Nos anos 60 a corrente minimalista concretizava as suas formas
geométricas em volumes de grande escala com uma aridez e simplicidade que
chocavam o grande público, ocupando massivamente o espaço de exposição de
muitos museus nos Estados Unidos e na Europa. Mas é no final desta mesma década
que começam a realçar-se um conjunto de conceitos, de materiais e de técnicas
de produção que dão à obra uma aparência mole, inacabada, e que passam a
fazê-la depender do seu espaço exterior, da luz ambiente e da experiência do
espectador. Robert Morris terá sido dos primeiros minimalistas a operar estas
transformações e a romper com as principais normas do modernismo estético que o
minimalismo praticava. Este livro vem abordar a problemática da transição do
minimalismo para o pós-minimalismo, tema essencial para as reflexões contemporâneas
sobre a arte, a técnica, o design e a arquitectura, e que terá lançado as
principais questões que fundam o género artistico da instalação e, de um modo
geral, de todas as artes tecnológicas.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário