O que têm em comum o pintor que, aos 65 anos, passa a enxergar o mundo
em preto e branco; o massagista que, cego desde a mais tenra infância,
recupera a visão após passar por uma cirurgia; e a mulher autista que
não consegue entender os sentimentos humanos, mas se torna uma
especialista em comportamento animal? Para o neurologista Oliver Sacks,
esses não são apenas casos clínicos extraordinários: antes de mais nada,
eles dizem respeito a indivíduos cujas vidas podem nos ajudar a
compreender melhor o que somos.
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