R. Rocker faz a crítica do “planismo de Estado” travestido de
“socialista” onde partidos hierárquicos burocráticos e centralizados
produzem estruturas burocráticas, hierárquicas e centralizadas também.
Perpetuam a separação entre “pensar” e “fazer” muitos fazem e poucos
pensam, reproduzem a separação entre “dirigentes” e dirigidos. No vasto
movimento da classe operária internacional todos são militantes, isso é
que é fundamental reter.
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