É melhor ensinar as virtudes, dizia Spinoza, do que condenar os vícios. É
melhor a alegria do que a tristeza, melhor a admiração do que o
desprezo, melhor o exemplo do que a vergonha. Não se trata de dar lições
de moral, mas de ajudar cada um a se tornar seu próprio mestre, como
convém, e seu único juíz. Com que objetivo? Para ser mais humano, mais forte, mais doce. Virtude é poder, é excelência, é exigência.
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