O MAFRO pretende ser um espaço de identidade e memória da população afro-descendente. Desde sua inauguração, este museu vem recebendo grande visitação de público escolar, procurado por educadores comprometidos com a inclusão do povo negro à educação formal e com o direito que todos os brasileiros têm ao acesso ao conhecimento sobre uma de suas principais matrizes civilizatórias. Tais educadores vêm se colocando questões como: o que sabemos sobre a África? Que conhecimentos sobre o continente africano têm sido veiculados pela escola brasileira? De que maneira o enorme patrimônio cultural brasileiro de origem africana tem sido incorporado ao currículo? Como a escola aborda o papel das religiões afro-brasileiras na preservação e reelaboração das culturas africanas no Brasil?
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