A transição demográfica e as migrações internacionais constituem dois dos principais desafios para a formação de políticas sociais e para a governabilidade no Brasil. Segundo as estimativas, haverá um acréscimo de 90 milhões de habitantes à população brasileira nessa primeira metade do século 21. Será, ainda, um crescimento expressivo, porém significativamente menor que aquele que se esperava poucas décadas atrás. Já no início deste século, em 2005, a taxa de fecundidade total se encontrava em torno de 2,1, o que correspondia ao nível de reposição da população. No entanto, o crescimento populacional em torno de zero só será alcançado dentro de 40 ou 50 anos, primeira grande questão demográfica a ser considerada para a formulação de políticas.
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