A autora proporciona ao leitor uma abordagem histórica que começa nas chamadas Leis de Mecenato (Rouanet, Audiovisual e outras), instrumentos de fomento que acabaram por instaurar um conceito de cultura alicerçado sobre a “ação preferencial de comunicação e marketing”, ou seja, a “privatização” dos anseios da população sob a constante e única “preocupação mercadológica com clientes, fornecedores e consumidores”. Tamanho equívoco político, que quis transformar a gestão da cultura em produtora de eventos comercialmente viáveis, gerando uma cultura do privilégio em oposição ao justo desejo do espírito público, parece tomar novos rumos, a partir de 2005, quando o foco político volta-se para a criação de um Sistema Nacional de Cultura.
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