Charles Neumann é engenheiro e trabalha em um sofisticado laboratório de
pesquisas. Ele não tem amigos ou qualquer tipo de habilidade social,
mas ama máquinas e tecnologia. Por isso, quando perde uma das pernas em
um acidente de trabalho, Charlie não encara a situação como uma
tragédia, mas como uma oportunidade. Ele sempre achou que o frágil corpo
humano poderia ser aperfeiçoado, e então decide colocar em prática
algumas ideias. E começa a construir partes. Partes mecânicas. Partes
melhores. A especialista em próteses Lola Shanks é apaixonada por
membros e órgãos artificiais. Quando conhece Charlie, ela fica fascinada
por ter encontrado um homem que parece capaz de produzir um corpo
totalmente mecânico. Mas as outras pessoas acham que ele é um louco. Ou
um produto. Ou uma arma. Em uma sátira sobre como a sociedade se tornou
tão dependente da tecnologia, Homem-Máquina narra a estranha e divertida
jornada de um homem em busca de aprimoramento. – “Qualquer um que tenha
trabalhado, estudado ou amado um engenheiro irá apreciar a variedade de
piadas internas que pontuam o livro. Com comentários inteligentes sobre
processos industriais e os desejos do consumidor contemporâneo, Barry
traz um senso de humor nerd a uma premissa tão crível que não se limita
ao reino da ficção científica. Sombriamente cômico, genuinamente
comovente e com passagens memoráveis, um triunfo.
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