O tema do presente artigo é
relativo aos limites do Estado e o arcabouço ferramental de análise
será quer as conclusõ es da Escola Austríaca de Economia quer
- e de modo indireto - a Teoria dos Sistemas de Niklas Luhmann.
Antes de caminhar nesta direção - dos limites do Estado - parece
oporturno saber se há, de fato, uma direção a ser seguida; dito de outra
forma, é preciso pensar que toda tematização pressupoe e um jogo de palavras
que podem fazer, ou não, sentido à luz de determinadas convencções.
Parece legítimo desconfiar, por exemplo, que há uma certa
compatibilidade entre pensar a respeito dos limites do Estado e
propor uma análise sobre a morte de uma ideia. Se o Estado é fruto de algumas
ideias, pensar a respeito de até onde essas ideias que dão origem ao Estado
podem ir seria como refletir sobre os limites do pró prio Estado.
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