Escrever sobre a obra da cineasta Ana Carolina é como dar um passeio profundo pela minha formação artística. Até hoje permanece o impacto que foi me deparar pela primeira vez com a dramaturgia desconcertante de Mar de Rosas, um filme corajoso, ousado, visceral e despudorado. E logo depois Das Tripas Coração, um mergulho não menos arrojado no imaginário de um homem dormitando e devaneando com o que deveria acontecer dentro de um colégio de moças. E, em seguida, as exuberantes metáforas de Sonho de Valsa, com tantos castelos de sonhos abandonados, ruindo tal qual brilhantes...quimeras esfaceladas.
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