Os espiritualismos modernos dividem o mundo e o homem em duas séries independentes, material e espiritual. Ora aceitam como um facto bruto a independência das duas séries (paralelismo psicofisiológico), abandonando a matéria às suas fatalidades, contanto que preservem o direito de legislar absolutamente no reino do espírito: a junção dos dois mundos fica então por explicar. Ora recusam toda a realidade ao mundo material até dele fazerem apenas uma aparência do espírito: a importância desta aparência depende então do paradoxo. Este esquema é estilhaçado à partida pelo realismo personalista.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário