Retomando a admiração que os cronistas do século XVI sentiam pela
largura da Baía de Todos os Santos, esta obra consiste em uma coletânea
de textos de diferentes autores contemporâneos, que, apesar de tratarem
de assuntos distintos, possuem algo em comum: a Baía de Todos os Santos
como metáfora e metonímia da Bahia, mais precisamente do Recôncavo e de
Salvador. São seis capítulos, que fazem desde uma análise das crônicas
dos estrangeiros sobre a capital baiana, até o axé music e a
representação da Bahia no mercado musical.
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