A Mata Atlântica é formada por 15 ecorregiões que vão de 3 graus ao sul
do Equador até o Trópico de Capricórnio, e das arenosas matas de
restinga localizadas ao nível do mar até as florestas e os campos de
altitude, a mais de 2.700 metros. Estas dimensões proporcionam ao bioma uma variedade de plantas e de vida
animal incomparável no planeta. Das mais de 20.000 espécies de plantas
que ocorrem ali, 8.000 não são encontradas em nenhuma outra parte do
mundo. Este é o hábitat de mais de 1.000 espécies de aves, 372 de
anfíbios, 350 de peixes, 197 de répteis e 270 de mamíferos. Para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e preservar a rica
biodiversidade da Mata Atlântica é essencial conservar as matas e
promover o manejo sustentável de maneira compatível com o
desenvolvimento local. Por isso, em 2000, mais de trinta organizações
governamentais e não governamentais da Argentina, do Brasil e do
Paraguai, coordenadas pelo WWF, Organização Mundial para a Conservação
da Natureza, e a Fundação Vida Silvestre Argentina (FVSA), decidiram
concentrar seus esforços sob um mesmo lema: “Deter a extinção de
espécies e manter serviços ambientais essenciais com ações imediatas que
assegurem a viabilidade ao longo prazo da biodiversidade representativa
da Mata Atlântica”.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário