Em ”O único e sua
propriedade”, Max Stirner faz uma crítica radicalmente antiautoritária e
individualista da sociedade russa contemporânea, bem como à tão citada
modernidade da sociedade ocidental. Oferece ainda um vislumbre da existência
humana que descreve a singularidade humana como uma não-entidade criativa além
da linguagem e da realidade, ao contrário do que pregava boa parte da tradição
filosófica ocidental.
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