensar imediatamente o ambiente urbano e as suas edificações. Avaliar o desempenho térmico de uma edificação significa avaliar a sua resposta física à influência do meio ambiente externo e do seu uso pelos ocupantes, confrontando os resultados com requisitos quantitativos e qualitativos pré-estabelecidos. A resposta da edificação às variáveis climáticas externas (ventilação, insolação, temperatura, umidade) e ao comportamento do usuário (manipulação das esquadrias, acionamento dos sistemas artificiais de iluminação e condicionamento) configura o seu comportamento térmico, expresso através da variação da temperatura e umidade nos ambientes internos. O comportamento térmico da edificação é influenciado, também, pelos ganhos de calor através das superfícies (teto, parede, piso, janelas) e gerado internamente (pessoas e equipamentos), bem como pelo número de renovações de ar propiciado pela ventilação.

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terça-feira, 12 de julho de 2016

Roberto Lamberts, Luciano Dutr & Fernando O. R. Pereira - Eficiência Energética Na Arquitetura














O livro é dirigido a todos que atuam na área de projeto, construção e operação do ambiente construído; com uma linguagem adequada tanto para estudantes universitários, em particular dos cursos de Arquitetura e Engenharia Civil, como acadêmicos e pesquisadores e, especialmente, para os profissionais arquitetos, planejadores urbanos e engenheiros, dos quais se espera, na prática, a implementação dos conceitos apresentados.

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