Esta monografia analisa a existência e inexistência de discussões
historiográficas brasileiras acerca da guerra em si e de sua
inserção no âmbito das relações internacionais. Dia 17 de
janeiro de 1991, já era noite em Bagdá, quando os primeiros mísseis
estadunidenses cruzaram os céus da cidade. Começava, então, a Guerra do
Golfo, com o bombardeio maciço dos aviões aliados, principalmente
dos EUA, sobre o Iraque e o Kuwait ocupado pelas tropas
iraquianas. Nesse momento, dos escombros da Antiga Ordem Mundial
(Guerra Fria), nascia uma profunda insegurança nas relações
internacionais, em que o dançar histórico era mais rápido do
que a história e os países podiam acompanhar e entender.
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