No seu início, o movimento revolucionário, em Portugal, limitava-se às idealizações generosas e humanas ou à aspiração, ao estabelecimento de uma democracia ideal que, violentamente, resolvesse o problema das instâncias políticas. O movimento revolucionário só tomou um caminho mais firme depois da proclamação da comuna de Paris e influenciado pelas lutas travadas entre tendências marxistas e bakuninistas, na 1ª Internacional. Em Portugal, desencadeou-se uma luta semelhante, porém, de proporções mínimas, em consequência de ser quase nula a ação revolucionária.
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