Nos anos de 1910 a 1911, período durante o qual diminuiu na Rússia o interesse pelos problemas sexuais, apareceu na Alemanha um estudo psico-sociológico de Grete Meisel-Hess sobre a crise sexual, livro que não foi êxito público. O romance de Karin Michaelis, A Idade Perigosa, publicado pouco depois, livro que carece de grande valor artístico e cuja audácia não vai além dos limites permitidos pelas conveniências de bom tom literário, relegou a segundo plano, com o seu imerecido êxito a obra de Meisel-Hess. Foi qualificado pela crítica como “um livro bem escrito, mas sem nenhum valor científico”. Unicamente entre as altas rodas intelectuais, entre a nata da sociedade alemã, foi saudado este livro com aplausos por alguns e com mostras de desagrados e indignação por outros, sorte comum a qualquer sincero investigador da verdade.
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