Após delinear um quadro teórico - no qual não faltam referências a
noções consagradas, como "tradições inventadas" e "lugares de memória"
-, o autor apresenta ousada narrativa sobre a construção simbólica da
identidade nacional no Brasil, centrada na criação de instituições
museológicas, desde a fubdação do Museu Real, parte do projeto
civilizatório da dinastia bragantina, até a criação, durante o Estado
Novo, do SPHAN e de instituições de memória para a celebração da nação,
como os museus.

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