Ao contrário de perspectivas
ditas realistas, o índio, no Rio Grande do Sul, não se transformou em branco,
nem foi totalmente exterminado, mas iniciou uma lenta e contínua recuperação
demográfica. Sua figura e seus gestos carregam permanências e modificações que
são traduzidas na mente dos demais cidadãos para compor uma representação um
tanto confusa. É índio e não apenas rio-grandense ou, como popularmente nos
reconhecemos, gaúcho. Está afastado dos demais cidadãos e tem hábitos imutáveis
e estranhos. Humano, mas muito distante para dialogar.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário