O livro nasceu do propósito da autora de montar uma peça que nunca foi ao palco, por falta recursos financeiros. Todo mundo já ouviu pelo menos uma vez na vida, essas três primeiras linhas. Mas que ninguém se atreva a imaginar como a trama continua. Aqui nada é linear. A história começa pelo meio. Lá para o fim tem uma cronologia na maior precisão, data por data. Costura com requinte crônicas, conto – “O Parto da Aranha Morta” é singular – roteiros, peça de teatro, lembranças de viagens, mergulhos na mitologia. Respostas a uma entrevista, o transbordo de depoimentos. Soma de modo único linguagem erudita e gíria deslavada. O tom é coloquial. Uma fala impressa cheia de força. É possível quase escutar a voz da autora. A pontuação revela pausas das quais ela não abre mão para enfatizar a ironia que virá a seguir, a postura crítica. Nada de meias palavras. Só palavras inteiras. Palavrões.
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