A casa da ficção tem muitas janelas, mas só duas ou três portas. Posso
contar uma história na primeira ou na terceira pessoa, e talvez na
segunda pessoa do singular e na primeira do plural, mesmo sendo
raríssimos os exemplos de casos que deram certo. E é só. Qualquer outra
coisa não vai se parecer muito com uma narração, e pode estar mais perto
da poesia ou do poema em prosa.
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