O livro apresenta uma abordagem sobre como foram construídos
os saberes inerentes à medicina e ao hospital na Sociedade Moderna. Mostra,
historicamente, como foi estabelecido o poder e as práticas médico-hospitalares.
A obra apresenta o discurso das instituições dominantes sobre o modelo
assistencial, como também revela a realidade pragmática do acesso efetivo ao
direito social à saúde, que, formalmente, foi expresso como uma necessidade
básica traduzida em mínimos sociais, como condição legítima de dignidade da
pessoa humana. A relevância desse estudo é em virtude de sua especial
significação nas diversas áreas das Ciências Humanas e Sociais, ao nutrir o
debate sobre a temática do Direito à Saúde nas instâncias do Poder Público, bem
como ao introduzi-la na agenda das profissões relacionadas com o campo da
saúde, aprofundando suas dimensões de transdisciplinariedade e
transversalidade.
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